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🚨 BAIANÓPOLIS VIVE SITUAÇÃO INSUSTENTÁVEL COM CACHORROS SOLTOS NAS RUAS, E A OMISSÃO DO PODER PÚBLICO PRECISA ACABAR

“Quando a lei diz que o Município é responsável e os cães continuam abandonados nas ruas, o problema deixa de ser falta de norma e passa a ser falta de ação.”

🐕 NÃO É “PROBLEMA DE CACHORRO”. É SAÚDE PÚBLICA, SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE MUNICIPAL.

Baianópolis chegou a um ponto em que não dá mais para fingir normalidade.

A sede municipal convive diariamente com inúmeros cachorros soltos pelas ruas, praças, portas de comércios, proximidades de escolas, unidades públicas e locais de grande circulação. A situação deixou de ser apenas incômoda. Hoje, é insustentável.

E o pior: os povoados e distritos seguem pelo mesmo caminho.

O problema que hoje salta aos olhos na sede começa a se espalhar também para as comunidades do interior do município, onde animais abandonados, cães com tutores negligentes e ausência de controle público começam a criar o mesmo cenário de risco, sofrimento e abandono.

A pergunta é direta:

ATÉ QUANDO BAIANÓPOLIS VAI EMPURRAR ESSE PROBLEMA COM A BARRIGA?

Porque cachorro solto na rua não é detalhe. Não é paisagem urbana. Não é assunto pequeno. É risco real para crianças, idosos, motociclistas, pedestres, comerciantes, moradores e para os próprios animais.

⚠️ A SITUAÇÃO DA SEDE ESTÁ FORA DE CONTROLE

Quem anda pela sede de Baianópolis vê.

Cães circulando em grupos. Animais deitados no meio da rua. Cachorros revirando lixo. Alguns magros, doentes, machucados ou claramente abandonados. Outros possuem donos, mas vivem soltos como se a rua fosse extensão do quintal.

Essa realidade cria um ambiente perigoso.

Pode haver mordidas.
Pode haver ataques.
Pode haver acidentes com motociclistas.
Pode haver atropelamentos.
Pode haver transmissão de zoonoses.
Pode haver aumento de pulgas, carrapatos e parasitas.
Pode haver sujeira nas vias públicas.
Pode haver sofrimento animal.

E quando isso acontecer com gravidade, não adianta o poder público aparecer depois com discurso pronto, nota bonita e cara de surpresa.

O problema está anunciado.

E problema anunciado, quando não é enfrentado, vira omissão.

🏥 SAÚDE PÚBLICA NÃO COMEÇA SÓ NO POSTO DE SAÚDE

Existe uma visão atrasada de que saúde pública se resume a consulta, remédio e posto aberto. Não é.

Saúde pública também é prevenção.

É controle de zoonoses.
É vacinação animal.
É castração.
É vigilância sanitária.
É limpeza urbana.
É educação da população.
É controle de riscos antes que alguém seja mordido, atropelado ou infectado.

Cachorros abandonados nas ruas podem representar risco de doenças, acidentes e agressões. Também podem sofrer maus-tratos, fome, sede, atropelamento e envenenamento.

Ou seja: a população sofre, os animais sofrem e a cidade inteira paga a conta da falta de planejamento.

E aqui precisa ser dito com clareza: não existe gestão séria quando o problema está na rua todo dia e ninguém apresenta uma solução concreta.

📜 A LEI MUNICIPAL DIZ QUE A RESPONSABILIDADE É DO MUNICÍPIO

O ponto mais grave é que Baianópolis não está sem lei.

O município possui o Código Ambiental Municipal, instituído pela Lei nº 333/2024, de 12 de novembro de 2024.

Essa lei criou a Política Municipal de Meio Ambiente, estabeleceu princípios, objetivos, diretrizes e criou o Sistema Municipal de Meio Ambiente.

E dentro dessa lei existe um dispositivo direto sobre o tema.

O artigo 233 afirma que o Município é responsável pela proteção da fauna doméstica.

Mais do que isso: a lei determina que o Município deve promover acolhimento em casos de maus-tratos e abandono, mediante criação de abrigos com assistência veterinária, realização de campanhas de adoção, castração, controle de zoonoses e outras ações.

Está escrito.

Não é favor.
Não é promessa de campanha.
Não é bondade administrativa.
É obrigação legal.

Então a pergunta que precisa ser feita, sem rodeio, é:

SE A LEI MUNICIPAL MANDA O MUNICÍPIO AGIR, POR QUE A POPULAÇÃO CONTINUA VENDO CACHORROS SOLTOS, ABANDONADOS E SEM CONTROLE PELAS RUAS DE BAIANÓPOLIS?

🧾 A RESPONSABILIDADE TEM NOME, ENDEREÇO E CARGO

Essa situação não pode ser jogada apenas nas costas da população ou dos protetores independentes.

É evidente que os tutores têm responsabilidade. Quem abandona animal ou deixa cachorro solto na rua precisa responder por isso. Tutor negligente também faz parte do problema.

Mas o poder público não pode se esconder atrás da culpa individual para justificar a própria falta de ação.

A responsabilidade envolve:

Prefeitura Municipal, que deve coordenar a política pública, garantir orçamento, estruturar ações e dar resposta concreta;

Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, que é órgão executor da política ambiental e tem obrigação de atuar;

Secretaria Municipal de Saúde, porque o tema envolve zoonoses, risco sanitário e proteção da população;

Vigilância Sanitária e Vigilância Epidemiológica, porque a presença descontrolada de animais nas ruas pode gerar risco coletivo;

Conselho Municipal de Meio Ambiente, que deve discutir, propor, acompanhar e cobrar políticas ambientais;

Câmara de Vereadores, que tem obrigação de fiscalizar, cobrar providências, convocar secretários, propor soluções e exigir orçamento;

Ministério Público, que pode ser provocado caso a omissão continue;

tutores de animais, que devem ser responsabilizados quando abandonam ou deixam seus cães soltos, colocando a população e os próprios animais em risco.

Responsabilidade compartilhada não significa bagunça institucional.

Significa que cada órgão tem uma parte a cumprir.

E, até agora, o que a população vê nas ruas é que a parte mais visível tem sido a ausência de ação.

🏛️ E A CÂMARA DE VEREADORES, VAI CONTINUAR CALADA?

A Câmara de Vereadores de Baianópolis precisa sair da zona de conforto.

O papel do vereador não é apenas aparecer em evento, fazer discurso bonito e votar projeto quando chega pronto.

Vereador existe para fiscalizar.

E fiscalizar também é cobrar política pública para controle de animais abandonados e soltos nas ruas.

A Câmara precisa exigir da Prefeitura respostas objetivas:

Existe programa municipal de castração?
Existe abrigo municipal ou convênio com entidades?
Existe orçamento para fauna doméstica?
Existe levantamento dos animais abandonados na sede?
Existe levantamento nos povoados e distritos?
Existe campanha de vacinação e controle de zoonoses?
Existe fiscalização contra abandono?
Existe multa para tutor negligente?
Existe plano de ação da Secretaria de Meio Ambiente?
Existe participação da Secretaria de Saúde?
Existe alguma ação concreta ou só conversa?

Se não existe, a Câmara precisa cobrar.

Se existe, precisa mostrar.

Porque fiscalizar não é favor ao povo. É obrigação do mandato.

A cidade não precisa de vereador decorativo. Precisa de vereador que cobre, protocole, questione, pressione e acompanhe resultado.

🐾 OS PROTETORES NÃO PODEM CONTINUAR SOZINHOS

Em muitas cidades, quem segura esse problema nas costas são protetores independentes.

Gente que tira dinheiro do próprio bolso.
Gente que alimenta animal abandonado.
Gente que leva para veterinário.
Gente que resgata animal atropelado.
Gente que busca adoção.
Gente que faz mais com quase nada do que o poder público faz com estrutura.

Isso é bonito pelo lado humano, mas vergonhoso pelo lado administrativo.

Porque voluntário ajuda. Mas voluntário não substitui política pública.

A própria lei municipal prevê responsabilidade do Município pela proteção da fauna doméstica. Portanto, se há pessoas ou entidades acolhendo animais abandonados, o mínimo que se espera é apoio técnico, financeiro e institucional.

Não dá para o poder público aplaudir protetor em público e abandonar protetor na prática.

🚫 ABANDONO É CRUELDADE, NÃO É “COSTUME”

Também é preciso falar dos tutores irresponsáveis.

Tem gente que pega cachorro e depois larga na rua.
Tem gente que deixa o animal sair todo dia sem controle.
Tem gente que não vacina.
Tem gente que não castra.
Tem gente que permite reprodução desordenada e depois abandona filhote.

Isso não pode ser tratado como normal.

