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🚨 BAIANÓPOLIS VIVE SITUAÇÃO INSUSTENTÁVEL COM CACHORROS SOLTOS NAS RUAS, E A OMISSÃO DO PODER PÚBLICO PRECISA ACABAR

“Quando a lei diz que o Município é responsável e os cães continuam abandonados nas ruas, o problema deixa de ser falta de norma e passa a ser falta de ação.”

🐕 NÃO É “PROBLEMA DE CACHORRO”. É SAÚDE PÚBLICA, SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE MUNICIPAL.

Baianópolis chegou a um ponto em que não dá mais para fingir normalidade.

A sede municipal convive diariamente com inúmeros cachorros soltos pelas ruas, praças, portas de comércios, proximidades de escolas, unidades públicas e locais de grande circulação. A situação deixou de ser apenas incômoda. Hoje, é insustentável.

E o pior: os povoados e distritos seguem pelo mesmo caminho.

O problema que hoje salta aos olhos na sede começa a se espalhar também para as comunidades do interior do município, onde animais abandonados, cães com tutores negligentes e ausência de controle público começam a criar o mesmo cenário de risco, sofrimento e abandono.

A pergunta é direta:

ATÉ QUANDO BAIANÓPOLIS VAI EMPURRAR ESSE PROBLEMA COM A BARRIGA?

Porque cachorro solto na rua não é detalhe. Não é paisagem urbana. Não é assunto pequeno. É risco real para crianças, idosos, motociclistas, pedestres, comerciantes, moradores e para os próprios animais.

⚠️ A SITUAÇÃO DA SEDE ESTÁ FORA DE CONTROLE

Quem anda pela sede de Baianópolis vê.

Cães circulando em grupos. Animais deitados no meio da rua. Cachorros revirando lixo. Alguns magros, doentes, machucados ou claramente abandonados. Outros possuem donos, mas vivem soltos como se a rua fosse extensão do quintal.

Essa realidade cria um ambiente perigoso.

Pode haver mordidas.
Pode haver ataques.
Pode haver acidentes com motociclistas.
Pode haver atropelamentos.
Pode haver transmissão de zoonoses.
Pode haver aumento de pulgas, carrapatos e parasitas.
Pode haver sujeira nas vias públicas.
Pode haver sofrimento animal.

E quando isso acontecer com gravidade, não adianta o poder público aparecer depois com discurso pronto, nota bonita e cara de surpresa.

O problema está anunciado.

E problema anunciado, quando não é enfrentado, vira omissão.

🏥 SAÚDE PÚBLICA NÃO COMEÇA SÓ NO POSTO DE SAÚDE

Existe uma visão atrasada de que saúde pública se resume a consulta, remédio e posto aberto. Não é.

Saúde pública também é prevenção.

É controle de zoonoses.
É vacinação animal.
É castração.
É vigilância sanitária.
É limpeza urbana.
É educação da população.
É controle de riscos antes que alguém seja mordido, atropelado ou infectado.

Cachorros abandonados nas ruas podem representar risco de doenças, acidentes e agressões. Também podem sofrer maus-tratos, fome, sede, atropelamento e envenenamento.

Ou seja: a população sofre, os animais sofrem e a cidade inteira paga a conta da falta de planejamento.

E aqui precisa ser dito com clareza: não existe gestão séria quando o problema está na rua todo dia e ninguém apresenta uma solução concreta.

📜 A LEI MUNICIPAL DIZ QUE A RESPONSABILIDADE É DO MUNICÍPIO

O ponto mais grave é que Baianópolis não está sem lei.

O município possui o Código Ambiental Municipal, instituído pela Lei nº 333/2024, de 12 de novembro de 2024.

Essa lei criou a Política Municipal de Meio Ambiente, estabeleceu princípios, objetivos, diretrizes e criou o Sistema Municipal de Meio Ambiente.

E dentro dessa lei existe um dispositivo direto sobre o tema.

O artigo 233 afirma que o Município é responsável pela proteção da fauna doméstica.

Mais do que isso: a lei determina que o Município deve promover acolhimento em casos de maus-tratos e abandono, mediante criação de abrigos com assistência veterinária, realização de campanhas de adoção, castração, controle de zoonoses e outras ações.

Está escrito.

Não é favor.
Não é promessa de campanha.
Não é bondade administrativa.
É obrigação legal.

Então a pergunta que precisa ser feita, sem rodeio, é:

SE A LEI MUNICIPAL MANDA O MUNICÍPIO AGIR, POR QUE A POPULAÇÃO CONTINUA VENDO CACHORROS SOLTOS, ABANDONADOS E SEM CONTROLE PELAS RUAS DE BAIANÓPOLIS?

🧾 A RESPONSABILIDADE TEM NOME, ENDEREÇO E CARGO

Essa situação não pode ser jogada apenas nas costas da população ou dos protetores independentes.

É evidente que os tutores têm responsabilidade. Quem abandona animal ou deixa cachorro solto na rua precisa responder por isso. Tutor negligente também faz parte do problema.

Mas o poder público não pode se esconder atrás da culpa individual para justificar a própria falta de ação.

A responsabilidade envolve:

Prefeitura Municipal, que deve coordenar a política pública, garantir orçamento, estruturar ações e dar resposta concreta;

Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, que é órgão executor da política ambiental e tem obrigação de atuar;

Secretaria Municipal de Saúde, porque o tema envolve zoonoses, risco sanitário e proteção da população;

Vigilância Sanitária e Vigilância Epidemiológica, porque a presença descontrolada de animais nas ruas pode gerar risco coletivo;

Conselho Municipal de Meio Ambiente, que deve discutir, propor, acompanhar e cobrar políticas ambientais;

Câmara de Vereadores, que tem obrigação de fiscalizar, cobrar providências, convocar secretários, propor soluções e exigir orçamento;

Ministério Público, que pode ser provocado caso a omissão continue;

tutores de animais, que devem ser responsabilizados quando abandonam ou deixam seus cães soltos, colocando a população e os próprios animais em risco.

Responsabilidade compartilhada não significa bagunça institucional.

Significa que cada órgão tem uma parte a cumprir.

E, até agora, o que a população vê nas ruas é que a parte mais visível tem sido a ausência de ação.

🏛️ E A CÂMARA DE VEREADORES, VAI CONTINUAR CALADA?

A Câmara de Vereadores de Baianópolis precisa sair da zona de conforto.

O papel do vereador não é apenas aparecer em evento, fazer discurso bonito e votar projeto quando chega pronto.

Vereador existe para fiscalizar.

E fiscalizar também é cobrar política pública para controle de animais abandonados e soltos nas ruas.

A Câmara precisa exigir da Prefeitura respostas objetivas:

Existe programa municipal de castração?
Existe abrigo municipal ou convênio com entidades?
Existe orçamento para fauna doméstica?
Existe levantamento dos animais abandonados na sede?
Existe levantamento nos povoados e distritos?
Existe campanha de vacinação e controle de zoonoses?
Existe fiscalização contra abandono?
Existe multa para tutor negligente?
Existe plano de ação da Secretaria de Meio Ambiente?
Existe participação da Secretaria de Saúde?
Existe alguma ação concreta ou só conversa?

Se não existe, a Câmara precisa cobrar.

Se existe, precisa mostrar.

Porque fiscalizar não é favor ao povo. É obrigação do mandato.

A cidade não precisa de vereador decorativo. Precisa de vereador que cobre, protocole, questione, pressione e acompanhe resultado.

🐾 OS PROTETORES NÃO PODEM CONTINUAR SOZINHOS

Em muitas cidades, quem segura esse problema nas costas são protetores independentes.

Gente que tira dinheiro do próprio bolso.
Gente que alimenta animal abandonado.
Gente que leva para veterinário.
Gente que resgata animal atropelado.
Gente que busca adoção.
Gente que faz mais com quase nada do que o poder público faz com estrutura.

Isso é bonito pelo lado humano, mas vergonhoso pelo lado administrativo.

Porque voluntário ajuda. Mas voluntário não substitui política pública.

A própria lei municipal prevê responsabilidade do Município pela proteção da fauna doméstica. Portanto, se há pessoas ou entidades acolhendo animais abandonados, o mínimo que se espera é apoio técnico, financeiro e institucional.

Não dá para o poder público aplaudir protetor em público e abandonar protetor na prática.

🚫 ABANDONO É CRUELDADE, NÃO É “COSTUME”

Também é preciso falar dos tutores irresponsáveis.

Tem gente que pega cachorro e depois larga na rua.
Tem gente que deixa o animal sair todo dia sem controle.
Tem gente que não vacina.
Tem gente que não castra.
Tem gente que permite reprodução desordenada e depois abandona filhote.

Isso não pode ser tratado como normal.

Abandono é crueldade.
Maus-tratos são crime.
Negligência também gera consequência.

