“ITR 2025: Quem deixa para a última hora, colhe multa.”
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Começou no dia 11 de agosto o prazo para a entrega da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) 2025, que vai até 30 de setembro. A obrigação é válida para proprietários, possuidores e arrendatários de imóveis rurais em todo o Brasil.
Segundo a Receita Federal, deixar de declarar no prazo pode gerar multas e problemas fiscais, dificultando a regularização do imóvel e até o acesso a linhas de crédito rural.
💡 Quem deve declarar:
Proprietários de imóveis rurais;
Possuidores a qualquer título;
Arrendatários de propriedades rurais.
📅 Prazo: de 11 de agosto a 30 de setembro.
⚠️ Importante: O valor do imposto é calculado com base nas informações prestadas pelo contribuinte, como área total, área tributável e uso da terra. Dados incorretos ou omissões podem resultar em autuações e multas.
✅ Dica do Dubai Em Pauta: Prepare com antecedência os documentos necessários (CAR, CCIR, ITR do ano anterior, matrícula ou escritura do imóvel, entre outros) e procure um contador ou consultoria especializada para evitar erros.
“A energia subiu. O salário, não. E quem paga a conta é sempre o mesmo.”
A partir de 1º de agosto, a ANEEL reativa a temida bandeira vermelha nível 2, o maior patamar de cobrança extra nas contas de luz. O motivo? Baixo volume nos reservatórios. Mas, para o povo do interior da Bahia, o motivo pouco importa quando a conta chega no fim do mês.
O valor extra será de R$ 9,79 a cada 100 kWh consumidos, uma alta que, na prática, pesa no bolso de quem já vive apagando luz para não cortar comida.
🧨 No interior, o impacto é direto e cruel
Nas grandes capitais, isso pode parecer apenas mais uma linha na fatura. Mas aqui, onde o salário é curto e o aperto é longo, essa bandeira vermelha é um golpe na dignidade:
A dona de casa vai ter que escolher entre pagar a luz ou comprar o gás.
O pequeno agricultor que irriga a roça com bomba elétrica vai colher prejuízo.
O comerciante que já atrasa a conta da Coelba verá o sufoco aumentar.
E os milhares que vivem do Bolsa Família vão ter que apagar mais luz ainda.
Tudo isso para sustentar um sistema que cobra do pobre enquanto preserva o conforto de quem vive nos altos cargos.
📈 Aumento silencioso, inflação barulhenta
Segundo a CNN Brasil, o impacto dessa bandeira pode elevar a inflação em até 0,15 ponto percentual — o que se traduz no aumento do preço do pão, da carne, do leite, e de tudo que depende de energia para ser produzido ou conservado.
🕯️ No sertão, acender a luz virou artigo de luxo
Enquanto prefeitos e vereadores rodam de carro oficial e viajam com diárias gordas, milhares de famílias aqui voltam à luz de vela. A mesma vela que ilumina o jantar raso, que aquece o café do trabalhador e que brilha na noite triste de quem ainda sonha com um país mais justo.
O Dubai Em Pauta segue aceso, enquanto muitos preferem a escuridão da omissão.
🗣️ A energia é um direito. Não um privilégio. E vamos continuar cobrando até que o povo pare de pagar a conta sozinho.
“O produtor que preserva não quer medalha: quer dignidade e condições para continuar no campo.”
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Em meio a tantos retrocessos ambientais e discursos vazios sobre sustentabilidade, uma política pública ousada chama a atenção: o Governo de Mato Grosso do Sul lançou o primeiro edital estadual de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) voltado ao bioma Pantanal, reconhecendo na prática o valor de quem preserva a vegetação nativa — mesmo além do exigido por lei.
A proposta é simples, justa e eficaz: quem protege, recebe. O produtor que conserva áreas além da Reserva Legal ou da APP obrigatória agora pode ser remunerado anualmente por esse esforço. Uma forma de transformar o “custo de preservar” em renda, promovendo o equilíbrio entre conservação ambiental e viabilidade econômica da atividade rural.
📌 Como funciona o PSA do Pantanal?