Abandono é crueldade.
Maus-tratos são crime.
Negligência também gera consequência.

Mas para responsabilizar, o município precisa ter regra clara, fiscalização funcionando, canal de denúncia, campanhas educativas e aplicação real de medidas.

Sem fiscalização, a cidade vira terra do “cada um faz o que quer”.

E quem paga a conta é a população.

📍 SEDE HOJE, POVOADOS E DISTRITOS AMANHÃ

A sede de Baianópolis já vive uma situação insustentável.

Mas o alerta precisa ser ampliado: os povoados e distritos seguem o mesmo caminho.

Quando o problema não é enfrentado no início, ele cresce. E quando cresce, fica mais caro, mais difícil e mais perigoso resolver.

O que hoje se vê com força na sede pode se multiplicar nas comunidades rurais, nos distritos, nos povoados e nas localidades mais afastadas.

Por isso, a solução não pode ser apenas uma ação pontual na sede.

O município precisa de um plano completo.

Sede. Povoados. Distritos. Zona rural.

Baianópolis inteira precisa ser incluída.

Porque política pública que só funciona no centro não resolve o município. No máximo, tira o problema da foto.

✅ O QUE PRECISA SER FEITO

Baianópolis precisa de ação concreta, com começo, meio, fim, orçamento e responsável.

O mínimo necessário inclui:

  • levantamento oficial dos cães soltos na sede;
  • levantamento nos povoados e distritos;
  • identificação dos pontos críticos;
  • programa permanente de castração;
  • campanha de vacinação;
  • campanha de adoção responsável;
  • cadastro de tutores;
  • fiscalização contra abandono e maus-tratos;
  • multa para tutor que deixa animal solto;
  • canal oficial para denúncias;
  • parceria com clínicas veterinárias;
  • apoio aos protetores independentes;
  • abrigo municipal ou convênio para acolhimento temporário;
  • controle efetivo de zoonoses;
  • educação ambiental nas escolas;
  • campanhas nos povoados, distritos e zona rural;
  • relatório público das ações realizadas.

Isso não é exagero.

É o básico.

E o básico, em Baianópolis, já está atrasado.

🔥 CHEGA DE DISCURSO. A LEI JÁ EXISTE.

O mais revoltante é isso: a lei já existe.

O Código Ambiental Municipal já diz que o Município é responsável pela proteção da fauna doméstica.

Então não falta lei.

Falta execução.
Falta cobrança.
Falta fiscalização.
Falta prioridade.
Falta vontade política.
Falta a Câmara agir com a força que o mandato exige.
Falta o poder público tratar o problema com a seriedade que ele merece.

E quando uma lei existe, mas não sai do papel, ela vira enfeite de gaveta.

Baianópolis não precisa de lei para inglês ver. Precisa de política pública para o povo ver.

📢 A POPULAÇÃO QUER RESPOSTA

A situação dos cachorros soltos nas ruas da sede municipal não pode continuar sendo empurrada.

Os povoados e distritos não podem esperar o problema explodir para só depois alguém lembrar que existe gestão pública.

A Prefeitura precisa apresentar um plano.

A Secretaria de Meio Ambiente precisa dizer o que está fazendo.

A Secretaria de Saúde precisa explicar como está tratando o risco de zoonoses.

A Vigilância Sanitária precisa se posicionar.

O Conselho de Meio Ambiente precisa discutir o tema.

E a Câmara de Vereadores precisa cobrar, fiscalizar e parar de assistir de camarote.

Porque a cidade já viu o problema.

A população já sente o problema.

Os animais já sofrem o problema.

Só falta o poder público agir como se o problema também fosse dele.

E pela lei municipal, é.

🚨 DUBAI EM PAUTA

Baianópolis precisa tratar a situação dos cachorros soltos como o que ela realmente é: uma questão de saúde pública, segurança, meio ambiente e responsabilidade administrativa.

A sede municipal está no limite.

Os povoados e distritos seguem o mesmo caminho.

E a omissão, quando fica escancarada, também late.

Late nas ruas, late nas praças, late na porta das casas e late na consciência de quem tem poder para resolver, mas ainda não resolveu.

🚨 GOVERNO LIBERA R$ 337 MILHÕES PARA COMBATER INCÊNDIOS, DESMATAMENTO E REFORÇAR A FISCALIZAÇÃO AMBIENTAL NO BRASIL

“Quando o fogo avança, promessa não apaga incêndio. O que apaga é planejamento, estrutura, fiscalização e coragem para agir antes da tragédia.”

🌳 DINHEIRO VAI PARA IBAMA E ICMBIO EM MEIO AO AVANÇO DAS QUEIMADAS E DA PRESSÃO SOBRE OS BIOMAS BRASILEIROS

O Governo Federal publicou uma medida provisória abrindo R$ 337,4 milhões em crédito extraordinário para fortalecer ações de combate a incêndios florestais, controle do desmatamento e fiscalização ambiental em todo o país.

A informação foi divulgada pela Agência Brasil e confirmada em documentos oficiais do Governo Federal. O recurso será destinado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, com execução principalmente pelo Ibama e pelo ICMBio.

🔥 PARA ONDE VAI O DINHEIRO?

Do total liberado:

R$ 194,4 milhões serão destinados ao Ibama;
R$ 143,1 milhões serão destinados ao ICMBio;
✅ O valor total chega a R$ 337.483.432,00.

O dinheiro será usado para ações de prevenção e combate a incêndios florestais, fiscalização ambiental, controle do desmatamento, estruturação de equipes, contratação de profissionais, compra de equipamentos, monitoramento, diárias, passagens, logística e atuação em campo.

🚁 IBAMA TERÁ A MAIOR FATIA DOS RECURSOS

O Ibama ficará com a maior parte do valor: R$ 194,4 milhões.

Esse recurso deverá reforçar operações em áreas consideradas prioritárias, especialmente onde há risco de incêndios florestais, desmatamento ilegal e pressão sobre áreas federais.

Na prática, isso pode significar mais equipes em campo, mais operações, mais fiscalização, mais brigadistas e mais estrutura para agir antes que o fogo vire tragédia.

Porque no Brasil, quando o fogo chega, não adianta discurso bonito. Tem que ter gente, equipamento e dinheiro. O resto é fumaça.

🏞️ ICMBIO RECEBERÁ R$ 143 MILHÕES

O ICMBio, responsável pela gestão das unidades de conservação federais, receberá R$ 143,1 milhões.

O recurso será usado em ações de fiscalização ambiental e no combate e prevenção de incêndios dentro de unidades de conservação federais. Também está prevista a aplicação em capacitação de equipes, aquisição de equipamentos, contratação de profissionais e suporte logístico.

Ou seja: parques nacionais, reservas federais e áreas protegidas devem receber reforço para enfrentar o período crítico das queimadas.

⚖️ MEDIDA TAMBÉM CUMPRE DECISÕES DO STF

A liberação dos recursos também está ligada ao cumprimento de decisões do Supremo Tribunal Federal, especialmente em ações que cobram do governo federal medidas mais efetivas contra incêndios florestais e desmatamento, com destaque para biomas como Amazônia e Pantanal.

A pressão judicial existe porque o problema deixou de ser apenas ambiental. Virou questão de saúde pública, segurança climática, proteção territorial e responsabilidade do Estado.

🌎 O QUE ISSO MUDA NA PRÁTICA?

A medida pode ampliar a presença de órgãos ambientais federais em campo.

Isso significa:

✅ mais combate a incêndios florestais;
✅ mais fiscalização contra desmatamento ilegal;
✅ mais atuação em unidades de conservação;
✅ mais estrutura para brigadistas;
✅ mais monitoramento ambiental;
✅ mais pressão sobre áreas rurais irregulares.

Para quem trabalha certo, com documentação ambiental em dia, isso é proteção.

Para quem aposta no “ninguém vai ver”, a conta pode chegar. E geralmente chega com auto de infração, embargo e dor de cabeça.

🚜 RECADO AO PRODUTOR RURAL

O produtor rural que possui CAR regular, licença ambiental, autorização de supressão quando necessária, reserva legal definida, APP respeitada e documentação organizada não deve enxergar fiscalização como inimiga.

O problema é outro: área aberta sem autorização, queimada irregular, reserva legal bagunçada, CAR inconsistente, supressão sem processo e uso do fogo como se ainda estivéssemos nos anos 80.

O Brasil mudou. A fiscalização mudou. O satélite não dorme. E agora tem mais dinheiro para colocar a operação na rua.

🧯 COMBATE AO FOGO PRECISA COMEÇAR ANTES DA FUMAÇA

Incêndio florestal não se combate apenas quando a chama já está alta.

Combate de verdade começa com prevenção, aceiro, monitoramento, brigada treinada, equipamento, planejamento e fiscalização.