Mas para responsabilizar, o município precisa ter regra clara, fiscalização funcionando, canal de denúncia, campanhas educativas e aplicação real de medidas.

Sem fiscalização, a cidade vira terra do “cada um faz o que quer”.

E quem paga a conta é a população.

📍 SEDE HOJE, POVOADOS E DISTRITOS AMANHÃ

A sede de Baianópolis já vive uma situação insustentável.

Mas o alerta precisa ser ampliado: os povoados e distritos seguem o mesmo caminho.

Quando o problema não é enfrentado no início, ele cresce. E quando cresce, fica mais caro, mais difícil e mais perigoso resolver.

O que hoje se vê com força na sede pode se multiplicar nas comunidades rurais, nos distritos, nos povoados e nas localidades mais afastadas.

Por isso, a solução não pode ser apenas uma ação pontual na sede.

O município precisa de um plano completo.

Sede. Povoados. Distritos. Zona rural.

Baianópolis inteira precisa ser incluída.

Porque política pública que só funciona no centro não resolve o município. No máximo, tira o problema da foto.

✅ O QUE PRECISA SER FEITO

Baianópolis precisa de ação concreta, com começo, meio, fim, orçamento e responsável.

O mínimo necessário inclui:

  • levantamento oficial dos cães soltos na sede;
  • levantamento nos povoados e distritos;
  • identificação dos pontos críticos;
  • programa permanente de castração;
  • campanha de vacinação;
  • campanha de adoção responsável;
  • cadastro de tutores;
  • fiscalização contra abandono e maus-tratos;
  • multa para tutor que deixa animal solto;
  • canal oficial para denúncias;
  • parceria com clínicas veterinárias;
  • apoio aos protetores independentes;
  • abrigo municipal ou convênio para acolhimento temporário;
  • controle efetivo de zoonoses;
  • educação ambiental nas escolas;
  • campanhas nos povoados, distritos e zona rural;
  • relatório público das ações realizadas.

Isso não é exagero.

É o básico.

E o básico, em Baianópolis, já está atrasado.

🔥 CHEGA DE DISCURSO. A LEI JÁ EXISTE.

O mais revoltante é isso: a lei já existe.

O Código Ambiental Municipal já diz que o Município é responsável pela proteção da fauna doméstica.

Então não falta lei.

Falta execução.
Falta cobrança.
Falta fiscalização.
Falta prioridade.
Falta vontade política.
Falta a Câmara agir com a força que o mandato exige.
Falta o poder público tratar o problema com a seriedade que ele merece.

E quando uma lei existe, mas não sai do papel, ela vira enfeite de gaveta.

Baianópolis não precisa de lei para inglês ver. Precisa de política pública para o povo ver.

📢 A POPULAÇÃO QUER RESPOSTA

A situação dos cachorros soltos nas ruas da sede municipal não pode continuar sendo empurrada.

Os povoados e distritos não podem esperar o problema explodir para só depois alguém lembrar que existe gestão pública.

A Prefeitura precisa apresentar um plano.

A Secretaria de Meio Ambiente precisa dizer o que está fazendo.

A Secretaria de Saúde precisa explicar como está tratando o risco de zoonoses.

A Vigilância Sanitária precisa se posicionar.

O Conselho de Meio Ambiente precisa discutir o tema.

E a Câmara de Vereadores precisa cobrar, fiscalizar e parar de assistir de camarote.

Porque a cidade já viu o problema.

A população já sente o problema.

Os animais já sofrem o problema.

Só falta o poder público agir como se o problema também fosse dele.

E pela lei municipal, é.

🚨 DUBAI EM PAUTA

Baianópolis precisa tratar a situação dos cachorros soltos como o que ela realmente é: uma questão de saúde pública, segurança, meio ambiente e responsabilidade administrativa.

A sede municipal está no limite.

Os povoados e distritos seguem o mesmo caminho.

E a omissão, quando fica escancarada, também late.

Late nas ruas, late nas praças, late na porta das casas e late na consciência de quem tem poder para resolver, mas ainda não resolveu.

🚨 A GENTE VEM AVISANDO: BAIANÓPOLIS ACUMULA DENÚNCIAS NO TCM E CONTRATOS PASSAM DE R$ 1 MILHÃO

“Quem administra dinheiro público não deve temer perguntas; deve temer a falta de respostas.”

Escute o Resumo da Matéria

Gestão Weube Febrônio entra novamente no radar da fiscalização, e agora os questionamentos envolvem contratos milionários, suspeitas graves e obrigação de apresentar defesa.

A gente vem avisando.

E não é de hoje.

O Dubai em Pauta vem cobrando transparência, explicações públicas e responsabilidade com o dinheiro do povo de Baianópolis. Enquanto muitos tentam tratar fiscalização como perseguição política, a realidade começa a falar mais alto: Baianópolis voltou a aparecer no radar do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia.

Segundo matéria publicada pelo portal Se Liga Barreiras, fonte primária desta informação, denúncias foram apresentadas ao TCM envolvendo contratações da Prefeitura de Baianópolis que, somadas, ultrapassam R$ 1 milhão em recursos públicos. A publicação informa ainda que o prefeito Weube Febrônio terá que apresentar defesa.

É preciso dizer com todas as letras: denúncia não é condenação.

Mas também não é brincadeira.

Quando uma cidade pequena, cheia de problemas básicos, aparece acumulando denúncias sobre contratos milionários no Tribunal de Contas, o mínimo que se espera é uma explicação pública, clara, detalhada e documentada.

Não basta dizer que está tudo certo.

Tem que provar.

⚠️ SE ESTÁ TUDO CERTO, POR QUE NÃO MOSTRAR TUDO?

A pergunta que fica para a gestão municipal é simples:

Quem foi contratado?
Quanto recebeu?
Qual serviço prestou?
O preço estava dentro da realidade?
Houve pesquisa séria de mercado?
O serviço foi realmente executado?
A empresa tinha estrutura para cumprir o contrato?
Houve favorecimento?
Por que a população só fica sabendo depois que o caso chega ao TCM?

Essas perguntas não são ataque.
São obrigação.

Porque Prefeitura não é propriedade privada.
Contrato público não é segredo de gabinete.
Licitação não é conversa de bastidor.
E dinheiro público não pode circular no escuro.

Quando o assunto passa de R$ 1 milhão, a conversa muda de tom. Aí não cabe resposta atravessada, nota genérica ou silêncio estratégico.

Cabe documento.
Cabe nota fiscal.
Cabe planilha.
Cabe comprovação de execução.
Cabe transparência.

🔥 A CIDADE COBRA O BÁSICO ENQUANTO CONTRATOS MILIONÁRIOS VIRAM ALVO DE DENÚNCIA

O que revolta é o contraste.

Enquanto a população cobra saúde funcionando, estradas melhores, serviços públicos eficientes, estrutura digna e respeito, aparecem contratos milionários sendo questionados nos órgãos de controle.

E aí vem a pergunta que muita gente faz em silêncio:

Como pode faltar tanta coisa para o povo, mas nunca faltar contrato alto para explicar depois?

É sempre o mesmo filme.

Na propaganda, tudo funciona.
No discurso, tudo é avanço.
No palco, tudo é festa.
Mas quando o povo olha para a realidade, encontra fila, poeira, buraco, reclamação, serviço falhando e dinheiro público sendo questionado.

A gestão pode tentar vender normalidade, mas denúncia no TCM não é detalhe pequeno. É sinal de alerta.

E sinal de alerta, quando ignorado, vira incêndio.

🧾 TCM NÃO É REDE SOCIAL. É ÓRGÃO DE CONTROLE.

Aqui não estamos falando de conversa de esquina.

O Tribunal de Contas dos Municípios existe para fiscalizar a aplicação do dinheiro público. Quando uma denúncia chega ao TCM, ela precisa ser analisada, documentada e respondida dentro dos procedimentos legais.

Se a gestão estiver correta, que apresente a defesa.

Se os contratos forem legais, que prove.

Se os preços forem justos, que mostre os comparativos.

Se os serviços foram prestados, que apresente fotos, relatórios, notas, ordens de serviço, medições, entregas e tudo que comprove.

Agora, se houve erro, favorecimento, sobrepreço, falha na contratação ou dano ao dinheiro público, que os responsáveis respondam.

Simples assim.

Quem não deve, não teme fiscalização.
Quem administra direito, não se esconde atrás de discurso.
Quem trabalha com transparência, abre os documentos e deixa o povo ver.

🚨 A GENTE VEM AVISANDO — E AGORA O ALERTA CHEGOU AO TCM

Durante muito tempo, qualquer cobrança era tratada como exagero.

Quando se questionava contrato, diziam que era perseguição.
Quando se cobrava transparência, diziam que era politicagem.
Quando se perguntava sobre gasto público, tentavam desviar o assunto.

Mas agora não é o Dubai em Pauta perguntando sozinho.