O programa lançado pelo Governo de MS está ancorado em leis federais e estaduais que preveem o incentivo financeiro a práticas sustentáveis. A adesão ao programa é voluntária, mas criteriosa: só participa quem está regularizado, cumpre a legislação ambiental, e se compromete a não desmatar novas áreas.
As inscrições seguem abertas até 20 de agosto pela plataforma Prosas, com a previsão de pagamentos anuais via Fundo Clima Pantanal.
💡 Um exemplo que pode inspirar o estado da Bahia
A Bahia, com seus biomas ricos e pressionados — especialmente o Cerrado e a Caatinga — enfrenta realidades duras: desmatamento crescente, pequenos produtores endividados e pressionados a abrir novas áreas para sobreviver. Falta incentivo real para quem opta pela produção sustentável.
Programas como o PSA do Pantanal mostram que é possível dar renda a quem protege, aliviar a pressão por abertura de novas áreas e fortalecer o pequeno produtor rural, muitas vezes o verdadeiro guardião da vegetação nativa.
Essa política pública não apenas reduz o desmatamento, como também:
Estimula a valorização do CAR e do Cadastro Fundiário;
Cria uma nova fonte de renda sem depender de monoculturas;
Promove uma imagem positiva do agronegócio baiano, alinhada ao ESG;
Reduz a fragilidade econômica do produtor frente à especulação de terras.
🔍 Oportunidade para frear o desmatamento e gerar renda no semiárido
É hora do Governo da Bahia olhar com atenção para esse modelo. Se o Pantanal pode remunerar quem protege, por que a Bahia não pode valorizar quem conserva o Cerrado ou a Caatinga? O PSA pode ser uma ferramenta estratégica para conter o avanço do desmatamento — não com multas, mas com incentivos reais e permanentes.
“O que me preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons.” — Martin Luther King Jr.
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“Poluição sonora é toda emissão de som ofensiva ou nociva à saúde, segurança ou bem-estar público…” – assim determina o Código Municipal de Baianópolis. No entanto, o que ecoa hoje por diversas comunidades não são apenas os ruídos abusivos, mas o ensurdecedor silêncio das autoridades diante da omissão.
🔇 Um problema que volta com força
Moradores da Sede, Várzeas e Lagoa Clara relatam, com frequência crescente, abusos com som alto nos finais de semana e feriados. Paredões automotivos, caixas em calçadas e festas descontroladas voltaram a roubar o sossego da população — e agora, sem qualquer resposta efetiva do poder público.
✅ Estrutura foi deixada pronta pela gestão anterior
Em 2022, a Prefeitura de Baianópolis, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMMARH), promoveu uma capacitação teórica e prática sobre combate à poluição sonora e crimes ambientais. A formação reuniu Polícia Militar, Guarda Civil Municipal, Polícia Civil e servidores municipais.
O curso, ministrado por Judson Almeida, da Sertão Treinamentos, teve apoio do Ministério Público da Bahia e ocorreu na Câmara de Vereadores. Além da capacitação, a gestão anterior:
Doou um decibelímetro profissional à Polícia Militar e à Guarda Municipal;
Policia Militar Treinada
Guarda Municipal Treinada
Disponibilizou outro aparelho à SEMMARH, que permanece com a equipe técnica;
Capacitou servidores com autoridade para fiscalizar e aplicar multas;
Estruturou uma rede de fiscalização interinstitucional ativa e legalmente embasada.
Agentes da Secretária Treinados e Capacitados
Ou seja, os instrumentos estão disponíveis, os profissionais foram treinados, e a legislação está do lado da população. O que falta, agora, é ação e comando.
❌ O silêncio que grita
De forma preocupante, moradores afirmam que, ao buscarem ajuda na atual Secretaria de Meio Ambiente, ouviram que o problema “não é responsabilidade da pasta”, e sim da Polícia Militar.
Mas quem vai avisar ao secretário que o Código Municipal é claro? É dever da gestão municipal atuar no combate à poluição sonora, principalmente através da sua secretaria ambiental. Transferir a responsabilidade para a Polícia Militar é, no mínimo, uma omissão injustificável — especialmente diante da estrutura já existente e do histórico recente de atuação exemplar.