Quando o fogo toma conta, quem paga a conta é o meio ambiente, o produtor, o município, a saúde pública e a economia local.

📌 O PONTO CENTRAL

A liberação dos R$ 337 milhões mostra que o governo está colocando recurso em uma das áreas mais sensíveis do país: o enfrentamento aos incêndios florestais e ao desmatamento.

Mas o dinheiro, sozinho, não resolve.

Será preciso execução eficiente, fiscalização justa, transparência no uso dos recursos e presença real em campo.

Porque no papel tudo é bonito. O teste de verdade começa quando a fumaça sobe.

📰 DUBAI EM PAUTA

O tema é ambiental, mas o recado é para todos: governo, produtor, município e sociedade.

Com mais recursos para Ibama e ICMBio, o país deve entrar em uma nova fase de reforço na fiscalização ambiental.

Quem está regularizado, segue trabalhando.

Quem insiste no improviso, melhor abrir o olho.

Porque agora o fogo não será o único sinal de alerta. A fiscalização também vem quente.

🚨 VACINA DO BUTANTAN NO SUS: O QUE É FATO, O QUE ESTÁ SOB INVESTIGAÇÃO E ONDE ESTÁ A POLÊMICA

“A ciência exige provas. A política exige versões. O Brasil precisa descobrir qual delas está conduzindo esse debate.”

A suspensão temporária da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan abriu um debate nacional que vai muito além dos eventos adversos registrados após a aplicação do imunizante.

De um lado, o Ministério da Saúde afirma que a medida foi tomada por precaução, seguindo os protocolos internacionais de farmacovigilância. Do outro, especialistas e ex-integrantes do governo questionam se a vacina foi incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS) observando todas as etapas previstas na legislação brasileira.

Mas afinal, o que realmente aconteceu?

🦟 O QUE MOTIVOU A SUSPENSÃO?

No dia 8 de junho de 2026, o Ministério da Saúde anunciou a suspensão temporária da estratégia de vacinação com a Butantan-DV, vacina brasileira contra a dengue aplicada em dose única.

Segundo o governo federal, foram identificados 42 casos considerados incompatíveis com os resultados observados nos estudos clínicos da vacina. Desses casos, três foram classificados como graves, incluindo dois óbitos que ainda permanecem sob investigação.

Até o momento, não existe comprovação científica de que as mortes tenham sido causadas pela vacina.

O próprio Ministério da Saúde destacou que a suspensão foi adotada como medida preventiva enquanto são realizados estudos mais aprofundados para verificar eventual relação entre os eventos registrados e a vacinação.

Mais de 500 mil doses haviam sido aplicadas até o final de maio.

🔬 A VACINA FOI REPROVADA PELA ANVISA?

Não.

A vacina continua com registro válido na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O imunizante recebeu autorização regulatória em dezembro de 2025 após passar pelas análises de segurança, eficácia e qualidade exigidas para o registro sanitário no Brasil.

Portanto, a suspensão atual não significa cancelamento do registro nem reconhecimento de falha comprovada da vacina.

O que existe é uma investigação em andamento.

⚖️ ONDE ESTÁ A CONTROVÉRSIA?

A principal discussão não está ligada aos eventos adversos.

Ela gira em torno do processo utilizado para levar a vacina ao SUS.

Pela legislação brasileira, o registro na Anvisa é apenas uma das etapas necessárias para que um medicamento ou vacina seja disponibilizado na rede pública.

A Lei nº 12.401/2011 determina que a incorporação de novas tecnologias ao SUS deve passar pela análise da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), responsável por avaliar eficácia, segurança, impacto econômico e viabilidade de utilização em larga escala.

Foi justamente nesse ponto que surgiram os questionamentos.

📋 O QUE A CONITEC APROVOU?

Os documentos públicos disponíveis mostram que a vacina analisada e incorporada ao SUS pela Conitec em 2023 foi a Qdenga (TAK-003), produzida pela farmacêutica Takeda.

Essa vacina possui características diferentes da Butantan-DV:

✅ Fabricante diferente

✅ Tecnologia diferente

✅ Esquema vacinal de duas doses

✅ Registro próprio na Anvisa

Já a vacina do Butantan é um imunizante distinto, desenvolvido por outro laboratório e aplicado em dose única.

Por isso, críticos da estratégia adotada pelo Ministério da Saúde sustentam que a Butantan-DV deveria ter sido submetida a uma avaliação específica da Conitec antes de sua utilização no SUS.

🏛️ O QUE DIZ O MINISTÉRIO DA SAÚDE?

O Ministério da Saúde possui entendimento diferente.

Em documentos técnicos publicados para orientar a vacinação, a pasta afirma que a tecnologia vacinal contra a dengue já se encontrava incorporada ao SUS pela Conitec, permitindo a ampliação da estratégia após o registro da vacina do Butantan.

Em outras palavras, o governo entende que a incorporação da tecnologia já teria ocorrido anteriormente.

Os críticos, por sua vez, argumentam que uma vacina nova não pode ser automaticamente abrangida por uma decisão tomada para outro produto.

🔎 HÁ ILEGALIDADE COMPROVADA?

Até o momento, não.

Não existe decisão judicial, manifestação da Controladoria-Geral da União, do Tribunal de Contas da União ou de qualquer órgão de controle declarando ilegal a utilização da vacina do Butantan no SUS.

O que existe é uma controvérsia jurídica e administrativa legítima sobre a interpretação da legislação que regula a incorporação de tecnologias em saúde.

Portanto, afirmar que houve ilegalidade seria, neste momento, precipitado.

Mas também é verdadeiro afirmar que existem questionamentos técnicos relevantes que ainda aguardam esclarecimentos oficiais.

📌 O QUE SABEMOS ATÉ AGORA

✔️ A vacina do Butantan continua registrada na Anvisa.

✔️ A suspensão foi preventiva e motivada por investigação de eventos adversos.

✔️ Não há comprovação de que as mortes investigadas tenham sido causadas pela vacina.

✔️ A Conitec aprovou formalmente a vacina Qdenga, da Takeda, em 2023.

✔️ Existe debate jurídico sobre a necessidade ou não de uma análise específica da Conitec para a Butantan-DV.

✔️ Nenhum órgão oficial declarou ilegal a utilização da vacina no SUS até o momento.

Enquanto a investigação avança, a principal recomendação continua sendo a mesma: aguardar os resultados técnicos e científicos antes de qualquer conclusão definitiva.

Porque, em saúde pública, decisões devem ser tomadas com base em evidências — e não em paixões políticas.

🌱 NOVA BRAQUIÁRIA DA EMBRAPA CHEGA AO CAMPO E PODE SER BOA NOTÍCIA PARA O PEQUENO PRODUTOR DO CERRADO

“A terra não pertence ao homem; é o homem que pertence à terra.”

🚜 BRS CARINÁS FOI APRESENTADA NA TECNOFAM 2026 E SURGE COMO OPÇÃO PARA SOLOS ÁCIDOS, FRACOS E DE BAIXA FERTILIDADE

A Embrapa Gado de Corte apresentou durante a Tecnofam 2026, realizada em Dourados/MS, uma novidade que merece a atenção dos pecuaristas brasileiros, principalmente daqueles que trabalham em regiões de Cerrado, onde o solo muitas vezes é ácido, pobre em nutrientes e exige escolhas certeiras para não transformar investimento em prejuízo.

A novidade é a BRS Carinás, uma nova cultivar híbrida de Brachiaria decumbens, também conhecida tecnicamente como Urochloa decumbens.

Na prática, estamos falando de uma nova braquiária desenvolvida para ampliar as opções de pastagem em áreas de baixa a média fertilidade, especialmente em solos típicos do Cerrado.

E isso não é pouca coisa.

Para o pequeno produtor, que muitas vezes não tem recurso sobrando para grandes correções de solo, adubações pesadas ou sistemas altamente tecnificados, uma cultivar mais rústica, produtiva e adaptada pode fazer diferença no bolso.


🌾 BRS CARINÁS: UMA EVOLUÇÃO DA VELHA BRAQUIÁRIA DECUMBENS

A BRS Carinás chega como uma evolução da tradicional Brachiaria decumbens cv. Basilisk, aquela velha conhecida de muitos produtores, também chamada em várias regiões de braquiarinha ou australiana.

A Basilisk sempre teve uma grande vantagem: aguenta desaforo.

Ela é rústica, conhecida, fácil de manejar e historicamente usada em áreas mais fracas. Só que também tem seus limites. Em solos muito pobres, sem correção e sem reposição mínima de nutrientes, ela perde força, reduz produção e o pasto vai ficando cansado.

É aí que a BRS Carinás entra no jogo.

Segundo informações técnicas da Embrapa, a nova cultivar apresenta boa adaptação a solos ácidos, baixa a média fertilidade e baixos teores de fósforo, além de responder positivamente quando o produtor consegue fazer uma adubação fosfatada.