Agora o assunto chegou ao Tribunal de Contas.

E quando o TCM entra na história, a resposta não pode ser ironia, deboche ou silêncio.

A resposta tem que ser técnica.

A resposta tem que ser oficial.

A resposta tem que ser com documento.

Porque a população de Baianópolis não é obrigada a engolir contrato milionário sem explicação clara.

📢 O POVO TEM DIREITO DE SABER

A cidade precisa parar de normalizar o absurdo.

Não é normal contrato milionário virar alvo de denúncia sem explicação pública imediata.

Não é normal o povo só saber das coisas por portal de notícia.

Não é normal a gestão falar tanto em trabalho e tão pouco em transparência.

Não é normal tratar o dinheiro público como se fosse assunto reservado a meia dúzia.

O povo tem direito de saber onde cada centavo está sendo aplicado.

O agricultor que paga imposto tem direito de saber.
A mãe que espera atendimento tem direito de saber.
O paciente que precisa de exame tem direito de saber.
O morador que enfrenta estrada ruim tem direito de saber.
O cidadão que sustenta a máquina pública tem direito de saber.

Dinheiro público não nasce em árvore. Sai do bolso do povo.

E quando esse dinheiro passa de R$ 1 milhão, a cobrança precisa ser proporcional ao tamanho do gasto.

⚖️ DEFESA É DIREITO. TRANSPARÊNCIA É DEVER.

Que fique claro: o prefeito Weube Febrônio tem direito à ampla defesa e ao contraditório.

Isso é lei.
Isso é democracia.
Isso é o mínimo em qualquer apuração séria.

Mas o direito de defesa do gestor não apaga o direito de informação da população.

A gestão pode se defender no TCM, mas também deve explicações ao povo de Baianópolis.

Afinal, quem paga a conta não é o prefeito.
Não é secretário.
Não é aliado político.

Quem paga a conta é o cidadão.

E cidadão informado não aceita resposta rasa.

🔥 NÃO É PERSEGUIÇÃO. É FISCALIZAÇÃO.

A velha tentativa de transformar toda cobrança em ataque político já cansou.

Fiscalizar contrato público não é perseguição.

Cobrar explicação sobre dinheiro público não é maldade.

Perguntar se o serviço foi entregue não é crime.

Questionar valores altos não é invenção.

O que é estranho é querer que a população fique calada diante de contratos milionários sob denúncia.

O que é estranho é achar normal o povo saber menos do que deveria.

O que é estranho é uma gestão pública se incomodar mais com quem pergunta do que com aquilo que está sendo perguntado.

✅ CONCLUSÃO: QUEM TEM DOCUMENTO, MOSTRA

O caso agora está no radar do TCM-BA.

Cabe à gestão apresentar defesa, esclarecer os fatos e comprovar a regularidade dos contratos questionados.

Mas uma coisa já ficou evidente: Baianópolis precisa de mais transparência.

Chega de resposta vazia.

Chega de tratar cobrança como inimiga.

Chega de contrato alto sem explicação acessível ao povo.

Chega de discurso bonito enquanto a cidade acumula questionamentos nos órgãos de controle.

O Dubai em Pauta seguirá acompanhando o caso.

Porque a gente vem avisando.

E quando o povo pergunta para onde está indo o dinheiro público, a resposta não pode ser silêncio.

Tem que ser documento.
Tem que ser prova.
Tem que ser transparência.

Dinheiro público não tem dono. Tem destino. E o destino precisa ser o povo.

TÁ ACABANDO, SÓ NÃO SABEMOS SE BAIANÓPOLIS IRÁ AGUENTAR!!!

🚨 SÃO JOÃO DE MILHÕES, RAIO-X QUEBRADO E O SILÊNCIO DOS VEREADORES EM BAIANÓPOLIS

Enquanto o palco recebe milhões, moradores denunciam que o povo precisa procurar raio-X em Cristópolis e Barreiras.

Escute o Resumo da Matéria

Baianópolis vive mais um retrato vergonhoso da inversão de prioridades.

De um lado, a Prefeitura promove um São João milionário, com estrutura cara, bandas de peso, propaganda intensa e festa vendida como grande conquista da atual gestão.

Do outro, moradores denunciam que a máquina de raio-X do município estaria quebrada há mais de um mês, sem previsão clara de conserto, fazendo com que pacientes precisem procurar atendimento em cidades vizinhas, como Cristópolis e Barreiras.

A pergunta é simples:

TEM DINHEIRO PARA FESTA, MAS NÃO TEM DINHEIRO PARA CONSERTAR UM RAIO-X?

Segundo relatos recebidos pelo Dubai em Pauta, algumas pessoas procuraram ajuda para denunciar a situação. A reclamação é grave: pacientes que precisam de um exame básico estariam sendo empurrados para outros municípios, como se Baianópolis não tivesse responsabilidade sobre a própria população.

E o pior: essa máquina de raio-X não caiu do céu.

Foi uma das conquistas deixadas pela gestão passada.

Um equipamento público, adquirido para servir ao povo, agora estaria parado, quebrado e sem uma resposta objetiva da Prefeitura.

Enquanto isso, a festa anda.

O palco anda.

A propaganda anda.

O dinheiro para evento anda ligeiro.

Mas o raio-X segue travado, como se saúde pudesse esperar a boa vontade da gestão.

🎤 A FESTA TEM PRESSA. A SAÚDE, NÃO.

Na matéria anterior, o Dubai em Pauta já mostrou os valores elevados envolvendo o São João de Baianópolis, com cachês altos e uma estrutura que certamente não sai barato.

E aqui precisa ficar claro: o custo da festa não é apenas o valor da banda.

Tem palco.

Tem som.

Tem iluminação.

Tem ornamentação.

Tem banheiros.

Tem segurança.

Tem hospedagem.

Tem transporte.

Tem alimentação.

Tem publicidade.

Tem contrato para todo lado.

Ou seja: o São João de milhões não se resume ao show. A conta é grande. E quem paga é o povo.

Enquanto isso, o povo pergunta:

Quantos exames poderiam ser realizados?

Quantas máquinas poderiam receber manutenção?

Quantos pacientes poderiam ser atendidos?

Quantas viagens para Barreiras e Cristópolis poderiam ser evitadas?

Quantas famílias deixariam de passar humilhação?

Porque show acaba.

Mas doença não espera a última música.

🏥 RAIO-X QUEBRADO É FALTA DE PRIORIDADE

Uma máquina de raio-X parada em um município pequeno não é um problema qualquer.

É o trabalhador com dor que não consegue diagnóstico.

É a mãe que precisa levar o filho para fora.

É o idoso que depende de transporte.

É o paciente que sai de casa sem saber se vai conseguir atendimento.

É a população sendo tratada como se saúde fosse favor.

E aí vem a pergunta:

Se fosse para montar palco, som e iluminação, também passaria mais de mês sem solução?

Se fosse para pagar estrutura de festa, também ficaria “sem previsão”?

Se fosse para fazer vídeo bonito nas redes sociais, também teria tanta demora?

A resposta o povo já sabe.

🥮 E OS “5 PAMONHAS DE PALAVRA”?

Agora entra outro ponto: onde estão os vereadores?

Cadê a fiscalização?

Cadê a cobrança?

Cadê a posição pública?

Cadê a visita à unidade de saúde?

Cadê o requerimento?

Cadê a cobrança formal?

Cadê a pressão sobre a Secretaria de Saúde?

Cadê a explicação à população?

Os chamados “5 pamonhas de palavra”, como vêm sendo criticados por parte da população, vão fazer o quê agora?

Vão fazer bolinho e filmagem comemorando o “mêsversário” do raio-X quebrado?

Vão posar para foto?

Vão fingir que não sabem?

Vão esperar autorização política para defender o povo?

Vereador não foi eleito para bater palma para prefeito.

Vereador não foi eleito para fazer silêncio.

Vereador não foi eleito para servir de enfeite de gabinete.

Vereador foi eleito para fiscalizar, cobrar, representar a população e defender o interesse público.

E quando uma máquina de raio-X fica quebrada há mais de mês, fazendo com que moradores busquem atendimento fora do município, o mínimo que se espera da Câmara é atitude.

⚖️ QUEM SE CALA, CONSENTE

O povo precisa saber quem está do lado da população e quem está do lado do silêncio conveniente.

Porque não adianta fazer discurso bonito em sessão, postar frase de efeito e depois se esconder quando o problema bate na porta do cidadão.

A Câmara Municipal tem obrigação de agir.

Os vereadores precisam convocar responsáveis.

Precisam pedir informações oficiais.

Precisam cobrar prazo.

Precisam fiscalizar contrato.

Precisam exigir solução.

Precisam explicar à população por que um equipamento essencial da saúde estaria parado enquanto o município torra dinheiro com festa.

Silêncio, nesse caso, não é prudência.

É omissão.