📢 Abandono institucional
Hoje, a cidade carece de rondas, canal de denúncia e ações fiscais. A ausência de medidas concretas fortalece infratores e impõe à população noites mal dormidas, saúde mental abalada e sensação de abandono.
✍️ Editorial Dubai Em Pauta
É urgente que o município retome sua responsabilidade na proteção do bem-estar coletivo. A estrutura foi deixada pronta: basta usar. O povo precisa de uma gestão que ouça menos o barulho das desculpas e mais os gritos silenciosos de quem sofre com a omissão.
Na madrugada de 17 de julho de 2025, a Câmara dos Deputados aprovou o PL 2.159/21 – apelidado por críticos de “PL da Devastação” – com alterações que reduzem as exigências de licenciamento ambiental, criando novas modalidades simplificadas. A proposta segue agora para sanção presidencial.
1. O que mudou no PL 2.159/21
Introdução de novas licenças:
Licença Ambiental Especial (LAE): permite concessão simplificada até para empreendimentos com risco significativo de degradação.
Licença por Adesão e Compromisso (LAC): dispensa análise individual em atividades de baixo ou médio impacto, mediante auto‑declaração.
Setores isentos de licenciamento:
Agronegócio, saneamento básico e outros empreendimentos estratégicos entram em lista prioritária.
Revogação parcial da Lei da Mata Atlântica:
Parte da legislação de proteção ambiental do bioma foi revogada, diminuindo controles federais.
Mineração sem tutela do Conama:
Para empreendimentos minerais de alto porte/risco, normas do Conama ficam suspensas até nova lei específica.
2. Votação e tramitação
Apontado por relator Zé Vitor (PL‑MG) como resultado de “amplo debate” envolvendo 31 emendas do Senado – 29 dele incorporadas ao texto.
Aprovado por 267 votos a 116 em plenário, o projeto agora aguarda sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
3. Reações
Ambientalistas e entidades:
Denominam o texto de “PL da Devastação”, apontando risco de retrocesso ambiental, insegurança jurídica e enfraquecimento da proteção legal.
O Observatório do Clima e ONGs demonstram preocupação com o impacto das mudanças na imagem diplomática do Brasil, especialmente antes da COP30.
Setor produtivo (agro, indústria, energia):
Recebem o marco legal unificado como avanço; ressaltam que mais de 5 mil obras estão paralisadas por falta de licenciamento.
4. Impactos potenciais
Área afetada
Consequência esperada
Agilidade vs. riscos
Aumento na liberação de obras, mas vazios jurídicos e menor fiscalização
Mineração & petróleo
Maior flexibilidade com riscos elevados, especialmente em zonas sensíveis
Biomas protegidos
Fragilidade na aplicação da Lei da Mata Atlântica
Imagem internacional
Contradição nas metas climáticas brasileiras
5. O que vem a seguir?
Sanção presidencial: o presidente tem a opção de sancionar integralmente, vetar partes ou enviar vetos parciais.
Possibilidade de judicialização: críticas indicam que o texto pode entrar em conflito com decisões do STF e tratados internacionais.
Atenção internacional: a COP30 acontece em breve e representará palco para o Brasil defender sua posição.
💡 Conclusão para o Dubai em Pauta
O PL 2.159/21 representa um divisor de águas que promete acelerar o desenvolvimento, em troca de um controle ambiental mais frouxo. Levanta debate intenso entre usos imediatos de recursos naturais e preservação dos ativos ambientais de longo prazo – especialmente relevante em um ano decisivo para negociações climáticas globais.
🔍 Link do vídeo
🎥 Assista ao resumo direto do Plenário O vídeo da TV Câmara traz os bastidores e as justificativas apresentadas pelos deputados na aprovação do PL 2.159/21. Assista com atenção e reflita: o que está em jogo quando se afrouxa a proteção ambiental no Brasil?
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“O avanço descontrolado dos javalis representa hoje uma das maiores ameaças à segurança rural e ao equilíbrio ambiental no Brasil.”
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Foto: Ronaldo Simões
Uma verdadeira fera silvestre. Assim foi descrito o javali de mais de 300 quilos e 2,2 metros de comprimento abatido por caçadores experientes no interior do Brasil. A cena, registrada em vídeo e rapidamente viralizada nas redes sociais, reacende um velho debate: até que ponto o javali deixou de ser praga para se tornar um risco direto à vida humana e animal?