Ou seja: ela foi pensada justamente para o cenário que muitos pequenos produtores conhecem bem.


POR QUE ESSA NOVIDADE IMPORTA PARA O CERRADO?

O Cerrado brasileiro é uma potência agropecuária, mas ninguém que trabalha no campo pode ignorar uma verdade simples:

o solo do Cerrado, naturalmente, não entrega tudo de graça.

Muitas áreas possuem:

alta acidez;
baixo teor de fósforo;
baixa fertilidade natural;
necessidade de calagem;
pastagens antigas e degradadas;
dificuldade de investimento por parte do pequeno produtor.

Por isso, escolher o capim certo é uma decisão estratégica.

Não adianta plantar uma cultivar exigente em solo fraco e depois culpar a chuva, o vendedor de semente ou o vizinho.

Capim errado no lugar errado é prejuízo anunciado.

A BRS Carinás surge justamente como uma alternativa para áreas onde o produtor precisa de uma pastagem mais rústica, mas sem abrir mão de melhor produção de forragem.


🐂 O QUE A BRS CARINÁS PROMETE ENTREGAR?

A nova braquiária da Embrapa chama atenção por algumas características importantes:

boa adaptação ao Cerrado;
tolerância a solos ácidos;
bom desempenho em baixa a média fertilidade;
maior produção de forragem em relação à Basilisk;
maior produção de folhas;
potencial para maior taxa de lotação;
possibilidade de maior ganho de peso por área;
uso em pastagens solteiras;
uso em integração lavoura-pecuária;
produção de palhada para sistemas integrados.

Na linguagem direta do campo:

é uma braquiária feita para trabalhar onde o solo não ajuda muito.

Mas atenção: isso não significa milagre.


⚠️ NÃO EXISTE CAPIM MILAGROSO

É aqui que muita gente se empolga e depois quebra a cara.

A BRS Carinás é uma novidade importante? Sim.

Pode ajudar muito o pequeno produtor? Pode.

É melhor que muitas opções em solos pobres do Cerrado? Pode ser.

Mas ela não dispensa o básico.

O produtor ainda precisa fazer:

análise de solo;
calagem, quando necessária;
correção mínima de fósforo;
uso de semente de qualidade;
controle de formigas e pragas;
manejo correto da lotação;
descanso adequado do pasto.

Sem isso, até capim bom vira tapete ralo.

Ou seja: a cultivar ajuda, mas quem manda no resultado é o manejo.


🌱 E AS OUTRAS OPÇÕES DE CAPIM PARA SOLOS POBRES DO CERRADO?

A chegada da BRS Carinás não significa que os outros capins deixam de ter importância.

Cada cultivar tem seu lugar.

O erro está em escolher capim no “ouvi dizer”.

🥇 1º — BRS CARINÁS

Hoje, para solo ácido, fraco, de baixa fertilidade e típico do Cerrado, a BRS Carinás aparece como uma das melhores opções técnicas.

Ela foi desenvolvida justamente para esse perfil de área e chega como alternativa moderna à antiga Brachiaria decumbens Basilisk.

Para o pequeno produtor, é uma das opções mais promissoras.

Resumo na lata:
se o solo é fraco, ácido e o produtor precisa de rusticidade, a BRS Carinás merece prioridade na análise.


🥈 2º — BRAQUIÁRIA DECUMBENS BASILISK

A velha Basilisk continua sendo uma opção segura.

Ela é rústica, conhecida, tradicional e ainda atende muitos pequenos produtores.

É aquele capim que não gosta de luxo, mas também não faz milagre.

Em solos pobres, pode funcionar bem, principalmente quando o produtor não encontra a BRS Carinás ou quando o custo da semente nova ainda está alto.

Mas, tecnicamente, a tendência é que a BRS Carinás ocupe o espaço da Basilisk com mais desempenho.


🥉 3º — HUMIDICOLA / BRS TUPI

A humidicola e a BRS Tupi são boas opções para áreas mais úmidas, baixadas ou solos com drenagem ruim.

Elas são rústicas e fecham bem o solo.

Porém, nem sempre entregam o mesmo desempenho produtivo de outras cultivares, principalmente quando o objetivo é ganhar peso com mais intensidade.

Onde entram bem?
Em áreas que encharcam ou onde outros capins sofrem com excesso de umidade.


🌿 4º — MARANDU

O Marandu é um dos capins mais famosos do Brasil.

Produz bem, é conhecido, tem boa aceitação e pode formar excelentes pastagens.

Mas tem um detalhe importante:

não é a melhor escolha para solo pobre sem correção.

O Marandu gosta de solo melhor cuidado, bem drenado e com fertilidade mais ajustada.

Para pequeno produtor com pouco investimento, pode até funcionar, mas tende a sofrer se for jogado em solo fraco sem preparo.


🚜 5º — PIATÃ, XARAÉS E OUTRAS BRIZANTHAS

O Piatã, o Xaraés e outras cultivares de Brachiaria brizantha são boas opções para sistemas mais tecnificados.

São produtivas, modernas e podem dar ótimo resultado.

Mas geralmente exigem mais investimento, melhor fertilidade e manejo mais cuidadoso.

Para solo pobre “raiz”, sem calagem e sem fósforo, não seriam a primeira escolha.


📌 QUAL A MELHOR ESCOLHA PARA O PEQUENO PRODUTOR?

De forma prática, a recomendação fica assim:

SITUAÇÃO DA ÁREAMELHOR OPÇÃO
Solo ácido, fraco e bem drenadoBRS Carinás
Pouco recurso e semente mais acessívelBasilisk
Área úmida ou baixadaHumidicola / BRS Tupi
Solo corrigido e produtor com mais investimentoMarandu, Piatã ou Xaraés
Integração lavoura-pecuáriaBRS Carinás

🧠 O PULO DO GATO ESTÁ NA ESCOLHA CERTA

O pequeno produtor precisa entender uma coisa:

não existe o melhor capim para todo mundo. Existe o melhor capim para cada solo, cada fazenda e cada bolso.

A BRS Carinás aparece hoje como uma excelente novidade para quem trabalha em áreas de Cerrado com solo mais fraco.

Mas antes de plantar, o produtor precisa observar:

tipo de solo;
fertilidade;
acidez;
presença de alumínio;
necessidade de fósforo;
se a área é seca ou úmida;
tipo de animal;
sistema de pastejo;
capacidade de investimento.

Escolher capim sem olhar o solo é igual comprar bota sem saber o número do pé. Pode até entrar, mas vai machucar.


🚨 A GRANDE MENSAGEM PARA O CAMPO

A nova braquiária da Embrapa chega em boa hora.

O Brasil precisa aumentar a produtividade das pastagens, recuperar áreas degradadas e produzir mais sem abrir novas áreas.

Para isso, o produtor precisa de tecnologia, mas também precisa de orientação técnica.

A BRS Carinás pode ser uma ferramenta importante nesse processo, especialmente para pequenos produtores do Cerrado que enfrentam solos pobres, ácidos e limitações de investimento.

Mas a conta só fecha quando a cultivar vem acompanhada de manejo.


CONCLUSÃO

A BRS Carinás é uma das novidades mais importantes da Embrapa para a pecuária em áreas de Cerrado.

Ela surge como alternativa moderna, rústica e promissora para solos de baixa a média fertilidade, podendo beneficiar especialmente o pequeno produtor que precisa melhorar sua pastagem sem partir diretamente para sistemas caros e altamente exigentes.

Entre as opções existentes, ela aparece hoje como uma das melhores escolhas para solo ácido, pobre e bem drenado do Cerrado.

Mas o recado final é direto:

não é só plantar capim. É cuidar do solo, escolher bem a cultivar e manejar direito.

Porque no campo, quem trata o solo como despesa acaba colhendo prejuízo.

E quem trata o solo como investimento, colhe futuro.

🚨 AVANÇO HISTÓRICO NA SAÚDE: TERAPIA CAR-T CELL BRASILEIRA ALCANÇA 87,5% DE RESPOSTA CONTRA CÂNCERES DO SANGUE E PODE ABRIR CAMINHO PARA O SUS

“A ciência não promete milagres; ela constrói caminhos onde antes só havia esperança.”

🧬 A ciência brasileira acaba de dar um passo gigante no combate aos cânceres do sangue.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, acompanhou a apresentação dos resultados preliminares da terapia CAR-T Cell desenvolvida no Brasil, um tratamento inovador que usa as próprias células de defesa do paciente para atacar o câncer.

Segundo o Ministério da Saúde, o estudo alcançou 87,5% de resposta em pacientes com cânceres hematológicos, especialmente linfoma, com redução significativa ou até desaparecimento completo dos tumores.