📌 A CÂMARA PRECISA RESPONDER

A população de Baianópolis merece saber:

  1. Quais vereadores já cobraram oficialmente o conserto da máquina de raio-X?
  2. Algum requerimento foi apresentado?
  3. Alguma visita foi feita à unidade de saúde?
  4. A Secretaria de Saúde foi chamada para explicar a situação?
  5. Existe prazo para o conserto?
  6. Existe contrato de manutenção?
  7. Quantos pacientes foram encaminhados para Cristópolis, Barreiras ou outros municípios?
  8. Quanto o município está gastando com deslocamento por falta do exame?
  9. Qual o custo real do São João, incluindo estrutura, bandas e contratos indiretos?
  10. Por que a saúde não recebe a mesma urgência que a festa?

Essas perguntas não são favor.

São obrigação.

🚑 BAIANÓPOLIS ENTREGUE À BOA SORTE

Enquanto a Prefeitura investe pesado em festa, parte da população precisa se socorrer fora do município.

Quem tem carro, tenta ir.

Quem tem dinheiro, tenta pagar.

Quem tem contato, tenta pedir ajuda.

Quem não tem nada, espera.

E esperar, na saúde, pode custar caro.

Baianópolis não pode ser tratada como curral eleitoral.

O povo não pode ser lembrado só na época de pedir voto.

O cidadão não pode ser usado para foto, discurso e propaganda, mas abandonado quando precisa de atendimento.

“PARA OS AMIGOS, OS FAVORES. PARA OS INIMIGOS, A LEI.”

Uma frase dita pelo atual secretário ficou marcada na boca do povo:

“Para os amigos, os favores. Para os inimigos, a lei.”

Mas a realidade parece ainda pior.

Porque, pelo que moradores relatam, nem a lei estaria chegando para quem precisa.

Saúde não é favor.

Exame não é favor.

Raio-X não é favor.

Atendimento público não é favor.

Tudo isso é direito.

E direito não depende de amizade política, padrinho, vereador, secretário ou prefeito.

📢 A SOBERBA PRECEDE A QUEDA

A gestão precisa entender uma coisa simples: o povo observa.

O povo vê a rapidez para festa.

Vê a lentidão para saúde.

Vê a estrutura para o evento.

Vê a falta de estrutura para o paciente.

Vê a comemoração nas redes.

Vê o silêncio quando a denúncia aperta.

E vê também quem se cala.

A soberba precede a queda.

E quando o poder começa a tratar o povo pior do que inimigo, a resposta vem. Pode demorar, mas vem.

✅ CONCLUSÃO: FESTA PASSA, MAS A VERGONHA FICA

O São João vai passar.

A banda vai tocar.

O palco vai desmontar.

A propaganda vai esfriar.

Mas o povo vai continuar precisando de saúde.

Vai continuar precisando de exame.

Vai continuar precisando de atendimento.

Vai continuar lembrando que, enquanto havia dinheiro e pressa para festa, uma máquina de raio-X estaria quebrada há mais de mês, sem previsão clara de conserto.

Baianópolis não é contra festa.

Baianópolis é contra prioridade torta.

É contra gastar alto com espetáculo enquanto o povo precisa sair para Cristópolis e Barreiras atrás de exame básico.

É contra vereador calado.

É contra gestão sem resposta.

É contra transformar direito em favor.

Agora a cobrança está feita.

A Prefeitura precisa explicar.

A Secretaria de Saúde precisa agir.

E os vereadores precisam sair de cima do muro.

Porque quem foi eleito para fiscalizar e se cala diante do sofrimento do povo não está representando Baianópolis.

Está apenas ocupando cadeira.

DUBAI EM PAUTA
Onde a propaganda faz barulho, mas a verdade cobra resposta.

🎉🌽 EX-PREFEITA JANDIRA PRESTIGIA SÃO JOÃO DE BAIANÓPOLIS AO LADO DO POVO

“Baianópolis é minha história, meu carinho e minha caminhada. Estar junto do povo no São João é celebrar a força da nossa cultura e o amor por essa terra.” – Jandira Xavier

Escute o Resumo da Matéria

Em meio ao clima de alegria, forró e tradição, a ex-prefeita Jandira prestigiou a festa de São João em Baianópolis e esteve junto da população, cumprimentando moradores, reencontrando amigos e recebendo o carinho de pessoas que acompanham sua trajetória pública no município.

A presença de Jandira chamou atenção durante os festejos juninos. Em clima de tranquilidade e proximidade, ela circulou entre o público, conversou com moradores e participou de um dos momentos mais importantes do calendário cultural de Baianópolis.

O São João é uma das maiores expressões da cultura nordestina. É tempo de reencontro, de música, de comidas típicas, de famílias reunidas e de valorização das tradições que fazem parte da identidade do nosso povo.

Em Baianópolis, a festa ganha ainda mais significado por reunir pessoas da sede, da zona rural, de comunidades vizinhas e de famílias que aproveitam o período junino para retornar à cidade e celebrar suas raízes.

A ex-prefeita Jandira demonstrou, mais uma vez, sua ligação com o município e com a população. Sua presença no evento reforça a importância de estar perto do povo, acompanhando de perto os momentos culturais, sociais e festivos da cidade.

Durante a festa, moradores fizeram questão de cumprimentá-la, conversar e registrar o momento. O clima foi de respeito, acolhimento e reconhecimento por uma liderança que segue presente na vida pública de Baianópolis.

Mais do que uma participação em evento festivo, a presença de Jandira simboliza o vínculo construído ao longo de sua trajetória com a comunidade baianopolense. Estar ao lado da população em momentos como esse mostra sensibilidade, atenção e respeito às tradições locais.

O São João também movimenta a economia do município, fortalece pequenos comerciantes, gera renda temporária e valoriza artistas, trabalhadores e famílias que fazem parte da realização da festa. É uma celebração que vai além do palco: envolve cultura, história, fé, memória e pertencimento.

Ao prestigiar os festejos juninos, Jandira também prestigiou o povo de Baianópolis, sua cultura e sua tradição. Sua presença reforçou que a política verdadeira não se faz apenas nos gabinetes, mas também nas ruas, nas festas populares, nos abraços e no contato direto com a comunidade.

Porque São João é isso: forró tocando, povo reunido, sorriso no rosto e tradição viva no coração.

MAINHA TÁ VOLTANDO….. VOLTA MAINHAAAAAAA!!!!

🧬💉 REVOLUÇÃO CONTRA O COLESTEROL? TERAPIA DE DOSE ÚNICA IMPRESSIONA A CIÊNCIA, MAS AINDA NÃO APOSENTA OS COMPRIMIDOS

“A ciência é o grande antídoto contra o veneno do entusiasmo e da superstição.”
Adam Smith

Escute o Resumo da Matéria

Uma única infusão capaz de reduzir drasticamente o colesterol ruim parece coisa de filme futurista. Mas não é ficção: é ciência real, publicada em uma das revistas médicas mais respeitadas do mundo.

O avanço envolve uma terapia experimental chamada VERVE-102, desenvolvida pela farmacêutica Eli Lilly, gigante norte-americana também conhecida pelo Mounjaro. O tratamento chamou atenção porque, em estudo inicial, conseguiu reduzir de forma expressiva o LDL, conhecido como colesterol ruim.

Mas antes que alguém saia jogando os comprimidos fora, é preciso colocar a notícia no lugar certo: o resultado é gigante, promissor e pode mudar o futuro da medicina, mas ainda não é um tratamento disponível para a população.

🧪 O QUE É O VERVE-102?

O VERVE-102 não é um comprimido, nem uma injeção simples de farmácia. É uma terapia de edição genética aplicada por infusão intravenosa.

Na prática, a tecnologia busca “desligar” no fígado o gene chamado PCSK9, que tem relação direta com o controle do colesterol ruim no sangue. O PCSK9 atrapalha a ação dos receptores que ajudam o fígado a retirar o LDL da circulação. Quando esse gene é bloqueado, o organismo tende a remover mais colesterol ruim do sangue.

É aí que está o tamanho da novidade: a proposta é sair de um tratamento diário, com uso contínuo de remédios, para uma possível intervenção de longa duração com apenas uma aplicação.

📊 O QUE O ESTUDO MOSTROU?

Segundo os dados publicados no New England Journal of Medicine, uma dose do VERVE-102 levou a reduções substanciais e sustentadas nos níveis de PCSK9 e de colesterol LDL. O estudo é identificado pelo número NCT06164730.

A própria Eli Lilly informou que, no estudo de fase 1b chamado Heart-2, uma única infusão intravenosa reduziu o PCSK9 em até 88% e o LDL-C em até 62%, com efeitos mantidos em acompanhamento de até 18 meses em participantes de alto risco cardiovascular.

Traduzindo sem enrolação: o resultado é muito forte.

Estamos falando de uma terapia que não apenas baixou o colesterol ruim, mas fez isso mirando diretamente a origem biológica do problema em pacientes selecionados.