O caso aconteceu em uma área rural cuja localização exata não foi divulgada por segurança, mas os autores do abate garantem que o animal vinha atacando plantações, destruindo cercas e até representando ameaça a animais de criação.
📉 Invasão descontrolada e prejuízos milionários
O javali (Sus scrofa) é uma espécie exótica e invasora no Brasil, introduzida inicialmente com fins comerciais, mas que fugiu ao controle nas últimas décadas. Estima-se que os prejuízos causados por essa espécie já superem R$ 300 milhões anuais no agronegócio brasileiro, segundo dados de institutos agropecuários.
De apetite voraz e força descomunal, esses animais devastam lavouras inteiras em poucas horas, além de competirem com espécies nativas, danificar nascentes e servir de vetor para doenças como a febre aftosa e a peste suína africana.
🎯 Caça liberada, mas regulamentada
Diante do avanço da espécie, o Ibama autorizou o controle populacional por meio da caça, desde que seja feita por pessoas habilitadas e com registros ativos no Exército e no órgão ambiental. A prática, no entanto, segue sendo tema de polêmica entre ambientalistas e produtores.
Há quem defenda métodos alternativos de controle, como armadilhas e cercamentos, enquanto caçadores especializados garantem que o abate é, hoje, o único caminho eficaz para conter os estragos provocados pelos javalis — que se reproduzem a uma taxa impressionante: uma fêmea pode gerar até 60 filhotes ao longo da vida.
👀 Sensacionalismo ou realidade rural?
A imagem do javali abatido, com proporções dignas de filme de terror, gerou espanto. Muitos chegaram a questionar a veracidade da cena, alegando montagem ou exagero. Especialistas, porém, confirmam: embora raro, javalis acima dos 300 kg existem — especialmente em regiões com fartura de alimento e pouco controle populacional.
“É o resultado direto do abandono das políticas de controle e da ausência de predadores naturais”, afirmou um biólogo que preferiu não se identificar.
✍️ Editorial Dubai Em Pauta
A aparição e o abate do “javali gigante” não são apenas um espetáculo visual de redes sociais. Eles são o retrato cru de um problema ambiental sério, negligenciado por décadas. O que antes era considerado exótico, hoje ameaça plantações, rebanhos e até pessoas.
Enquanto o Estado não enfrenta com firmeza a questão do javali, quem sofre são os pequenos produtores. E o campo, que já enfrenta tantas batalhas diárias, não pode ser obrigado a conviver com um inimigo de 300 quilos solto na mata.
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📍 Decisão reacende debate sobre soberania, segurança nacional e cooperação internacional
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O governo brasileiro rejeitou oficialmente uma proposta dos Estados Unidos para que as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) fossem reconhecidas como organizações terroristas. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (07) pelo jornal O Estado de S. Paulo.
Segundo o veículo, a proposta partiu de órgãos de segurança dos EUA que alegam atuação dessas facções em pelo menos 12 estados americanos, com envolvimento em crimes transnacionais como tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro.
🧨 Classificação como terroristas traria sanções severas
Caso o Brasil aceitasse a sugestão americana, as facções seriam enquadradas sob a legislação antiterrorismo dos EUA, o que abriria margem para sanções financeiras, bloqueios de bens e ações de inteligência em escala internacional, inclusive contra integrantes e financiadores suspeitos no Brasil.
Essa designação é usada pelos EUA contra grupos como Al-Qaeda, Estado Islâmico, Hezbollah e cartéis mexicanos.
🇧🇷 Resposta brasileira: firmeza sem subordinação
Em resposta, o governo brasileiro refutou a necessidade de classificar as facções como terroristas, argumentando que o país já aplica medidas eficazes de combate ao crime organizado, como:
Isolamento dos principais líderes em presídios federais de segurança máxima;
Operações integradas entre Polícia Federal, Ministérios Públicos Estaduais e Forças de Segurança;
Cooperação internacional no âmbito da Interpol e outras redes multilaterais de combate ao narcotráfico.
