“A pior forma de desprezo é a indiferença.”(Albert Camus)
Escute a Matéria
Às vésperas dos festejos de SÃO SEBASTIÃO, a realidade do SEGUNDO DISTRITO DE LAGOA CLARA, em Baianópolis, é alarmante — e revoltante.
O que se vê hoje na vila é abandono:
ruas tomadas por areia,
vazamento de água correndo a céu aberto,
sujeira acumulada,
e moradores convivendo com o descaso justamente em um dos momentos mais importantes do calendário religioso e cultural da comunidade.
📍 LAGOA CLARA PEDE SOCORRO.
❌ FESTA TEM DATA. RESPEITO TAMBÉM DEVERIA TER.
Não se trata de luxo. Não se trata de obra milionária. Trata-se de manutenção básica, organização e respeito com quem mora ali.
É inadmissível que, na véspera de uma celebração tradicional como a de São Sebastião, a comunidade esteja entregue à própria sorte, convivendo com problemas que poderiam — e deveriam — ter sido resolvidos com antecedência.
🧭 QUEM MORA EM LAGOA CLARA NÃO É CIDADÃO DE SEGUNDA CLASSE
Os moradores do segundo distrito pagam impostos, votam, trabalham e mantêm viva a tradição local. Eles não podem ser lembrados apenas em época de discurso ou campanha.
A pergunta é direta: 👉 ONDE ESTÁ O CUIDADO COM O POVO DE LAGOA CLARA?
🔙 QUANDO O RESPEITO ERA REGRA, NÃO FAVOR
É impossível não comparar.
Na gestão passada, a vila de Lagoa Clara sempre recebeu atenção, cuidado e respeito — especialmente em períodos festivos. Havia planejamento, limpeza, organização e presença do poder público.
Hoje, infelizmente, o que se vê é ausência.
📢 A COMUNIDADE FALA. A GESTÃO PRECISA OUVIR.
Essa não é uma crítica vazia. É um pedido público de socorro, feito por quem vive o problema no dia a dia.
Lagoa Clara não pede milagre. Pede limpeza, conserto, organização e respeito.
✋ RESPEITO SE PROVA COM AÇÃO, NÃO COM PROMESSA
Ainda há tempo de agir. Ainda há tempo de corrigir.
Mas o silêncio e a omissão também são respostas — e o povo sabe reconhecer.
📌 LAGOA CLARA MERECE DIGNIDADE. 📌 O SEGUNDO DISTRITO NÃO PODE SER ESQUECIDO.
A construção de unidades habitacionais em Baianópolis, dentro do MCMV – NOVO PAC, NÃO É CONQUISTA DA ATUAL GESTÃO. É resultado de trabalho técnico, articulação política e capacidade administrativa da gestão passada, liderada pela ex-prefeita JANDIRA SOARES SILVA XAVIER.
Isso não é opinião. 📄 É DOCUMENTO OFICIAL.
O TERMO DE COMPROMISSO Nº 970723/2024/MCIDADES/CAIXA foi celebrado entre a União, por intermédio do Ministério das Cidades, representado pela Caixa Econômica Federal, e o Município de Baianópolis AINDA NA GESTÃO ANTERIOR.
Registrado no Transferegov.br. Assinado. Publicado. Válido.
👉 FATO CONSUMADO.
🧱 OBRA DE VERDADE NÃO NASCE EM REDE SOCIAL
Convênio federal não se cria com: ❌ postagem, ❌ vídeo editado, ❌ discurso bonito.
Convênio federal exige: ✔ projeto técnico aprovado, ✔ regularidade fiscal, ✔ capacidade de gestão, ✔ credibilidade institucional.
Tudo isso foi entregue NA GESTÃO PASSADA.
A atual administração apenas herdou o processo pronto — e agora tenta posar de autora da obra.
🚨 A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: ONDE FOI PARAR O DINHEIRO DE 2025?