⚠️ MAS CALMA: AINDA É PESQUISA

Apesar da empolgação, o VERVE-102 ainda está em fase 1b. Essa etapa serve principalmente para avaliar segurança, tolerância e sinais iniciais de eficácia.

Ou seja: a ciência viu um sinal muito promissor, mas ainda precisa confirmar tudo em estudos maiores, com mais pacientes, mais tempo de acompanhamento e análise rigorosa dos órgãos reguladores.

Também é importante destacar que o estudo foi feito em adultos com hipercolesterolemia familiar heterozigótica ou doença arterial coronariana precoce. Em português claro: pessoas com risco cardiovascular elevado, seja por genética, seja por doença no coração antes do esperado.

Não estamos falando de um tratamento liberado para qualquer pessoa que fez exame de sangue e viu o colesterol alterado.

💊 É O FIM DOS COMPRIMIDOS?

Ainda não.

As estatinas, a ezetimiba e outros medicamentos já aprovados continuam sendo fundamentais no controle do colesterol alto. São tratamentos estudados, usados há anos e que salvam vidas todos os dias.

Ninguém deve parar remédio por causa de manchete, vídeo curto ou postagem empolgada. Trocar orientação médica por notícia de internet é pedir para o coração abrir um processo — e sem chance de acordo amigável.

O que existe hoje não é o fim dos comprimidos. É uma possibilidade real de que, no futuro, alguns pacientes possam ter alternativas mais duradouras e modernas.

🚨 POR QUE ESSA DESCOBERTA É TÃO GRANDE?

Porque o colesterol ruim está diretamente ligado ao risco de infarto, AVC e outras doenças cardiovasculares.

Milhões de pessoas no mundo precisam tomar remédios diariamente para controlar o LDL. Muitas abandonam o tratamento por esquecimento, efeitos colaterais, custo ou falta de acompanhamento adequado.

Se uma terapia de dose única conseguir manter reduções importantes por longo prazo, com segurança comprovada, a medicina poderá entrar em uma nova fase: tratar o colesterol alto não apenas como um problema de controle diário, mas como uma condição que pode receber uma intervenção muito mais duradoura.

Esse é o ponto que torna a notícia histórica.

Não é apenas uma nova medicação. É uma possível mudança de lógica no tratamento.

✅ A VERDADE DOS FATOS

O VERVE-102 mostrou resultados impressionantes em estudo inicial.

Reduziu fortemente o PCSK9.
Reduziu o colesterol LDL.
Teve efeito duradouro no acompanhamento divulgado.
Foi publicado em revista científica de peso.
E pode abrir caminho para uma nova era no combate ao colesterol alto.

Mas ainda é experimental.

Não está disponível na farmácia.
Não substitui consulta médica.
Não autoriza ninguém a abandonar tratamento.
E ainda não decretou o fim dos comprimidos.

A ciência não anunciou uma cura milagrosa. Ela abriu uma porta.

E se os próximos estudos confirmarem segurança e eficácia, essa porta pode levar a uma das maiores mudanças recentes no tratamento das doenças cardiovasculares.

🧬 CONCLUSÃO

A descoberta é gigante, mas precisa ser tratada com responsabilidade.

O VERVE-102 pode representar uma revolução no combate ao colesterol ruim, principalmente para pacientes de alto risco. Porém, por enquanto, ainda é uma promessa científica em fase de testes.

A manchete pode até tentar vender o “fim dos comprimidos”.

Mas a verdade é mais séria — e também mais bonita: a medicina acaba de dar um passo enorme rumo a um futuro em que controlar o colesterol talvez não dependa mais de um remédio todos os dias.

Ainda não chegamos lá.

Mas, pelo visto, a ciência já colocou o pé na estrada.

🚨 SÃO JOÃO DE MILHÕES EM BAIANÓPOLIS: BANDAS TOCAM 1H20, MAS O ABANDONO TOCA O ANO INTEIRO

“O orçamento público é a expressão concreta das prioridades de um governo.”

Escute o Resumo da Matéria

Enquanto a Prefeitura anuncia grandes atrações para o São João 2026, o povo de Baianópolis continua enfrentando a velha realidade de sempre: fila por exames, espera por cirurgias, estradas ruins, bairros periféricos sujos, calçamentos encobertos pela areia e serviços básicos tratados como favor político.

A festa tem palco.

A propaganda tem brilho.

O cartaz tem artista.

Mas a cidade real continua pedindo socorro.

E a conta já começou pesada.

Somente com duas atrações localizadas até agora, o gasto já chega a:

💰 R$ 600.000,00

Isso mesmo.

R$ 600 mil apenas com Seu Mastruz e Solange Almeida.

A banda Seu Mastruz aparece no Diário Oficial contratada por R$ 200.000,00 para uma apresentação de 1 hora e 20 minutos.

Sexta-feira, 29 de maio de 2026 | Edição Nº 680 | Caderno I

São 80 minutos de show.

A conta é simples:

R$ 2.500,00 POR MINUTO

Cada minuto de apresentação custa aos cofres públicos R$ 2.500,00.

Cada segundo custa aproximadamente R$ 41,66.

Já a apresentação de Solange Almeida aparece com valor de R$ 400.000,00.

Somadas, apenas essas duas atrações chegam a R$ 600 mil.

E ainda existem outras atrações anunciadas na programação, como Rasta Chinela, Ramon & Randinho, D’Look e diversos artistas regionais, cujos valores também precisam ser apresentados de forma clara à população.

A pergunta é direta:

QUANTO VAI CUSTAR O SÃO JOÃO COMPLETO DE BAIANÓPOLIS?

Porque não existe só cachê de artista.

Existe palco.

Som.

Iluminação.

Ornamentação.

Banheiros.

Segurança.

Publicidade.

Hospedagem.

Alimentação.

Transporte.

Estrutura.

Equipe.

Contratos paralelos.

E tudo isso sai do mesmo lugar: o bolso público.

🎤 O PROBLEMA NÃO É FESTA. O PROBLEMA É O BÁSICO ESQUECIDO.

Que fique claro: o povo não é contra festa.

Baianópolis gosta de São João.

O povo merece cultura, lazer e alegria.

Mas festa não pode ser usada como maquiagem em cima do abandono.

Festa não faz cirurgia.

Festa não marca exame.

Festa não recupera estrada.

Festa não limpa bairro.

Festa não tira areia de cima do calçamento.

Festa não acaba com a humilhação do cidadão que precisa pedir ajuda a político para conseguir atendimento.

O problema não é o artista.

O problema é a prioridade.

E a prioridade de uma gestão aparece no orçamento.

Quando o dinheiro anda rápido para palco, mas anda devagar para saúde, estrada e limpeza, o povo tem o direito de desconfiar.

🏥 O POVO PRECISA DE DIREITO, NÃO DE FAVOR POLÍTICO

Um dos pontos mais revoltantes é ver a saúde ainda presa à velha política do favor.

Aquela política atrasada em que o cidadão precisa procurar vereador, liderança política, cabo eleitoral ou alguém “com influência” para tentar marcar exame, consulta ou cirurgia.

Isso é humilhante.

E precisa acabar.

Exame não é favor.

Cirurgia não é favor.

Consulta não é favor.

Transporte para tratamento não é favor.

Saúde é direito.

O cidadão não deveria precisar baixar a cabeça, pedir pelo amor de Deus, mandar mensagem para político, esperar promessa ou agradecer como se tivesse recebido um presente.

Quando o poder público funciona, ninguém precisa se humilhar.

Quando a gestão é eficiente, o direito chega sem padrinho.

Mas em Baianópolis, enquanto muitos moradores seguem dependendo de ajuda política para tentar resolver o básico, a Prefeitura mostra agilidade impressionante para contratar festa.

Para show, tem rapidez.

Para banda, tem contrato.

Para palco, tem dinheiro.

Para o povo na fila, muitas vezes tem espera.

E essa comparação é cruel.

🎪 BANDAS TOCAM 1H20. A FILA DA SAÚDE TOCA O ANO INTEIRO.

Uma banda sobe no palco, toca pouco mais de uma hora e vai embora.

O som desliga.

A luz apaga.

O palco desmonta.

Mas o paciente continua esperando.

A fila continua.

A dor continua.

A incerteza continua.

A família continua sem resposta.

Tem gente esperando exame.

Tem gente esperando cirurgia.

Tem gente que precisa de consulta especializada.

Tem morador da zona rural que enfrenta estrada ruim para buscar atendimento.

Tem cidadão que não quer favor, quer respeito.

E aí a pergunta precisa ser feita:

Com R$ 600 mil já localizados em apenas duas atrações, quantos exames poderiam ser feitos?

Quantas cirurgias poderiam ser realizadas?

Quantas consultas especializadas poderiam ser contratadas?

Quantos pacientes poderiam sair da fila?