📌 O número impressiona, mas o que mais chama atenção é o perfil dos pacientes: pessoas que já haviam enfrentado tratamentos pesados, como quimioterapia, radioterapia e transplante, sem conseguir o resultado esperado.

A pesquisa é desenvolvida pelo Hemocentro de Ribeirão Preto, em parceria com o Instituto Butantan, USP e Ministério da Saúde, com investimento federal de R$ 100 milhões.

O tratamento é voltado, neste momento, para casos específicos de câncer do sangue, como leucemia linfoide aguda de células B e linfoma não Hodgkin de células B.

🧪 COMO FUNCIONA O TRATAMENTO

A terapia CAR-T Cell começa com a retirada de células de defesa do próprio paciente, conhecidas como linfócitos T.

Essas células são levadas ao laboratório, modificadas geneticamente e reprogramadas para reconhecer e combater as células cancerígenas. Depois, são devolvidas ao organismo do paciente com uma nova missão: localizar e atacar o câncer.

Na prática, é como transformar o sistema imunológico em uma tropa especializada contra a doença.

É medicina de ponta. É tecnologia avançada. É ciência brasileira trabalhando para salvar vidas.

⚠️ MAS É PRECISO FALAR COM RESPONSABILIDADE

Apesar do entusiasmo, é importante deixar claro: a terapia ainda não está disponível de forma ampla no SUS.

O que existe até agora é um avanço muito importante em estudo clínico, com resultados preliminares extremamente promissores.

A Anvisa passou a acompanhar o produto como inovação prioritária, o que pode acelerar a avaliação regulatória. Mas isso não significa liberação automática, nem distribuição imediata para todos os pacientes.

Para chegar oficialmente ao SUS, o tratamento ainda precisa cumprir etapas de segurança, eficácia, registro sanitário e avaliação de incorporação pela Conitec, órgão responsável por analisar tecnologias que podem entrar na rede pública.

Ou seja: a porta foi aberta, mas o caminho ainda precisa ser percorrido com seriedade.

✅ NÃO É MILAGRE. É CIÊNCIA.

Esse ponto precisa ser dito com todas as letras.

A terapia CAR-T Cell brasileira não é uma cura universal contra o câncer. Ela não serve para todos os tipos da doença.

O tratamento em estudo é direcionado a alvos específicos presentes em alguns cânceres do sangue, especialmente leucemias e linfomas de células B.

O próprio Hemocentro de Ribeirão Preto informa que essa imunoterapia não tem efetividade para outros tipos de cânceres sólidos.

A diferença entre esperança e ilusão está justamente aí: a esperança se apoia em dados reais; a ilusão vende promessa vazia.

E aqui estamos falando de ciência real, feita com pesquisa, investimento público, acompanhamento médico e responsabilidade.

🇧🇷 UM AVANÇO QUE PODE DEMOCRATIZAR O ACESSO

Hoje, terapias CAR-T já existem no mundo e também possuem registros no Brasil, mas são tratamentos de altíssimo custo, muitas vezes inacessíveis para a maioria da população.

A grande importância da pesquisa brasileira está justamente na possibilidade de desenvolver uma tecnologia nacional, feita por instituições públicas, com potencial de reduzir custos e abrir caminho para atendimento pelo SUS.

Se os resultados forem confirmados nas próximas etapas, o Brasil poderá dar um salto histórico: oferecer uma das terapias mais modernas do mundo dentro da rede pública de saúde.

Isso seria mais do que uma conquista científica.

Seria uma conquista social.

Porque tratamento moderno não pode ser privilégio de poucos. Quando a ciência avança e chega ao povo, o país inteiro ganha.

📊 O QUE SE SABE ATÉ AGORA

🔹 O estudo brasileiro apresentou 87,5% de resposta em pacientes com cânceres hematológicos, especialmente linfoma.

🔹 A pesquisa recebeu investimento de R$ 100 milhões do Ministério da Saúde.

🔹 O tratamento usa células de defesa do próprio paciente, modificadas em laboratório para combater o câncer.

🔹 A tecnologia está sendo desenvolvida pelo Hemocentro de Ribeirão Preto, Instituto Butantan, USP e Ministério da Saúde.

🔹 O foco atual está em leucemia linfoide aguda de células B e linfoma não Hodgkin de células B.

🔹 A Anvisa passou a tratar o produto como inovação prioritária.

🔹 Ainda não há incorporação ampla e definitiva no SUS.

🔹 O tratamento não serve para todos os tipos de câncer.

❤️ ESPERANÇA COM OS PÉS NO CHÃO

O Brasil está diante de uma notícia grandiosa: uma terapia nacional contra cânceres do sangue apresentou resultados que reacendem a esperança de pacientes e famílias.

Mas a grandeza da notícia exige responsabilidade.

Não é milagre. Não é promessa vazia. Não é cura para todos os cânceres.

É ciência brasileira mostrando força, com dados reais, investimento público e potencial de transformar o futuro do tratamento oncológico no país.

Se tudo avançar como esperado, a terapia CAR-T Cell poderá representar uma nova era para pacientes do SUS.

E quando a ciência salva vidas, não existe manchete maior.

📰 Dubai em Pauta — informação com responsabilidade, porque esperança de verdade não precisa de exagero para emocionar.

🚨 A GENTE VEM AVISANDO: BAIANÓPOLIS ACUMULA DENÚNCIAS NO TCM E CONTRATOS PASSAM DE R$ 1 MILHÃO

“Quem administra dinheiro público não deve temer perguntas; deve temer a falta de respostas.”

Escute o Resumo da Matéria

Gestão Weube Febrônio entra novamente no radar da fiscalização, e agora os questionamentos envolvem contratos milionários, suspeitas graves e obrigação de apresentar defesa.

A gente vem avisando.

E não é de hoje.

O Dubai em Pauta vem cobrando transparência, explicações públicas e responsabilidade com o dinheiro do povo de Baianópolis. Enquanto muitos tentam tratar fiscalização como perseguição política, a realidade começa a falar mais alto: Baianópolis voltou a aparecer no radar do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia.

Segundo matéria publicada pelo portal Se Liga Barreiras, fonte primária desta informação, denúncias foram apresentadas ao TCM envolvendo contratações da Prefeitura de Baianópolis que, somadas, ultrapassam R$ 1 milhão em recursos públicos. A publicação informa ainda que o prefeito Weube Febrônio terá que apresentar defesa.

É preciso dizer com todas as letras: denúncia não é condenação.

Mas também não é brincadeira.

Quando uma cidade pequena, cheia de problemas básicos, aparece acumulando denúncias sobre contratos milionários no Tribunal de Contas, o mínimo que se espera é uma explicação pública, clara, detalhada e documentada.

Não basta dizer que está tudo certo.

Tem que provar.

⚠️ SE ESTÁ TUDO CERTO, POR QUE NÃO MOSTRAR TUDO?

A pergunta que fica para a gestão municipal é simples:

Quem foi contratado?
Quanto recebeu?
Qual serviço prestou?
O preço estava dentro da realidade?
Houve pesquisa séria de mercado?
O serviço foi realmente executado?
A empresa tinha estrutura para cumprir o contrato?
Houve favorecimento?
Por que a população só fica sabendo depois que o caso chega ao TCM?

Essas perguntas não são ataque.
São obrigação.

Porque Prefeitura não é propriedade privada.
Contrato público não é segredo de gabinete.
Licitação não é conversa de bastidor.
E dinheiro público não pode circular no escuro.

Quando o assunto passa de R$ 1 milhão, a conversa muda de tom. Aí não cabe resposta atravessada, nota genérica ou silêncio estratégico.

Cabe documento.
Cabe nota fiscal.
Cabe planilha.
Cabe comprovação de execução.
Cabe transparência.

🔥 A CIDADE COBRA O BÁSICO ENQUANTO CONTRATOS MILIONÁRIOS VIRAM ALVO DE DENÚNCIA

O que revolta é o contraste.

Enquanto a população cobra saúde funcionando, estradas melhores, serviços públicos eficientes, estrutura digna e respeito, aparecem contratos milionários sendo questionados nos órgãos de controle.

E aí vem a pergunta que muita gente faz em silêncio:

Como pode faltar tanta coisa para o povo, mas nunca faltar contrato alto para explicar depois?

É sempre o mesmo filme.

Na propaganda, tudo funciona.
No discurso, tudo é avanço.
No palco, tudo é festa.
Mas quando o povo olha para a realidade, encontra fila, poeira, buraco, reclamação, serviço falhando e dinheiro público sendo questionado.

A gestão pode tentar vender normalidade, mas denúncia no TCM não é detalhe pequeno. É sinal de alerta.

E sinal de alerta, quando ignorado, vira incêndio.