Enquanto tentam surfar em conquistas alheias, a população segue esperando resposta para uma pergunta simples:
❓ ONDE FORAM APLICADOS OS MAIS DE R$ 90 MILHÕES QUE ENTRARAM NOS COFRES DO MUNICÍPIO EM 2025?
Até agora:
nenhuma explicação técnica consistente,
nenhum detalhamento claro,
nenhuma obra estrutural compatível com esse volume de recursos.
👉 Transparência não é favor. É obrigação.
📑 DOCUMENTO NÃO FAZ MARKETING. DOCUMENTO PROVA.
O Termo de Compromisso está aí, preto no branco:
objeto definido,
cláusulas claras,
obrigações pactuadas,
assinatura da ex-prefeita.
Quem tenta reescrever a história aposta que o povo não vai conferir. Mas documento público não mente — e não desaparece.
🔁 BAIANÓPOLIS SABE QUEM TRABALHOU. E SABE QUEM SÓ APARECE.
A comparação está posta:
de um lado, gestão que planejou e entregou;
do outro, gestão que se explica mal e entrega pouco.
Promessa passa. Discurso some. Mas obra contratada fica — e tem nome, data e gestão responsável.
📌 A memória do povo pode até ser desafiada. Mas o papel timbrado da União não.
“O CNPJ no campo não é apenas uma exigência burocrática — é uma nova era de formalização, transparência e integração do produtor rural ao sistema tributário nacional.”
A partir de 1º de janeiro de 2026, entra em vigor uma mudança histórica para o setor rural brasileiro: 👉 o CNPJ passa a ser exigido como identificador fiscal principal do produtor rural em operações tributárias e emissão de documentos fiscais.
A alteração integra o cronograma da Reforma Tributária e impacta desde grandes produtores até agricultores familiares que já operam no mercado formal.
💡 A medida faz parte do processo de padronização fiscal para implantação dos novos tributos:
🟢 CBS — Contribuição sobre Bens e Serviços (Federal)
🟣 IBS — Imposto sobre Bens e Serviços (Estados e Municípios)
Esses tributos entram em fase de transição em 2026.
🧾 O QUE MUDA NA PRÁTICA PARA O PRODUTOR RURAL
Até agora, muitos produtores emitiam documentos fiscais utilizando:
CPF
Inscrição Estadual
Cadastro Rural vinculado ao imóvel
Com a mudança:
👉 o CNPJ passa a ser o identificador fiscal principal do produtor
Isso significa:
✔ Unificação cadastral ✔ Padronização fiscal nacional ✔ Emissão de documentos eletrônicos no novo modelo tributário
Além disso, o novo CNPJ passa a ter estrutura alfanumérica, acompanhando a modernização dos sistemas fiscais.
📌 Durante o ano de 2026 será aplicada uma alíquota-teste de 1% nos novos tributos — apenas para fins de parametrização e ajustes de sistema, sem recolhimento efetivo.
🧑🌾 QUEM SERÁ OBRIGADO A TER CNPJ
Segundo orientações divulgadas por especialistas e órgãos fiscais:
➡ Produtores rurais com faturamento anual superior a R$ 3,6 milhões DEVEM se inscrever no CNPJ para cumprir a nova sistemática tributária.
➡ Produtores abaixo desse limite 👉 não terão obrigatoriedade automática mas poderão optar pelo cadastro — o que facilita:
emissão de notas eletrônicas
participação em cadeias formais de fornecimento
acesso a operações financeiras e crédito rural
⚠ Importante:
📎 A inscrição no CNPJ não transforma automaticamente o produtor em empresa Ela vale para fins fiscais e tributários vinculados à nova legislação.