Quantas famílias poderiam dormir com um pouco mais de tranquilidade?

Porque show passa.

Doença não espera.

🚧 ESTRADAS RUINS: O PALCO SOBE, MAS A ZONA RURAL CONTINUA SOFRENDO

Quem vive na zona rural sabe que estrada ruim não é detalhe.

Estrada ruim atrasa ambulância.

Prejudica transporte escolar.

Dificulta o escoamento da produção.

Desgasta veículos.

Aumenta o isolamento das comunidades.

Coloca vidas em risco.

Enquanto isso, contratos de festa aparecem com velocidade.

A cidade vê o dinheiro público sendo movimentado para evento, enquanto muitos trechos seguem em situação crítica.

O povo pergunta com razão:

Quantos quilômetros de estrada poderiam receber manutenção com esse dinheiro?

Quantos acessos poderiam ser melhorados?

Quantas comunidades poderiam ser atendidas?

Quantos produtores, estudantes e pacientes poderiam ser beneficiados?

O povo não vive no palco.

O povo vive na estrada.

🧹 BAIRROS PERIFÉRICOS ESQUECIDOS

Na sede, a situação também incomoda.

Bairros periféricos seguem convivendo com sujeira, mato, poeira, entulho, terra acumulada e sensação de abandono.

A cidade que aparece no cartaz da festa não é a mesma cidade que muita gente encontra ao sair de casa.

No cartaz, tudo brilha.

Na rua, a poeira responde.

A periferia não pode ser lembrada só em tempo de eleição.

O morador do bairro simples também paga imposto.

Também vota.

Também trabalha.

Também merece respeito.

Gestão pública não pode cuidar apenas da praça, do palco e da foto oficial.

Gestão pública precisa chegar onde a propaganda não chega.

🧱 CALÇAMENTO SENDO ENGOLIDO PELA AREIA

Outro retrato do descaso é ver calçamentos feitos com dinheiro público sendo tomados por areia e terra.

Isso não é apenas abandono.

É desperdício.

Primeiro, o dinheiro público foi gasto para fazer.

Depois, a falta de manutenção deixa perder.

Mais tarde, provavelmente vão querer gastar de novo para recuperar aquilo que nunca deveria ter sido abandonado.

É o ciclo da má gestão: faz, abandona, perde e promete de novo.

Enquanto isso, a festa segue recebendo atenção, contrato e divulgação.

⚠️ CONTRATAÇÃO DO SEU MASTRUZ PRECISA SER EXPLICADA

A publicação oficial do show do Seu Mastruz traz um ponto que merece esclarecimento.

Na ratificação da inexigibilidade aparece uma empresa relacionada à contratação. Já no extrato do contrato aparece outra empresa como contratada.

Pode ser erro material?

Pode.

Mas quando se trata de R$ 200 mil de dinheiro público, não pode haver dúvida.

A Prefeitura precisa esclarecer:

  • Quem é a empresa oficialmente contratada?
  • Quem detém a exclusividade da atração?
  • Existe carta de exclusividade válida?
  • Por que aparecem empresas diferentes na publicação?
  • Qual foi a justificativa do preço?
  • Houve comparação com contratações semelhantes?
  • Quem conferiu o processo antes da publicação?

Transparência não é favor.

É obrigação.

📌 A CONTA QUE A PREFEITURA PRECISA ABRIR

Até agora, os valores localizados mostram:

Seu Mastruz: R$ 200.000,00.

Solange Almeida: R$ 400.000,00.

Total parcial: R$ 600.000,00.

E ainda faltam os valores das demais atrações e de toda a estrutura do evento.

Por isso, Baianópolis precisa saber:

  1. Quanto custou cada banda?
  2. Quanto tempo cada banda vai tocar?
  3. Quanto custou palco, som e iluminação?
  4. Quanto custou ornamentação?
  5. Quanto custou segurança?
  6. Quanto custou publicidade?
  7. Quanto custou hospedagem e alimentação?
  8. Quanto custou transporte?
  9. Quais empresas foram contratadas?
  10. Quais contratos foram por inexigibilidade?
  11. Quais contratos foram por dispensa?
  12. Existem cartas de exclusividade válidas?
  13. Qual o valor final do São João 2026?
  14. Quantos exames e cirurgias poderiam ser feitos com esse dinheiro?
  15. Quantos quilômetros de estrada poderiam ser recuperados?
  16. Quantos bairros poderiam receber limpeza e manutenção?

Essas perguntas não são perseguição.

São fiscalização.

E dinheiro público exige resposta pública.

🔥 A VELHA POLÍTICA DO FAVOR PRECISA ACABAR

Baianópolis não pode continuar presa à política em que direito vira favor.

O cidadão não pode depender de vereador para marcar exame.

Não pode depender de político para conseguir cirurgia.

Não pode depender de cabo eleitoral para ser atendido.

Não pode precisar se humilhar para receber aquilo que já é obrigação do Município garantir.

Essa velha política só interessa a quem transforma sofrimento em moeda eleitoral.

O povo precisa de serviço funcionando.

Precisa de sistema organizado.

Precisa de saúde com fila transparente.

Precisa de prioridade para quem realmente necessita.

Precisa de estrada.

Precisa de limpeza.

Precisa de manutenção.

Precisa de respeito.

E respeito não se entrega só com festa.

❌ PALCO ILUMINADO NÃO ESCONDE CIDADE ABANDONADA

O palco pode até brilhar.

Mas não ilumina estrada esburacada.

O som pode até ser alto.

Mas não cala a dor de quem espera cirurgia.

A banda pode tocar bonito.

Mas não limpa bairro sujo.

A ornamentação pode enfeitar a praça.

Mas não tira areia de cima do calçamento.

A propaganda pode vender alegria.

Mas não apaga a realidade.

Baianópolis precisa de menos maquiagem e mais gestão.

Menos espetáculo e mais serviço.

Menos favor político e mais direito garantido.

✅ CONCLUSÃO: O SHOW ACABA, MAS O PROBLEMA FICA

O São João passa.

A banda vai embora.

A praça esvazia.

O palco desmonta.

Mas o povo fica.

Fica com a fila da saúde.

Fica com o exame esperando.

Fica com a cirurgia sem data.

Fica com a estrada ruim.

Fica com o bairro sujo.

Fica com o calçamento encoberto pela areia.

Fica com a conta.

Por isso, a pergunta precisa ecoar:

CADÊ O VALOR FINAL DO SÃO JOÃO DE BAIANÓPOLIS?

QUANTO CUSTOU CADA BANDA?

POR QUE O POVO AINDA PRECISA SE HUMILHAR POR EXAMES E CIRURGIAS?

POR QUE PARA FESTA TEM PRESSA, MAS PARA O BÁSICO TEM DESCULPA?

Baianópolis não é contra festa.

Baianópolis é contra prioridade torta.

É contra gastar alto com palco enquanto o povo sofre por saúde.

É contra pagar fortuna por shows de pouco mais de uma hora enquanto estradas, bairros e calçamentos pedem socorro.

É contra a velha política que transforma direito em favor.

Porque dinheiro público não pertence à gestão.

Pertence ao povo.

E o povo merece respeito.

DUBAI EM PAUTA
Onde o palco apaga, mas a conta continua acesa.

JÁ NÃO FALTA MAIS 4 ANOS!!!

🚨 DECRETO EM BAIANÓPOLIS PREVÊ HONORÁRIOS DE ATÉ 20% E LEVANTA QUESTIONAMENTOS SOBRE TRANSPARÊNCIA, MORALIDADE E CONTROLE PÚBLICO

“A luz do sol é o melhor desinfetante.”

Resumo da Matéria

⚖️ NORMA PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DESTINA HONORÁRIOS AO PROCURADOR-GERAL DO MUNICÍPIO E ABRE DEBATE SOBRE CRITÉRIOS DE PAGAMENTO, TETO CONSTITUCIONAL E FISCALIZAÇÃO

A Prefeitura Municipal de Baianópolis publicou, no Diário Oficial de 21 de maio de 2026, o Decreto nº 33/2026, que regulamenta o pagamento de honorários advocatícios de sucumbência e honorários administrativos no âmbito do Município.

O decreto afirma que os honorários advocatícios de sucumbência, nas causas em que o Município for parte vencedora, pertencem ao Procurador-Geral do Município. A norma também prevê honorários administrativos decorrentes da atuação do Procurador-Geral na recuperação de créditos tributários na esfera administrativa, fixados em até 20% sobre os valores efetivamente recuperados aos cofres públicos.

O tema merece atenção porque envolve arrecadação municipal, remuneração de agente público, cobrança de créditos tributários e controle da legalidade dos pagamentos. Não se trata, neste momento, de afirmar irregularidade, mas de exigir explicações públicas sobre os critérios adotados e a base legal utilizada.