🧾 TCM NÃO É REDE SOCIAL. É ÓRGÃO DE CONTROLE.

Aqui não estamos falando de conversa de esquina.

O Tribunal de Contas dos Municípios existe para fiscalizar a aplicação do dinheiro público. Quando uma denúncia chega ao TCM, ela precisa ser analisada, documentada e respondida dentro dos procedimentos legais.

Se a gestão estiver correta, que apresente a defesa.

Se os contratos forem legais, que prove.

Se os preços forem justos, que mostre os comparativos.

Se os serviços foram prestados, que apresente fotos, relatórios, notas, ordens de serviço, medições, entregas e tudo que comprove.

Agora, se houve erro, favorecimento, sobrepreço, falha na contratação ou dano ao dinheiro público, que os responsáveis respondam.

Simples assim.

Quem não deve, não teme fiscalização.
Quem administra direito, não se esconde atrás de discurso.
Quem trabalha com transparência, abre os documentos e deixa o povo ver.

🚨 A GENTE VEM AVISANDO — E AGORA O ALERTA CHEGOU AO TCM

Durante muito tempo, qualquer cobrança era tratada como exagero.

Quando se questionava contrato, diziam que era perseguição.
Quando se cobrava transparência, diziam que era politicagem.
Quando se perguntava sobre gasto público, tentavam desviar o assunto.

Mas agora não é o Dubai em Pauta perguntando sozinho.

Agora o assunto chegou ao Tribunal de Contas.

E quando o TCM entra na história, a resposta não pode ser ironia, deboche ou silêncio.

A resposta tem que ser técnica.

A resposta tem que ser oficial.

A resposta tem que ser com documento.

Porque a população de Baianópolis não é obrigada a engolir contrato milionário sem explicação clara.

📢 O POVO TEM DIREITO DE SABER

A cidade precisa parar de normalizar o absurdo.

Não é normal contrato milionário virar alvo de denúncia sem explicação pública imediata.

Não é normal o povo só saber das coisas por portal de notícia.

Não é normal a gestão falar tanto em trabalho e tão pouco em transparência.

Não é normal tratar o dinheiro público como se fosse assunto reservado a meia dúzia.

O povo tem direito de saber onde cada centavo está sendo aplicado.

O agricultor que paga imposto tem direito de saber.
A mãe que espera atendimento tem direito de saber.
O paciente que precisa de exame tem direito de saber.
O morador que enfrenta estrada ruim tem direito de saber.
O cidadão que sustenta a máquina pública tem direito de saber.

Dinheiro público não nasce em árvore. Sai do bolso do povo.

E quando esse dinheiro passa de R$ 1 milhão, a cobrança precisa ser proporcional ao tamanho do gasto.

⚖️ DEFESA É DIREITO. TRANSPARÊNCIA É DEVER.

Que fique claro: o prefeito Weube Febrônio tem direito à ampla defesa e ao contraditório.

Isso é lei.
Isso é democracia.
Isso é o mínimo em qualquer apuração séria.

Mas o direito de defesa do gestor não apaga o direito de informação da população.

A gestão pode se defender no TCM, mas também deve explicações ao povo de Baianópolis.

Afinal, quem paga a conta não é o prefeito.
Não é secretário.
Não é aliado político.

Quem paga a conta é o cidadão.

E cidadão informado não aceita resposta rasa.

🔥 NÃO É PERSEGUIÇÃO. É FISCALIZAÇÃO.

A velha tentativa de transformar toda cobrança em ataque político já cansou.

Fiscalizar contrato público não é perseguição.

Cobrar explicação sobre dinheiro público não é maldade.

Perguntar se o serviço foi entregue não é crime.

Questionar valores altos não é invenção.

O que é estranho é querer que a população fique calada diante de contratos milionários sob denúncia.

O que é estranho é achar normal o povo saber menos do que deveria.

O que é estranho é uma gestão pública se incomodar mais com quem pergunta do que com aquilo que está sendo perguntado.

✅ CONCLUSÃO: QUEM TEM DOCUMENTO, MOSTRA

O caso agora está no radar do TCM-BA.

Cabe à gestão apresentar defesa, esclarecer os fatos e comprovar a regularidade dos contratos questionados.

Mas uma coisa já ficou evidente: Baianópolis precisa de mais transparência.

Chega de resposta vazia.

Chega de tratar cobrança como inimiga.

Chega de contrato alto sem explicação acessível ao povo.

Chega de discurso bonito enquanto a cidade acumula questionamentos nos órgãos de controle.

O Dubai em Pauta seguirá acompanhando o caso.

Porque a gente vem avisando.

E quando o povo pergunta para onde está indo o dinheiro público, a resposta não pode ser silêncio.

Tem que ser documento.
Tem que ser prova.
Tem que ser transparência.

Dinheiro público não tem dono. Tem destino. E o destino precisa ser o povo.

TÁ ACABANDO, SÓ NÃO SABEMOS SE BAIANÓPOLIS IRÁ AGUENTAR!!!

🖤 VOVÔ ANÉSIO SE DESPEDE AOS 88 ANOS E DEIXA UM LEGADO DE AMOR, FÉ E ALEGRIA

“Vovô Anésio partiu, mas deixou na Terra aquilo que o tempo não apaga: amor, alegria e lembranças que continuarão abraçando milhões de corações.”

O Brasil se despede, com tristeza e gratidão, de Vovô Anésio, que faleceu neste sábado, 13 de junho de 2026, aos 88 anos.

Mais do que um nome conhecido nas redes sociais, Vovô Anésio se tornou uma presença querida dentro da casa de milhões de brasileiros. Com seu jeito simples, espontâneo, engraçado e cheio de verdade, ele conquistou o público sem precisar de luxo, personagem ou roteiro ensaiado.

Era ele. Apenas ele.

E foi justamente essa simplicidade que tocou tanta gente.

Ao lado do neto Caio Fiori, Vovô Anésio ganhou o coração do Brasil com vídeos que mostravam o valor da convivência familiar, do carinho entre gerações e daquelas pequenas cenas do dia a dia que, muitas vezes, viram as maiores lembranças de uma vida.

Ele fazia rir, emocionava e lembrava o avô de muita gente.

Aquele avô sincero, teimoso, divertido, carinhoso do seu próprio jeito e capaz de transformar uma conversa simples em um momento inesquecível.

Segundo informações divulgadas pela família e repercutidas pela imprensa nacional, Vovô Anésio havia sofrido uma parada cardiorrespiratória e estava internado em uma UTI em Araraquara, no interior de São Paulo.

Sua partida deixa um vazio imenso, principalmente para os familiares, amigos e seguidores que acompanharam de perto sua linda trajetória.

Mas Vovô Anésio não deixa apenas saudade.

Ele deixa exemplo.

Exemplo de amor, de perdão, de família, de fé e de recomeço. Sua história também emocionou o público pela reconciliação com Vovó Elza, mostrando que, enquanto há vida, também pode haver espaço para cura, abraço e paz.

Em tempos de tanta correria, Vovô Anésio ensinou algo precioso: os momentos simples são os que mais ficam.

Um sorriso.
Uma brincadeira.
Uma conversa.
Um gesto de carinho.
Um vídeo gravado com amor.

Foi assim que ele atravessou a tela do celular e entrou no coração do povo.

Hoje, milhões de pessoas se despedem de alguém que talvez nunca tenham abraçado, mas que aprenderam a amar como se fosse da própria família.

Porque Vovô Anésio não era apenas um influenciador.

Era memória afetiva.

Era alegria em forma de gente.

Era aquele tipo de pessoa que faz a gente lembrar que a vida é curta, mas o amor verdadeiro fica.

Aos familiares, amigos e admiradores, o Dubai em Pauta manifesta sentimentos de pesar e solidariedade neste momento de dor.

Que Deus conforte todos os corações enlutados.

Vovô Anésio partiu, mas sua luz continuará viva nas lembranças, nos vídeos, nas risadas e no carinho de todos que acompanharam sua caminhada.

Descanse em paz, Vovô Anésio.

O céu ganhou uma estrela especial.
E o Brasil perdeu um avô que parecia ser de todos nós. 🖤🕊️

🚨 NOVA PÍLULA CONTRA CÂNCER DE PÂNCREAS TRAZ ESPERANÇA REAL, MAS AINDA NÃO É CURA 🧬💊

“Quando a ciência avança de verdade, a esperança não precisa de exagero.”

Resumo da Matéria

Uma notícia importante chamou atenção da medicina mundial nos últimos dias: um medicamento oral chamado daraxonrasib, também conhecido como RMC-6236, apresentou resultados considerados muito promissores no tratamento de pacientes com câncer de pâncreas metastático.