🖥️ FIM DA NOTA FISCAL EM PAPEL — NOVO MODELO SERÁ DIGITAL
A partir de 5 de janeiro de 2026:
❌ notas fiscais em papel deixam de ser utilizadas ✔ todos os documentos passam a ser eletrônicos
O novo modelo inclui:
campos próprios para CBS e IBS
rastreabilidade digital
padronização nacional
Durante o período de transição:
🟡 o sistema funcionará em modo experimental 🟡 sem cobrança real dos novos tributos
“O agricultor é a pessoa mais importante do mundo.” — Thomas Jefferson
Escute a Matéria
O Congresso Nacional derrubou 52 vetos à Lei Geral do Licenciamento Ambiental (Lei 15.190/2025) e devolveu ao texto vários dispositivos que simplificam e até dispensam licença em determinadas situações.
Na prática, isso muda o jogo para quem produz no campo – especialmente no oeste da Bahia e em todo o MATOPIBA, onde agro e pecuária seguram a economia enquanto o papel ainda costuma travar muito projeto bom.
Esta matéria do Bahia em Pauta assume um lado claro: 👉 Estamos ao lado da produção rural responsável, da segurança jurídica e da agilidade. E isso passa por apoiar a nova lei – sem romantizar abuso ambiental, mas também sem aceitar que embargos e processos fiquem anos parados, estrangulando quem vive da terra.
O QUE MUDOU COM A NOVA LEI 📜⚖️
Com a derrubada dos vetos, voltam a valer pontos importantes da Lei 15.190/2025:
Dispensa de licenciamento em vários casos, especialmente:
manutenção e melhorias em infraestrutura já existente (estradas, linhas de energia, gasodutos etc.);
algumas atividades ligadas ao saneamento básico;
certas atividades rurais em imóveis com CAR ainda não homologado, desde que cumpridos critérios específicos.
Licenciamento simplificado, inclusive por meio da:
LAC – Licença por Adesão e Compromisso: o produtor/empreendedor declara que cumpre critérios e condicionantes previamente definidos, e o licenciamento sai de forma mais rápida para atividades de baixo e médio potencial poluidor;
LOC – Licença de Operação Corretiva, permitindo regularizar empreendimentos que já funcionam sem licença, desde que assumam ajustes e condicionantes.
Redefinição de papéis entre União, estados e municípios, com maior protagonismo dos entes estaduais e locais na definição de critérios, mantendo a lei federal como guarda-chuva.
Para o produtor, isso significa menos risco de cair em um limbo burocrático: embargo hoje, solução só daqui a anos, enquanto as contas, a folha da fazenda e o banco não esperam.
POR QUE ISSO INTERESSA DIRETAMENTE AO PRODUTOR DO CAMPO 🧑🌾💸
Quem trabalha com licenciamento e consultoria sabe:
embargos que demoram meses ou anos para serem analisados;
exigências que mudam no meio do caminho;
pareceres que não dialogam com a realidade econômica do interior.
O resultado é um prejuízo duplo:
o produtor perde safra, crédito e mercado;
o meio ambiente não ganha nada com processos parados e sem solução prática.
Com a nova lei e a derrubada dos vetos, a ideia é:
dar previsibilidade ao produtor que quer fazer certo;
diferenciar o pequeno, o médio e o grande, tanto em porte quanto em impacto;
focar a fiscalização em quem realmente insiste em descumprir a regra.
QUEM É PEQUENO, MÉDIO E GRANDE PRODUTOR? 🌾📊
Vamos ser didáticos, porque isso muda muita coisa em crédito, exigência ambiental e política pública.
1. Pelo bolso: classificação pela RECEITA BRUTA ANUAL (RBA)
Para fins de crédito rural, o Conselho Monetário Nacional e o Ministério da Agricultura utilizam a Receita Bruta Agropecuária Anual como referência:
🟢 Pequeno produtor rural
RBA de até R$ 500 mil/ano.
🟡 Médio produtor rural
RBA acima de R$ 500 mil até cerca de R$ 2,4 milhões/ano.
🔴 Grande produtor rural
RBA acima de R$ 2,4 milhões/ano.
Essa régua é nacional e vale também para produtores da Bahia. Ela é usada para desenhar linhas de crédito, juros menores, programas de apoio etc.