📌 HONORÁRIOS PARA ADVOGADOS PÚBLICOS PODEM SER LEGAIS, MAS DEPENDEM DE LEI E CONTROLE

A legislação brasileira admite o recebimento de honorários de sucumbência por advogados públicos, desde que observado o que determina a lei. O Código de Processo Civil estabelece, no art. 85, §19, que os advogados públicos perceberão honorários de sucumbência “nos termos da lei”.

O Supremo Tribunal Federal também já decidiu que é constitucional o pagamento de honorários sucumbenciais a advogados públicos, mas com uma condição essencial: a soma dos honorários com as demais parcelas remuneratórias deve respeitar o limite remuneratório previsto no art. 37, XI, da Constituição Federal.

Portanto, o debate não é simplesmente se honorários podem ou não existir. A questão principal é outra: como serão pagos, com base em qual lei, sob quais critérios, com qual transparência e respeitando qual limite constitucional.

🚨 O PONTO MAIS SENSÍVEL: HONORÁRIOS ADMINISTRATIVOS DE ATÉ 20%

Um dos pontos que mais chama atenção no decreto é a previsão de honorários administrativos de até 20% sobre valores recuperados em favor do Município.

Honorários de sucumbência decorrem de condenação judicial. Já os honorários administrativos, como previstos no decreto, estão relacionados à recuperação de créditos tributários na esfera administrativa, incluindo cobrança, dívida ativa, parcelamentos e outros atos administrativos.

Por isso, esse ponto exige explicação ainda mais clara. A população precisa saber se a Lei Complementar nº 002/2025 autorizou expressamente esse tipo de pagamento, se o decreto apenas regulamentou a lei ou se acabou ampliando uma vantagem remuneratória sem detalhamento suficiente.

Em matéria de dinheiro público, decreto não pode virar atalho. Se a base legal existe, que seja apresentada com clareza. Se os critérios existem, que sejam publicados. Se os pagamentos forem legítimos, que passem pelo controle sem dificuldade.

❓ PERGUNTAS QUE PRECISAM SER RESPONDIDAS

O Decreto nº 33/2026 deixa questionamentos que devem ser esclarecidos pela Administração Municipal:

1. A Lei Complementar nº 002/2025 autorizou expressamente o pagamento de honorários administrativos ou apenas tratou de honorários de sucumbência?

2. O decreto apenas regulamentou a lei ou criou uma regra nova de pagamento?

3. Quem definirá o percentual aplicável em cada caso, já que o texto fala em até 20%?

4. Quais critérios objetivos serão usados para definir se o percentual será de 5%, 10%, 15% ou 20%?

5. Os honorários incidirão sobre parcelamentos, inscrições em dívida ativa e cobranças administrativas simples?

6. Existe atualmente algum crédito tributário, parcelamento, dívida ativa ou cobrança administrativa já em curso que possa gerar pagamento imediato com base no decreto?

7. Os valores pagos ao Procurador-Geral serão somados à remuneração para fins de observância do teto constitucional?

8. Os relatórios mensais previstos no decreto serão publicados no Portal da Transparência?

9. O Controle Interno do Município emitiu parecer prévio sobre a legalidade e a forma de pagamento?

10. O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia será informado sobre a execução desses pagamentos?

Essas perguntas são necessárias porque a Administração Pública deve observar legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Qualquer interpretação diferente precisa ser demonstrada com documentos, pareceres e publicidade dos atos.

🔍 TRANSPARÊNCIA NÃO É FAVOR, É DEVER

O decreto prevê que a Secretaria de Finanças será responsável por gerir a conta, controlar e pagar os valores. Também determina que o Procurador-Geral apresente relatório mensal dos valores arrecadados a título de honorários administrativos ou extrajudiciais.

Mesmo assim, o texto publicado não deixa claro se esses relatórios serão públicos, se haverá publicação individualizada dos valores, se os pagamentos entrarão na folha, se haverá retenção tributária, se o Controle Interno acompanhará mensalmente a execução e se o TCM-BA receberá essas informações.

Em um tema sensível como esse, a transparência precisa ser ativa. Não basta existir relatório dentro da gaveta. Relatório público é uma coisa; documento interno sem publicidade efetiva é outra.

🏛️ POSSÍVEL ENCAMINHAMENTO AO MP-BA E AO TCM-BA

Diante dos questionamentos levantados, o caso poderá ser levado ao conhecimento do Ministério Público do Estado da Bahia e do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia, para que sejam apurados a legalidade, a moralidade administrativa, os critérios de pagamento, o respeito ao teto constitucional e a existência ou não de créditos já vinculados à aplicação do decreto.

O encaminhamento não significa acusação antecipada. Significa controle. E controle público é justamente o remédio institucional para esclarecer dúvidas antes que elas se transformem em problema maior.

Caso sejam identificados reflexos envolvendo recursos federais, convênios da União ou interesse federal direto, o caso também poderá ser levado ao conhecimento do Ministério Público Federal. Sem esse elemento federal, a atuação natural tende a ser do Ministério Público Estadual e do Tribunal de Contas dos Municípios.

⚠️ O QUE ESTÁ EM JOGO

O pagamento de honorários a advogado público, por si só, não é proibido. O que precisa ser analisado é se, no caso concreto, houve base legal suficiente, critérios objetivos, respeito ao teto constitucional, publicidade dos valores e controle efetivo.

A dúvida central é simples: o decreto protege o interesse público ou cria uma possibilidade de pagamento individual sem transparência suficiente?

A resposta precisa vir com documentos, pareceres, critérios e publicação dos dados. Quando a norma fala em até 20% sobre valores recuperados, a sociedade tem o direito de saber exatamente como isso funcionará.

✅ CONCLUSÃO

O Decreto nº 33/2026 exige esclarecimentos públicos. A Prefeitura de Baianópolis precisa explicar a base legal, os critérios de cálculo, a forma de controle, a publicidade dos relatórios e a compatibilidade dos pagamentos com o teto constitucional.

Não se afirma, aqui, que houve ilegalidade. O que se afirma é que a norma trata de dinheiro público e remuneração de agente público, razão pela qual deve passar pelo crivo da transparência, do controle interno, do Ministério Público e do Tribunal de Contas, se necessário.

Em administração pública, a regra é clara: quanto maior a possibilidade de pagamento, maior deve ser a transparência. E quando o percentual pode chegar a 20%, a explicação precisa ser do mesmo tamanho.

🚜💥 DESENROLA RURAL 3: GOVERNO ABRE NOVA CHANCE PARA AGRICULTORES LIMPAREM O NOME E VOLTAREM A PRODUZIR

“A terra não trai quem trabalha nela.” — provérbio rural brasileiro

Escute o Resumo da Matéria

🌾 O CAMPO GANHA UMA NOVA OPORTUNIDADE — E DESSA VEZ, MUITA GENTE PODE VOLTAR A RESPIRAR

O Desenrola Rural 3 já está valendo e chega como uma das medidas mais importantes para quem vive da agricultura familiar, especialmente para pequenos produtores que ficaram travados por dívidas antigas, restrições no CPF e dificuldade de acesso ao crédito rural.

A nova etapa do programa foi criada para permitir que agricultores familiares, assentados da reforma agrária, pescadores artesanais, povos tradicionais e cooperativas possam renegociar ou liquidar dívidas, recuperar o acesso ao crédito e voltar a investir na produção.

E aqui está o ponto principal: quem estava impedido de financiar, plantar, criar ou ampliar sua produção pode ter agora uma nova porta aberta.

💰 DESCONTOS PODEM CHEGAR A 96%, MAS ATENÇÃO: NÃO É PARA TODO CASO

Um dos maiores atrativos do programa são os descontos, que em algumas situações podem chegar a até 96%, principalmente em débitos relacionados ao Crédito de Instalação junto ao INCRA.

Já dívidas ligadas ao Pronaf e aos Fundos Constitucionais, como FNE, FNO e FCO, também podem ter condições especiais, com descontos e prazos diferenciados conforme o tipo da operação.

Mas é bom deixar claro: não existe milagre automático.
Cada dívida precisa ser analisada conforme sua origem, valor, banco responsável e enquadramento do produtor.

Ou seja: antes de comemorar o desconto, tem que saber onde a dívida está. Porque dívida rural, quando mistura banco, sistema e papelada, vira mais enrolada que arame velho em cerca caída.

⚠️ ATÉ DÍVIDAS DE ÁGUA, LUZ E TELEFONE PODEM DEIXAR DE SER BARREIRA

Uma das grandes novidades do Desenrola Rural 3 é que produtores negativados por pequenas dívidas de consumo, como contas de água, energia elétrica ou telefone, também poderão ser contemplados, desde que se enquadrem nas regras do programa.

Isso é importante porque muitos agricultores estavam impedidos de acessar crédito rural não por grandes dívidas agrícolas, mas por pendências menores que acabavam bloqueando o CPF e travando financiamentos.