Fontes do Itamaraty e do Ministério da Justiça afirmam que aceitar a proposta americana implicaria submeter a política penal brasileira a um enquadramento jurídico estrangeiro e poderia causar efeitos jurídicos e políticos irreversíveis no sistema interno.
🎯 O que está em jogo?
A recusa não significa leniência, mas sim uma defesa da soberania nacional sobre sua política de segurança. O Brasil segue tratando o crime organizado como uma grave ameaça à ordem pública, mas evita vincular o tema à tipificação internacional do terrorismo, que possui implicações geopolíticas sensíveis.
Além disso, especialistas alertam para o risco de internacionalização forçada do combate ao crime, que poderia militarizar ainda mais as relações entre países latino-americanos e os EUA.
✍️ Editorial Dubai Em Pauta
A tentativa dos EUA de rotular o PCC e o CV como terroristas esbarra na autonomia do Brasil em gerir seu sistema penal. O crime organizado precisa, sim, ser combatido com rigor, mas sem abrir mão da soberania jurídica nacional.
Aceitar essa classificação seria como permitir que a política criminal do Brasil seja terceirizada por pressões externas. O combate à violência não se faz com etiquetas, mas com estratégia, inteligência e ação conjunta eficaz — sem baixar a cabeça para interesses que não são os nossos.
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🛑 Decisão polêmica acende alerta sobre insegurança jurídica no campo
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📍 Brasília – O Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou uma medida inédita e controversa: a desapropriação de terras atingidas por incêndios criminosos e desmatamento ilegal. A decisão, classificada por especialistas como um “marco” na jurisprudência ambiental, está sendo vista por alguns como avanço na proteção dos biomas – e por outros como um grave risco à segurança jurídica no campo brasileiro.
Segundo o entendimento da Corte, propriedades devastadas por ações ilícitas poderão ser tomadas pelo Estado, sem indenização aos donos, caso fique comprovado o envolvimento direto com os crimes ambientais. A base legal citada é o artigo 243 da Constituição Federal, já utilizado em casos de trabalho escravo e cultivo de drogas.
🌱 Ministério do Meio Ambiente defende medida rigorosa
A ministra Marina Silva, do Meio Ambiente, afirmou que a ação visa frear práticas recorrentes de grilagem e queimada premeditada. “Não podemos tolerar estratégias que destroem a floresta para depois forçar a regularização fundiária”, disse. O governo já contabiliza mais de 30 inquéritos abertos para apurar incêndios de origem criminosa no país.
🚨 Produtores rurais reagem com preocupação
Em nota oficial, a Sociedade Rural Brasileira (SRB) criticou a medida, alegando que ela pode “relativizar o direito de propriedade” e punir inocentes. A entidade pediu rigor na apuração dos fatos e destacou o receio de que a desapropriação recaia sobre proprietários que não participaram diretamente das ações criminosas.
“Sem garantias claras de defesa e comprovação, a medida abre brecha para injustiças”, afirma o texto da SRB.
⚖️ Avanço ambiental ou risco à legalidade?
Especialistas divergem sobre os impactos da medida. Ambientalistas veem a decisão como uma resposta firme diante da devastação dos biomas. Já juristas alertam que o excesso de poder estatal sem critérios técnicos robustos pode ferir direitos fundamentais, inclusive o princípio da ampla defesa e do contraditório.
“O combate ao crime ambiental deve ser firme, mas dentro do devido processo legal. Não podemos trocar o caos ambiental por um caos jurídico”, afirmou um professor de Direito Ambiental ouvido por nossa redação.
📌 O que muda na prática?
A decisão não atinge qualquer terra afetada por incêndios, mas sim aquelas onde houver comprovação da participação do proprietário nos crimes. O governo ainda avalia como será a implementação prática da norma, que deverá respeitar os trâmites legais e administrativos de apuração e julgamento.
✍️ Editorial Dubai Em Pauta
O STF sinaliza com essa decisão que a responsabilidade ambiental não pode mais ser terceirizada. A terra, enquanto bem econômico, também carrega uma função social e ecológica. No entanto, é essencial que o combate à ilegalidade não viole os fundamentos do Estado de Direito. Avançar na proteção ambiental não pode significar retroceder na garantia de direitos.