💡 Tradução prática:
O produtor familiar que toca a fazenda com a família e fatura menos é pequeno.
Quem já tem um pouco mais de estrutura, mecanização, área maior e vende volumes maiores entra como médio.
Grandes grupos, fazendas de alta escala e exportadores tendem a cair na faixa de grande produtor.
2. Pela terra: classificação pelo TAMANHO DA PROPRIEDADE (módulo fiscal)
Outra régua importante é o tamanho em área, medido em módulo fiscal – uma unidade que varia de município para município (pode ir de 5 a 110 hectares por módulo, dependendo do tipo de exploração e da região).
Pela Lei 8.629/1993 e normas do INCRA, a classificação é assim:
🟢 Pequena propriedade rural
Área de até 4 módulos fiscais.
🟡 Média propriedade rural
Área acima de 4 e até 15 módulos fiscais.
🔴 Grande propriedade rural
Área acima de 15 módulos fiscais.
Cada município da Bahia tem seu módulo fiscal definido pelo INCRA. Então, para saber se sua fazenda em Baianópolis, São Desidério, Correntina, Barreiras ou outro município entra como pequena, média ou grande, é preciso verificar o módulo fiscal local e fazer a conta.
👉 Por que isso importa? Porque várias políticas ambientais (Código Florestal, regras de Reserva Legal, flexibilizações para pequenas propriedades) e também decisões judiciais usam justamente o limite de 4 módulos fiscais para dar tratamento diferenciado ao pequeno produtor.
PEQUENO, MÉDIO E GRANDE IMPACTO: COMO O ESTADO DA BAHIA ENXERGA OS EMPREENDIMENTOS 🌎⚙️
Além do porte do produtor/propriedade, existe outra régua: porte e potencial poluidor do EMPREENDIMENTO.
Na Bahia, o Decreto Estadual nº 14.024/2012 (regulamentando a Política Estadual de Meio Ambiente) classifica as atividades em classes, combinando porte e potencial poluidor:
Classe 1 – pequeno porte, pequeno potencial poluidor
Classe 2 – médio porte e pequeno potencial OU pequeno porte e médio potencial
Classe 3 – pequeno porte e grande potencial OU médio porte e médio potencial
Classe 4 – grande porte e pequeno potencial OU pequeno porte e alto potencial
Classe 5 – grande porte e médio potencial OU médio porte e alto potencial
Classe 6 – grande porte e alto potencial poluidor
Traduzindo de forma simples:
🟢 Pequeno impacto → atividades de Classe 1 e parte da Classe 2
🟡 Médio impacto → atividades que caem nas Classes 2, 3 e 4, dependendo da combinação
🔴 Grande impacto → atividades tipicamente enquadradas nas Classes 5 e 6
E o que a nova lei faz, combinada com a realidade da Bahia?
Atividades de pequeno porte + pequeno/médio potencial podem ter licenciamento simplificado ou, em alguns casos, até dispensa de licença, de acordo com as listas e normas complementares (União, Estado, Município).
Já empreendimentos de alto potencial de impacto (grandes barragens, mineração pesada, obras complexas etc.) seguem precisando de análise mais robusta, muitas vezes com EIA/RIMA e múltiplas etapas de licença.
Ou seja: 👉 Não é todo mundo que vai se licenciar “num clique” ou ficar dispensado. 👉 Mas quem é pequeno ou médio, em atividade de menor impacto, tende a enfrentar menos burocracia e mais previsibilidade.
UM PASSO A FAVOR DO AGRO RESPONSÁVEL 🌾✅
Quem vive o dia a dia do campo sabe:
“Pagar o preço do errado a gente até entende. O problema é pagar pelo erro dos outros, por excesso de zelo sem prazo, por processo que não anda.”