Mas é preciso dizer a verdade, sem aumentar e sem diminuir: não se trata de cura, nem de remédio já disponível livremente para todos os pacientes. O que existe, até agora, é um avanço científico muito relevante, com dados fortes em estudo clínico avançado. ⚠️

O daraxonrasib foi testado em pacientes com adenocarcinoma ductal pancreático metastático, uma das formas mais agressivas do câncer de pâncreas. Eram pacientes que já haviam passado por tratamento anterior e que enfrentavam uma doença em estágio avançado.

No estudo fase 3, chamado RASolute 302, participaram cerca de 500 pacientes. Os resultados mostraram que a sobrevida mediana dos pacientes tratados com daraxonrasib foi de aproximadamente 13,2 meses, enquanto no grupo que recebeu quimioterapia padrão ficou em torno de 6,6 meses. 📊

Na prática, isso significa que a sobrevida praticamente dobrou nesse grupo específico de pacientes. O estudo também apontou uma redução de cerca de 60% no risco de morte, número considerado expressivo para um tipo de câncer historicamente difícil de tratar. 🙏

Outro dado importante é que parte dos pacientes apresentou redução do tamanho dos tumores, enquanto muitos tiveram estabilização da doença. Isso representa um ganho real, principalmente quando se fala de câncer pancreático metastático, onde as opções de tratamento costumam ser limitadas.

O medicamento também chama atenção por ser administrado por via oral, em forma de comprimido, o que pode facilitar a rotina dos pacientes quando comparado a tratamentos intravenosos. Mesmo assim, isso não significa ausência de efeitos colaterais. Como todo tratamento contra câncer, o daraxonrasib também apresentou reações adversas e precisa de acompanhamento médico rigoroso. 🏥

A FDA, agência reguladora dos Estados Unidos, autorizou um programa de acesso expandido ao medicamento para pacientes elegíveis. Isso permite que alguns pacientes recebam a droga antes de uma aprovação definitiva, mas somente dentro de critérios médicos específicos.

Portanto, a verdade é esta: o daraxonrasib representa uma das notícias mais animadoras dos últimos anos no combate ao câncer de pâncreas metastático, mas ainda não pode ser tratado como cura, nem como solução disponível para todos. 🧪

É um avanço real, científico e importante. Uma esperança com base em dados — e não apenas em manchete bonita de internet.

Em tempos de tanta desinformação na saúde, a notícia boa precisa vir acompanhada da responsabilidade: há motivo para esperança, sim. Mas a decisão sobre qualquer tratamento deve ser sempre feita por médicos especialistas, com base no caso de cada paciente. ✅

🎉🌽 EX-PREFEITA JANDIRA PRESTIGIA SÃO JOÃO DE BAIANÓPOLIS AO LADO DO POVO

“Baianópolis é minha história, meu carinho e minha caminhada. Estar junto do povo no São João é celebrar a força da nossa cultura e o amor por essa terra.” – Jandira Xavier

Escute o Resumo da Matéria

Em meio ao clima de alegria, forró e tradição, a ex-prefeita Jandira prestigiou a festa de São João em Baianópolis e esteve junto da população, cumprimentando moradores, reencontrando amigos e recebendo o carinho de pessoas que acompanham sua trajetória pública no município.

A presença de Jandira chamou atenção durante os festejos juninos. Em clima de tranquilidade e proximidade, ela circulou entre o público, conversou com moradores e participou de um dos momentos mais importantes do calendário cultural de Baianópolis.

O São João é uma das maiores expressões da cultura nordestina. É tempo de reencontro, de música, de comidas típicas, de famílias reunidas e de valorização das tradições que fazem parte da identidade do nosso povo.

Em Baianópolis, a festa ganha ainda mais significado por reunir pessoas da sede, da zona rural, de comunidades vizinhas e de famílias que aproveitam o período junino para retornar à cidade e celebrar suas raízes.

A ex-prefeita Jandira demonstrou, mais uma vez, sua ligação com o município e com a população. Sua presença no evento reforça a importância de estar perto do povo, acompanhando de perto os momentos culturais, sociais e festivos da cidade.

Durante a festa, moradores fizeram questão de cumprimentá-la, conversar e registrar o momento. O clima foi de respeito, acolhimento e reconhecimento por uma liderança que segue presente na vida pública de Baianópolis.

Mais do que uma participação em evento festivo, a presença de Jandira simboliza o vínculo construído ao longo de sua trajetória com a comunidade baianopolense. Estar ao lado da população em momentos como esse mostra sensibilidade, atenção e respeito às tradições locais.

O São João também movimenta a economia do município, fortalece pequenos comerciantes, gera renda temporária e valoriza artistas, trabalhadores e famílias que fazem parte da realização da festa. É uma celebração que vai além do palco: envolve cultura, história, fé, memória e pertencimento.

Ao prestigiar os festejos juninos, Jandira também prestigiou o povo de Baianópolis, sua cultura e sua tradição. Sua presença reforçou que a política verdadeira não se faz apenas nos gabinetes, mas também nas ruas, nas festas populares, nos abraços e no contato direto com a comunidade.

Porque São João é isso: forró tocando, povo reunido, sorriso no rosto e tradição viva no coração.

MAINHA TÁ VOLTANDO….. VOLTA MAINHAAAAAAA!!!!

🚨 SÃO JOÃO DE MILHÕES EM BAIANÓPOLIS: BANDAS TOCAM 1H20, MAS O ABANDONO TOCA O ANO INTEIRO

“O orçamento público é a expressão concreta das prioridades de um governo.”

Escute o Resumo da Matéria

Enquanto a Prefeitura anuncia grandes atrações para o São João 2026, o povo de Baianópolis continua enfrentando a velha realidade de sempre: fila por exames, espera por cirurgias, estradas ruins, bairros periféricos sujos, calçamentos encobertos pela areia e serviços básicos tratados como favor político.

A festa tem palco.

A propaganda tem brilho.

O cartaz tem artista.

Mas a cidade real continua pedindo socorro.

E a conta já começou pesada.

Somente com duas atrações localizadas até agora, o gasto já chega a:

💰 R$ 600.000,00

Isso mesmo.

R$ 600 mil apenas com Seu Mastruz e Solange Almeida.

A banda Seu Mastruz aparece no Diário Oficial contratada por R$ 200.000,00 para uma apresentação de 1 hora e 20 minutos.

Sexta-feira, 29 de maio de 2026 | Edição Nº 680 | Caderno I

São 80 minutos de show.

A conta é simples:

R$ 2.500,00 POR MINUTO

Cada minuto de apresentação custa aos cofres públicos R$ 2.500,00.

Cada segundo custa aproximadamente R$ 41,66.

Já a apresentação de Solange Almeida aparece com valor de R$ 400.000,00.

Somadas, apenas essas duas atrações chegam a R$ 600 mil.

E ainda existem outras atrações anunciadas na programação, como Rasta Chinela, Ramon & Randinho, D’Look e diversos artistas regionais, cujos valores também precisam ser apresentados de forma clara à população.

A pergunta é direta:

QUANTO VAI CUSTAR O SÃO JOÃO COMPLETO DE BAIANÓPOLIS?

Porque não existe só cachê de artista.

Existe palco.

Som.

Iluminação.

Ornamentação.

Banheiros.

Segurança.

Publicidade.

Hospedagem.

Alimentação.

Transporte.

Estrutura.

Equipe.

Contratos paralelos.

E tudo isso sai do mesmo lugar: o bolso público.

🎤 O PROBLEMA NÃO É FESTA. O PROBLEMA É O BÁSICO ESQUECIDO.

Que fique claro: o povo não é contra festa.

Baianópolis gosta de São João.

O povo merece cultura, lazer e alegria.

Mas festa não pode ser usada como maquiagem em cima do abandono.

Festa não faz cirurgia.

Festa não marca exame.

Festa não recupera estrada.

Festa não limpa bairro.

Festa não tira areia de cima do calçamento.

Festa não acaba com a humilhação do cidadão que precisa pedir ajuda a político para conseguir atendimento.

O problema não é o artista.

O problema é a prioridade.

E a prioridade de uma gestão aparece no orçamento.

Quando o dinheiro anda rápido para palco, mas anda devagar para saúde, estrada e limpeza, o povo tem o direito de desconfiar.

🏥 O POVO PRECISA DE DIREITO, NÃO DE FAVOR POLÍTICO

Um dos pontos mais revoltantes é ver a saúde ainda presa à velha política do favor.

Aquela política atrasada em que o cidadão precisa procurar vereador, liderança política, cabo eleitoral ou alguém “com influência” para tentar marcar exame, consulta ou cirurgia.

Isso é humilhante.

E precisa acabar.

Exame não é favor.

Cirurgia não é favor.

Consulta não é favor.

Transporte para tratamento não é favor.

Saúde é direito.

O cidadão não deveria precisar baixar a cabeça, pedir pelo amor de Deus, mandar mensagem para político, esperar promessa ou agradecer como se tivesse recebido um presente.