“Quando a natureza é empurrada ao limite, ela responde — e às vezes, com garras e dentes.”
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UMA MADRUGADA DE TERROR NO CORAÇÃO DO PANTANAL 🌑🐆
A pacata rotina do pesqueiro Touro Morto, às margens do rio Miranda em Aquidauana (MS), foi interrompida por uma tragédia brutal. Jorge Ávalo, conhecido como “Jorginho”, de 60 anos, foi atacado e morto por uma onça-pintada, animal símbolo do Pantanal. Ele trabalhava no local há mais de 20 anos e era conhecido por fotografar e admirar os felinos da região — até se tornar vítima de um deles.
⚠️ O alerta foi dado por um pescador que foi ao local comprar mel e encontrou sinais de sangue, pegadas de felino e nenhum sinal de Jorge. A Polícia Militar Ambiental foi acionada e iniciou as buscas imediatamente.
OS RESTOS MORTAIS E A TRILHA DO PREDADOR 💀👣
Na terça-feira (22/04), o pior foi confirmado: partes do corpo de Jorge foram encontradas na mata, com marcas típicas de ataque de onça. A equipe de resgate identificou sinais claros do felino ao redor da área — um predador de quase 100 kg havia feito do caseiro sua presa.
CAÇADA SELVAGEM: A CAPTURA DO ANIMAL 🎯🐾
Depois de três dias de buscas intensas, com armadilhas, drones e especialistas, a onça foi finalmente capturada na madrugada de quinta-feira (24/04). O animal, um macho adulto e magro, foi sedado e levado para o CRAS (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres), em Campo Grande.
🧪 A onça agora passará por exames médicos, avaliações comportamentais e um monitoramento rigoroso para compreender os motivos do ataque e decidir seu futuro.
🌾 Falta de alimento natural: escassez de presas pode ter levado o animal a se aproximar de humanos.
🧬 Problemas de saúde ou debilidade física: o animal estava visivelmente magro.
🚷 Perda do medo do homem: contato frequente pode ter desencadeado comportamento atípico.
♀️ Período de reprodução: animais ficam mais agressivos e territoriais.
👨🔬 Gediendson Ribeiro, professor da UFMS, acompanhou a captura e alertou: “Ela está magra, muito magra. Agora, precisamos avaliar os próximos passos”.
UM ALERTA PARA TODO O BRASIL ⚠️🌍
O caso levanta discussões urgentes sobre o avanço humano sobre áreas silvestres. ONDE ESTÁ O LIMITE? A convivência com animais selvagens exige responsabilidade e planejamento. A tragédia do Jorge não pode ser tratada como exceção — ela é reflexo de um desequilíbrio que está só começando a mostrar suas garras.
🔒 Enquanto isso, o CRAS permanece fechado ao público, e a onça será observada até uma decisão sobre seu destino ser tomada.
“Baianópolis se despede de uma matriarca cuja força e sabedoria moldaram gerações.”
É com imenso pesar que o blog Dubai Em Pauta comunica o falecimento de Nelza Francisca Soares, ocorrido nesta terça-feira, 22 de abril de 2025, aos 89 anos.
Nascida em 1936, Dona Nelza foi uma mulher íntegra, de valores sólidos e exemplo de dedicação à família e à comunidade. Sua partida deixa um vazio imensurável em todos que a conheceram e admiraram.
Dona Nelza era mãe de Jandira Soares da Silva Xavier, ex-prefeita de Baianópolis, e acompanhou de perto a vida pública da filha, sempre com discrição, firmeza e sabedoria. Sua influência, marcada pela humildade e pelo senso de justiça, é lembrada como fonte de inspiração para muitas famílias do município.
Neste momento de dor, nos unimos em solidariedade aos filhos, netos, bisnetos e demais familiares, na certeza de que o legado deixado por Dona Nelza — de amor, fé e princípios — permanecerá vivo por muitas gerações.
🕊️ Que Deus a receba em paz e que conforte o coração de todos os que hoje choram sua partida.
A todos que têm demonstrado carinho e apoio à família, nosso sincero agradecimento. Baianópolis perde hoje uma de suas grandes matriarcas.
A verdade dos fatos no mais confiavel blog do Oeste Baiano