A nova Lei de Licenciamento Ambiental, com os vetos derrubados, não é um salvo-conduto para destruir o meio ambiente. Ela continua exigindo:
CAR/CEFIR;
respeito a APP e Reserva Legal;
cumprimento de condicionantes;
fiscalização e punição para quem insiste em desmatar ou poluir fora da lei.Wikipédia+1
Mas, ao mesmo tempo, abre espaço para:
licenciamento mais rápido para quem está dentro dos critérios;
uso de instrumentos como LAC e LOC em atividades de menor ou médio impacto;
foco dos órgãos ambientais nos casos realmente graves, em vez de gastar energia com situação simples que poderia ser resolvida com orientação técnica e compromisso.
CONCLUSÃO: O JOGO FICA MAIS JUSTO PARA QUEM PRODUZ E QUER ANDAR NA LINHA 🧭🌱
A derrubada dos 52 vetos à Lei Geral do Licenciamento Ambiental representa, para o agro baiano:
mais segurança jurídica,
mais celeridade,
mais coerência entre o tamanho da atividade, o impacto real e a exigência ambiental.
Para o pequeno, o médio e o grande produtor, a mensagem é clara:
Quem produz com responsabilidade ganha uma lei que ajuda; quem insiste em ignorar regra continua sujeito a embargo, multa e ação judicial.
CHAMADA FINAL AO LEITOR DO BAHIA EM PAUTA 📣
Se você é produtor rural na Bahia – seja de 2, 20 ou 2.000 hectares –, agora é a hora de:
conferir em que faixa você se encaixa (pequeno, médio ou grande);
entender se sua atividade é de pequeno, médio ou grande impacto;
revisar seu CAR/CEFIR, licenças e passivos;
buscar orientação técnica para aproveitar a nova lei sem entrar em furada.
O licenciamento pode, sim, deixar de ser uma corrente no pé do agro e virar aquilo que sempre deveria ter sido:
👉 um instrumento para conciliar produção forte com respeito à terra, à água e às futuras gerações. 🌎🌾
“A verdadeira conquista do homem do campo é ver sua terra reconhecida, respeitada e registrada em seu nome.”
Escute a Matéria
Uma conquista histórica para Baianópolis e para quem sonha com o título da sua terra! 🌾
Baianópolis tem motivos de sobra para comemorar! A empresa Preservar Consultoria Ambiental LTDA acaba de ter seu cadastro oficialmente aprovado pela Superintendência de Desenvolvimento Agrário da Bahia (SDA), conforme a Portaria nº 90, de 28 de outubro de 2025.
Publicação em diário oficial
Essa aprovação representa um marco para o agronegócio familiar e o desenvolvimento rural no Oeste da Bahia, abrindo portas para que produtores rurais, posseiros e comunidades agrícolas finalmente tenham acesso à regularização fundiária — o tão sonhado título ou escritura definitiva de suas terras.
🌿 O QUE SIGNIFICA ESSE CADASTRO?
Com o credenciamento junto à SDA, a Preservar Consultoria Ambiental está autorizada a realizar a escrituração de áreas rurais, dentro dos programas estaduais de regularização e titulação de terras.
Ou seja, o produtor não precisa mais depender de convênios com prefeituras — agora pode procurar diretamente a Preservar para dar entrada na sua documentação e garantir que sua propriedade seja reconhecida oficialmente pelo Governo do Estado.
💼 VANTAGENS PARA OS PRODUTORES
✅ Segurança Jurídica: a titulação garante o reconhecimento oficial da posse, protegendo o produtor de disputas e invasões. ✅ Acesso a Crédito Rural: com o título em mãos, o agricultor pode financiar projetos, maquinários, e expandir a produção. ✅ Valorização da Propriedade: terras regularizadas valem mais e podem ser negociadas legalmente. ✅ Autonomia: o produtor não depende de intermediários para protocolar sua regularização.
🌎 UMA CONQUISTA BAIANOPOLENSE
A Preservar, sediada em Baianópolis, vem se destacando pela seriedade e pelo compromisso com o desenvolvimento sustentável no campo. Essa conquista é também um reconhecimento ao trabalho técnico e à confiança construída junto aos produtores da região.