Quando o poder público funciona, ninguém precisa se humilhar.

Quando a gestão é eficiente, o direito chega sem padrinho.

Mas em Baianópolis, enquanto muitos moradores seguem dependendo de ajuda política para tentar resolver o básico, a Prefeitura mostra agilidade impressionante para contratar festa.

Para show, tem rapidez.

Para banda, tem contrato.

Para palco, tem dinheiro.

Para o povo na fila, muitas vezes tem espera.

E essa comparação é cruel.

🎪 BANDAS TOCAM 1H20. A FILA DA SAÚDE TOCA O ANO INTEIRO.

Uma banda sobe no palco, toca pouco mais de uma hora e vai embora.

O som desliga.

A luz apaga.

O palco desmonta.

Mas o paciente continua esperando.

A fila continua.

A dor continua.

A incerteza continua.

A família continua sem resposta.

Tem gente esperando exame.

Tem gente esperando cirurgia.

Tem gente que precisa de consulta especializada.

Tem morador da zona rural que enfrenta estrada ruim para buscar atendimento.

Tem cidadão que não quer favor, quer respeito.

E aí a pergunta precisa ser feita:

Com R$ 600 mil já localizados em apenas duas atrações, quantos exames poderiam ser feitos?

Quantas cirurgias poderiam ser realizadas?

Quantas consultas especializadas poderiam ser contratadas?

Quantos pacientes poderiam sair da fila?

Quantas famílias poderiam dormir com um pouco mais de tranquilidade?

Porque show passa.

Doença não espera.

🚧 ESTRADAS RUINS: O PALCO SOBE, MAS A ZONA RURAL CONTINUA SOFRENDO

Quem vive na zona rural sabe que estrada ruim não é detalhe.

Estrada ruim atrasa ambulância.

Prejudica transporte escolar.

Dificulta o escoamento da produção.

Desgasta veículos.

Aumenta o isolamento das comunidades.

Coloca vidas em risco.

Enquanto isso, contratos de festa aparecem com velocidade.

A cidade vê o dinheiro público sendo movimentado para evento, enquanto muitos trechos seguem em situação crítica.

O povo pergunta com razão:

Quantos quilômetros de estrada poderiam receber manutenção com esse dinheiro?

Quantos acessos poderiam ser melhorados?

Quantas comunidades poderiam ser atendidas?

Quantos produtores, estudantes e pacientes poderiam ser beneficiados?

O povo não vive no palco.

O povo vive na estrada.

🧹 BAIRROS PERIFÉRICOS ESQUECIDOS

Na sede, a situação também incomoda.

Bairros periféricos seguem convivendo com sujeira, mato, poeira, entulho, terra acumulada e sensação de abandono.

A cidade que aparece no cartaz da festa não é a mesma cidade que muita gente encontra ao sair de casa.

No cartaz, tudo brilha.

Na rua, a poeira responde.

A periferia não pode ser lembrada só em tempo de eleição.

O morador do bairro simples também paga imposto.

Também vota.

Também trabalha.

Também merece respeito.

Gestão pública não pode cuidar apenas da praça, do palco e da foto oficial.

Gestão pública precisa chegar onde a propaganda não chega.

🧱 CALÇAMENTO SENDO ENGOLIDO PELA AREIA

Outro retrato do descaso é ver calçamentos feitos com dinheiro público sendo tomados por areia e terra.

Isso não é apenas abandono.

É desperdício.

Primeiro, o dinheiro público foi gasto para fazer.

Depois, a falta de manutenção deixa perder.

Mais tarde, provavelmente vão querer gastar de novo para recuperar aquilo que nunca deveria ter sido abandonado.

É o ciclo da má gestão: faz, abandona, perde e promete de novo.

Enquanto isso, a festa segue recebendo atenção, contrato e divulgação.

⚠️ CONTRATAÇÃO DO SEU MASTRUZ PRECISA SER EXPLICADA

A publicação oficial do show do Seu Mastruz traz um ponto que merece esclarecimento.

Na ratificação da inexigibilidade aparece uma empresa relacionada à contratação. Já no extrato do contrato aparece outra empresa como contratada.

Pode ser erro material?

Pode.

Mas quando se trata de R$ 200 mil de dinheiro público, não pode haver dúvida.

A Prefeitura precisa esclarecer:

  • Quem é a empresa oficialmente contratada?
  • Quem detém a exclusividade da atração?
  • Existe carta de exclusividade válida?
  • Por que aparecem empresas diferentes na publicação?
  • Qual foi a justificativa do preço?
  • Houve comparação com contratações semelhantes?
  • Quem conferiu o processo antes da publicação?

Transparência não é favor.

É obrigação.

📌 A CONTA QUE A PREFEITURA PRECISA ABRIR

Até agora, os valores localizados mostram:

Seu Mastruz: R$ 200.000,00.

Solange Almeida: R$ 400.000,00.

Total parcial: R$ 600.000,00.

E ainda faltam os valores das demais atrações e de toda a estrutura do evento.

Por isso, Baianópolis precisa saber:

  1. Quanto custou cada banda?
  2. Quanto tempo cada banda vai tocar?
  3. Quanto custou palco, som e iluminação?
  4. Quanto custou ornamentação?
  5. Quanto custou segurança?
  6. Quanto custou publicidade?
  7. Quanto custou hospedagem e alimentação?
  8. Quanto custou transporte?
  9. Quais empresas foram contratadas?
  10. Quais contratos foram por inexigibilidade?
  11. Quais contratos foram por dispensa?
  12. Existem cartas de exclusividade válidas?
  13. Qual o valor final do São João 2026?
  14. Quantos exames e cirurgias poderiam ser feitos com esse dinheiro?
  15. Quantos quilômetros de estrada poderiam ser recuperados?
  16. Quantos bairros poderiam receber limpeza e manutenção?

Essas perguntas não são perseguição.

São fiscalização.

E dinheiro público exige resposta pública.

🔥 A VELHA POLÍTICA DO FAVOR PRECISA ACABAR

Baianópolis não pode continuar presa à política em que direito vira favor.

O cidadão não pode depender de vereador para marcar exame.

Não pode depender de político para conseguir cirurgia.

Não pode depender de cabo eleitoral para ser atendido.

Não pode precisar se humilhar para receber aquilo que já é obrigação do Município garantir.

Essa velha política só interessa a quem transforma sofrimento em moeda eleitoral.

O povo precisa de serviço funcionando.

Precisa de sistema organizado.

Precisa de saúde com fila transparente.

Precisa de prioridade para quem realmente necessita.

Precisa de estrada.

Precisa de limpeza.

Precisa de manutenção.

Precisa de respeito.

E respeito não se entrega só com festa.

❌ PALCO ILUMINADO NÃO ESCONDE CIDADE ABANDONADA

O palco pode até brilhar.

Mas não ilumina estrada esburacada.

O som pode até ser alto.

Mas não cala a dor de quem espera cirurgia.

A banda pode tocar bonito.

Mas não limpa bairro sujo.

A ornamentação pode enfeitar a praça.

Mas não tira areia de cima do calçamento.

A propaganda pode vender alegria.

Mas não apaga a realidade.

Baianópolis precisa de menos maquiagem e mais gestão.

Menos espetáculo e mais serviço.

Menos favor político e mais direito garantido.

✅ CONCLUSÃO: O SHOW ACABA, MAS O PROBLEMA FICA

O São João passa.

A banda vai embora.

A praça esvazia.

O palco desmonta.

Mas o povo fica.

Fica com a fila da saúde.

Fica com o exame esperando.

Fica com a cirurgia sem data.

Fica com a estrada ruim.

Fica com o bairro sujo.

Fica com o calçamento encoberto pela areia.

Fica com a conta.

Por isso, a pergunta precisa ecoar:

CADÊ O VALOR FINAL DO SÃO JOÃO DE BAIANÓPOLIS?

QUANTO CUSTOU CADA BANDA?

POR QUE O POVO AINDA PRECISA SE HUMILHAR POR EXAMES E CIRURGIAS?

POR QUE PARA FESTA TEM PRESSA, MAS PARA O BÁSICO TEM DESCULPA?

Baianópolis não é contra festa.

Baianópolis é contra prioridade torta.

É contra gastar alto com palco enquanto o povo sofre por saúde.

É contra pagar fortuna por shows de pouco mais de uma hora enquanto estradas, bairros e calçamentos pedem socorro.

É contra a velha política que transforma direito em favor.

Porque dinheiro público não pertence à gestão.

Pertence ao povo.

E o povo merece respeito.

DUBAI EM PAUTA
Onde o palco apaga, mas a conta continua acesa.

JÁ NÃO FALTA MAIS 4 ANOS!!!