Na prática, o programa tenta corrigir uma injustiça comum: o produtor quer trabalhar, quer plantar, quer criar, quer pagar, mas não consegue crédito porque o sistema fecha a porteira antes mesmo de ele entrar.

📅 PRAZO VAI ATÉ 20 DE DEZEMBRO DE 2026

A adesão ao Desenrola Rural 3 vai até 20 de dezembro de 2026.

Parece longe, mas não é hora de dormir no ponto. Quem deixar para a última hora pode enfrentar fila, dificuldade de atendimento, sistema congestionado ou falta de documentos.

O ideal é procurar logo o banco, o INCRA ou a PGFN, conforme o tipo de dívida, e verificar a possibilidade de renegociação.

🏦 ONDE O PRODUTOR DEVE PROCURAR?

O caminho depende da origem da dívida:

Dívida com banco: procurar diretamente a instituição financeira responsável pela operação;
Dívida do Pronaf: verificar junto ao banco onde o financiamento foi feito;
Crédito de Instalação: procurar o INCRA;
Dívida Ativa da União: acessar o portal Regularize, da PGFN.

Cada caso tem uma porta de entrada. O produtor precisa conferir onde está o débito antes de tentar negociar.

🌱 MAIS QUE LIMPAR O NOME, É VOLTAR A PRODUZIR

O Desenrola Rural 3 não é apenas uma renegociação de dívida. Para muitos pequenos produtores, ele pode representar a retomada da vida produtiva.

Sem crédito, o agricultor fica sem condições de comprar insumos, investir na propriedade, cuidar do rebanho, melhorar a produção ou atravessar períodos difíceis. E quando o pequeno produtor para, quem sente é a família, o comércio local e toda a economia rural.

Por isso, essa nova etapa pode ser um alívio importante para milhares de famílias que vivem da terra e precisam de uma chance real para reorganizar a vida financeira.

🚨 CUIDADO COM PROMESSA MILAGROSA

Também fica o alerta: produtor rural deve fugir de atravessadores, promessas fáceis e gente querendo cobrar para “resolver tudo”.

O programa existe, mas tem regra.
O desconto depende do tipo da dívida.
A negociação depende do enquadramento.
E o atendimento deve ser feito pelos canais oficiais.

Quem tiver dúvida deve procurar o banco, sindicato rural, assistência técnica, INCRA, órgãos públicos competentes ou canais oficiais da PGFN.

📢 O RECADO É DIRETO

O Desenrola Rural 3 pode ser uma grande oportunidade para quem está com dívida rural, CPF restrito ou dificuldade

🚧 BR-020 ENTRE FORMOSA E BARREIRAS VOLTA AO CENTRO DAS DISCUSSÕES E DUPLICAÇÃO GANHA FORÇA POLÍTICA

“Estradas não carregam apenas caminhões; carregam o futuro econômico de uma região inteira.” — adaptação inspirada em ideias de Washington Luís

Resumo da Matéria

A tão aguardada duplicação da BR-020, no trecho entre Formosa (GO) e Barreiras (BA), voltou ao centro das discussões em Brasília e reacendeu a esperança de milhares de motoristas, produtores rurais, transportadoras e moradores que dependem diariamente da rodovia.

Segundo informações divulgadas pelo deputado federal José Nelto, o leilão da concessão da BR-020 está oficialmente previsto para agosto de 2027, mas existe a possibilidade real de antecipação para março do mesmo ano.

A informação foi divulgada após reunião realizada no Ministério dos Transportes com o ministro George Santoro, contando ainda com a presença de prefeitos goianos, do senador Vanderlan Cardoso e da deputada federal Lídice da Mata.

📍 O trecho discutido é considerado estratégico para o agronegócio brasileiro, ligando importantes regiões produtoras do Nordeste Goiano ao Oeste da Bahia, uma das áreas agrícolas que mais crescem no país.

🌾 UMA RODOVIA ESSENCIAL PARA O AGRO E PARA A ECONOMIA

Quem percorre a BR-020 conhece a realidade:

  • tráfego pesado de carretas;
  • aumento constante do fluxo;
  • longas filas atrás de caminhões;
  • riscos frequentes de acidentes;
  • desgaste da pista em diversos pontos.

A rodovia se tornou um dos principais corredores logísticos para o escoamento de grãos, insumos agrícolas, combustíveis e mercadorias.

Segundo declarações apresentadas durante as discussões, os estudos iniciais apontam crescimento de até 40% no fluxo de veículos nos próximos anos, impulsionado principalmente pelo avanço do agronegócio.

⚠️ MAS É IMPORTANTE MANTER OS PÉS NO CHÃO

Apesar do avanço político e do discurso otimista, ainda não existe confirmação oficial de:

  • edital publicado;
  • cronograma definitivo da obra;
  • traçado oficial da duplicação;
  • valores dos investimentos;
  • localização das futuras praças de pedágio;
  • datas oficiais de início das obras.

Ou seja: o projeto ganhou musculatura política, mas ainda depende da consolidação técnica pela ANTT e pelo Governo Federal.

Na prática, o que existe hoje é uma sinalização forte de que a concessão saiu do campo da promessa distante e começou efetivamente a entrar na pauta nacional de infraestrutura.

🛣️ OESTE DA BAHIA OBSERVA COM EXPECTATIVA

Para cidades como Barreiras, Luís Eduardo Magalhães, São Desidério, Formosa do Rio Preto e toda a região produtora do Matopiba, a duplicação da BR-020 pode representar:

  • redução de acidentes;
  • melhoria logística;
  • valorização econômica;
  • atração de novos investimentos;
  • maior competitividade para o agronegócio.

Agora resta acompanhar se a velocidade das promessas em Brasília conseguirá finalmente alcançar a velocidade da necessidade real de quem enfrenta a BR-020 todos os dias.

Porque uma coisa é certa:
a importância da BR-020 já cresceu faz tempo. O que ainda tenta alcançar essa realidade é a infraestrutura.

🏗️ ENTRE PROMESSAS E ESPERANÇA, BAIANÓPOLIS VOLTA A SONHAR COM NOVAS OBRAS

“A esperança tem duas filhas lindas: a indignação e a coragem. A indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão. A coragem, a mudá-las.” — Santo Agostinho

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Foi publicado no Diário Oficial — Edição Nº 670 | Caderno II | Ano XIX — no dia de hoje, uma série de avisos de licitação envolvendo importantes obras e melhorias para o município de Baianópolis. 📄🏛️

Entre os projetos anunciados estão:
✅ construção da nova rodoviária municipal;
✅ revitalização do mercado municipal;
✅ construção de praças;
✅ reparos no Hospital Senhor do Bonfim;
🚧 além de obras de infraestrutura e pavimentação que também chegaram a ser publicadas inicialmente.

Porém, o próprio Diário Oficial trouxe posteriormente um aviso de cancelamento de publicação referente a algumas dessas obras, entre elas:
⚠️ mercado municipal de Vereda/Sapé;
⚠️ construção de bueiros/passagens molhadas em Bebedouro;
⚠️ e pavimentação asfáltica na sede do município.

Mesmo diante disso, fica a esperança de que esse cancelamento seja apenas temporário e que essas obras tão aguardadas pela população realmente venham a acontecer futuramente. 🙏🏽🏗️

Baianópolis é uma cidade que há anos carrega demandas históricas por melhorias na infraestrutura urbana e rural. A gestão passada demonstrou que, com responsabilidade, planejamento e administração correta, é possível transformar o município em um verdadeiro canteiro de obras rumo ao desenvolvimento. Por isso, quando novos projetos começam a surgir, nasce também na população um sentimento de expectativa, esperança e o desejo de ver Baianópolis continuar avançando em direção a dias melhores.🌱🏘️

A construção de uma rodoviária moderna, melhorias no hospital, novas praças e investimentos em infraestrutura podem representar mais conforto, mobilidade, desenvolvimento e qualidade de vida para a população. 🚍🌳✨

O Dubai em Pauta entende que o momento não deve ser apenas de críticas, mas também de reconhecer aquilo que pode trazer benefícios reais para o município. E por isso deixamos aqui nossos parabéns pela iniciativa de buscar investimentos e colocar projetos importantes em pauta. 👏🏽🤝🏽

Ao mesmo tempo, seguimos atentos e vigilantes. 👀⚖️

Nosso papel continuará sendo acompanhar:
📌 os processos licitatórios;
📌 os valores contratados;
📌 as empresas vencedoras;
📌 os prazos de execução;
📌 e a qualidade final das obras entregues.

Fiscalizar não é ser contra. Fiscalizar é garantir que aquilo que foi prometido realmente aconteça da maneira correta e beneficie quem mais importa: a população. 🏛️✅

Que as obras saiam do papel, avancem com transparência e tragam melhorias verdadeiras para Baianópolis. A cidade precisa disso. O povo merece isso. 🙌🏽✨