“Agora é oficial! A Preservar está cadastrada na SDA. Isso significa que podemos iniciar os trabalhos de escrituração e garantir que cada produtor tenha o documento da sua terra nas mãos!”, destacou a equipe técnica da empresa.
✍️ E AGORA?
Com o cadastro ativo, a Preservar já está recebendo novos agendamentos para regularização de áreas em Baianópolis e nos municípios vizinhos. Os interessados podem entrar em contato para iniciar a análise da propriedade e saber quais documentos são necessários para dar entrada no processo.
O prazo mudou, mas o GEO continua obrigatório: saiba o que diz o Decreto nº 12.689/2025
Escute a Matéria
Nos últimos dias, muita gente ficou confusa com a notícia sobre o Decreto nº 12.689, publicado em 21 de outubro de 2025, que prorrogou um dos prazos ligados ao georreferenciamento de imóveis rurais.
Nas redes, circulou a informação de que o governo teria prorrogado o prazo do georreferenciamento (GEO), mas não é bem assim. Vamos esclarecer:
👉 O que foi prorrogado não é o prazo para fazer o georreferenciamento em si, mas sim o prazo para que a certificação do georreferenciamento — feita pelo INCRA através do sistema SIGEF (Sistema de Gestão Fundiária) — se torne obrigatória.
📍 Georreferenciamento não é o mesmo que Certificação
O georreferenciamento é o levantamento técnico realizado pelo profissional credenciado, que mede os limites da propriedade e produz a planta e o memorial descritivo.
Já a certificação é o passo seguinte: é o momento em que o INCRA confere se o trabalho está dentro das normas técnicas, verifica sobreposições de áreas, credenciamento do profissional, e então valida oficialmente a planta e o memorial descritivo.
Ou seja:
Georreferenciar = medir e produzir a planta.
Certificar = o INCRA validar essa medição.
🗺️ A prorrogação não suspende o uso do GEO
Mesmo com a prorrogação da obrigatoriedade da certificação, todos os procedimentos rurais continuam exigindo planta e memorial descritivo.
Portanto, se você vai:
Fazer desmembramento ou remembramento de área rural;
Realizar usucapião ou extinção de condomínio rural;
Ou qualquer outro procedimento que envolva atualização de limites e áreas;
➡️ Ainda será necessário apresentar o georreferenciamento.
O que muda, por enquanto, é apenas o prazo para tornar obrigatória a certificação pelo INCRA.
💬 Fique atento!
A confusão é comum, mas entender a diferença entre georreferenciamento e certificação evita atrasos, erros e gastos desnecessários.
Em resumo: o Decreto nº 12.689/2025 não acabou com o georreferenciamento, apenas adiou a obrigatoriedade da certificação pelo SIGEF.
✍️ Matéria do blog Dubai em Pauta — levando informação clara sobre o campo, a lei e o produtor rural. 📌 Fonte: Decreto nº 12.689/2025 e orientações técnicas de profissionais do setor fundiário.
Por Redação | Dubai Em Pauta — 09 de outubro de 2025
Escute a Matéria
O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA) publicou a Portaria nº 33.788, de 16 de setembro de 2025, suspendendo temporariamente a emissão e os efeitos das Declarações de Queima Controlada (DQC) em diversos municípios baianos. A decisão foi tomada em meio ao período mais crítico de estiagem no estado e tem como objetivo evitar o aumento dos incêndios florestais, que vêm preocupando autoridades e produtores rurais.
🌡️ PERÍODO CRÍTICO E RISCO ELEVADO
Segundo o INEMA, a medida é necessária diante da sazonalidade climática, que aumenta o risco de queimadas acidentais ou fora de controle. “É um momento em que o vento e a baixa umidade tornam qualquer foco de fogo uma ameaça real aos ecossistemas e propriedades rurais”, afirmou o diretor-geral do INEMA, Eduardo Farias Topázio.
Com isso, estão suspensas as solicitações e emissões de DQC nos municípios listados no Anexo I da Portaria, podendo haver revisões conforme o comportamento climático das próximas semanas.
🚜 EXCEÇÕES E JUSTIFICATIVAS
A portaria permite exceções apenas em casos indispensáveis às atividades agrossilvopastoris, mediante justificativa técnica assinada por profissional habilitado — como engenheiros agrônomos ou gestores ambientais. Ou seja, quem precisar realizar a queima por motivos agrícolas deverá comprovar tecnicamente a necessidade e adotar todas as medidas preventivas exigidas.
O texto também determina que as Declarações de Queima emitidas antes da publicação da portaria ficam suspensas, perdendo efeito até nova autorização do INEMA.
⚖️ FISCALIZAÇÃO E PENALIDADES
O órgão estadual reforçou que o descumprimento das normas acarretará penalidades ambientais e administrativas, incluindo multas e cancelamento da autorização. A fiscalização será intensificada em todo o território baiano, especialmente em regiões com histórico de queimadas ilegais e grande concentração de pastagens e áreas agrícolas.
🌱 CONSCIENTIZAÇÃO E SUSTENTABILIDADE
A medida do INEMA reforça a necessidade de manejo responsável e sustentável do solo, com foco em práticas alternativas à queima, como o uso de técnicas mecânicas e roçadas seletivas. Em nota, o órgão destacou que “a preservação dos recursos naturais é responsabilidade de todos, e a prevenção é sempre o melhor caminho”.
📍 MUNICÍPIOS AFETADOS
A lista completa dos municípios com suspensão da DQC consta no Anexo I da Portaria nº 33.788/2025, disponível no site oficial do INEMA. A atualização dessa lista poderá ocorrer a qualquer momento, conforme as análises técnicas do órgão e as condições climáticas regionais.
💬 MENSAGEM FINAL
🔥 “A proibição temporária é um alerta: é hora de preservar, não de queimar.”
O Dubai Em Pauta seguirá acompanhando a evolução das medidas preventivas e o impacto ambiental no estado da Bahia, especialmente no Oeste Baiano e região do MATOPIBA, onde o uso do fogo no manejo do solo ainda é uma prática comum, porém arriscada.
📌 FONTE: Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA) 📅 PORTARIA Nº 33.788, DE 16 DE SETEMBRO DE 2025
“Cidades se tornam grandes não pelo tamanho de suas obras, mas pela grandeza do cuidado com as pessoas.” 🌱⚽🌍
Escute a Matéria
Baianópolis respira futebol, mas também precisa respirar segurança e qualidade de vida. Nosso campo municipal de 10.000 m², cercado por mureta e tela, é hoje apenas um espaço para jogos ocasionais. Mas o que poderia ser um símbolo de convivência comunitária, ainda está longe do seu potencial.
Do lado de fora, 5.700 m² de área aguardam por uma transformação que pode mudar a história da cidade.
🏃 Uma pista para salvar vidas
Todos sabemos: centenas de pessoas caminham diariamente na beira do asfalto das rodovias. Muitas vezes de madrugada ou à noite, quando os riscos são ainda maiores. Baianópolis já chorou vidas perdidas em acidentes que poderiam ter sido evitados. A solução está diante de nós: uma pista asfáltica de 5.000 m² em volta do campo — um espaço seguro, moderno e acessível para caminhadas, corridas e pedaladas.
🌳 Parque infanto-juvenil com alma sustentável
Dentro do espaço, 700 m² seriam dedicados às crianças e jovens, com um playground de madeira proveniente de reflorestamento. Além disso, o plantio de árvores nativas do Cerrado traria sombra, frescor e saúde, transformando o campo em um lugar vivo e agradável em todas as estações.
🍹 Quiosques e oportunidades para o povo
Um espaço de aproximadamente 1.000 m² poderia receber quiosques comunitários, fomentando o empreendedorismo local. É lazer, mas também é geração de renda e emprego.
💰 Investimento com retorno incalculável
Área asfaltada: 5.000 m²
Espessura: 4 cm
Massa asfáltica: 470 toneladas
Custo estimado: R$ 235 mil
Um valor realista, possível dentro do orçamento municipal, e que retornará à cidade em forma de saúde, lazer, segurança e inclusão social.
“Uma cidade só cresce de verdade quando investe em sua gente.”
📌 Essa é a proposta que levamos ao Poder Público Municipal de Baianópolis: transformar o campo em um complexo de esporte, lazer e convivência comunitária, que traga vida, oportunidades e segurança para todos.
“Trabalhadores do mundo, uni-vos; nada tendes a perder a não ser vossas correntes – Karl Marx”
Escute a matéria
Um marco histórico para a valorização da categoria ✊
Baianópolis está prestes a viver um momento histórico para todos os servidores públicos municipais. No próximo dia 15 de setembro de 2025, às 10h30, no Espaço Verde, será realizada a Assembleia Geral de Fundação do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Baianópolis – SISMUB.
Com base na Portaria nº 3.473/2023 do MTE, esta iniciativa surge como resposta à necessidade urgente de fortalecer a voz dos trabalhadores municipais, garantindo representatividade, defesa de direitos e melhores condições de trabalho.
📌 Por que o SISMUB é tão importante?
Unidade da categoria: servidores unidos têm mais força para dialogar com a gestão municipal.
Garantia de direitos: um sindicato forte é quem fiscaliza, cobra e protege contra abusos ou descumprimento de leis trabalhistas.
Conquistas coletivas: somente através da organização sindical é possível lutar por melhores salários, condições de trabalho, planos de carreira e valorização profissional.
📢 Convocação urgente aos servidores!
Este é o momento de fazer história em Baianópolis. A criação do SISMUB depende da presença e do apoio dos servidores públicos municipais. Não basta torcer de longe: é preciso estar presente, votar e participar.
⚠️ O futuro dos servidores municipais começa agora. Não falte!
✊ Unidos somos fortes!
A fundação do SISMUB é um divisor de águas para Baianópolis. A ausência dos servidores nesta assembleia pode significar o enfraquecimento da categoria. A presença massiva, por outro lado, será a garantia de que a voz do servidor não será silenciada.
🚨 Servidores de Baianópolis: este é o chamado! O sindicato nasce para você, mas só existe com você.
“O futuro da agricultura está na terra, mas também na forma como cuidamos dela.” 🌱
Escute a Matéria
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou o programa BNDES Bioinsumos, que destinará R$ 60 milhões em recursos não reembolsáveis para fortalecer a produção de bioinsumos por cooperativas da agricultura familiar em todo o Brasil. A iniciativa foi anunciada durante o Semiárido Show, em Petrolina (PE), e promete revolucionar o campo com mais sustentabilidade e autonomia produtiva. 🚜✨
💰 COMO FUNCIONA O PROGRAMA
➡️ Os recursos virão do Fundo Socioambiental do BNDES, com apoio técnico da Embrapa, e serão distribuídos por meio de uma chamada pública nacional. ➡️ O foco será em cooperativas do Norte e Nordeste, incentivando a criação de unidades industriais e semi-industriais para a produção de bioinsumos. ➡️ A medida busca reduzir custos de produção, fortalecer sistemas agroecológicos e ampliar o acesso a tecnologias mais limpas.
🌿 O QUE SÃO BIOINSUMOS?
Bioinsumos são produtos de origem biológica utilizados na agricultura para substituir ou reduzir o uso de químicos. Entre eles estão:
Inoculantes e bioestimulantes com fungos e bactérias;
Microrganismos e insetos para controle biológico de pragas;
Biofertilizantes feitos a partir de biomassa vegetal e compostagem.
Essas soluções permitem produção mais saudável, sustentável e acessível, fortalecendo a autonomia da agricultura familiar. 🌍
🗣️ DECLARAÇÃO DE IMPACTO
O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, destacou a importância da medida:
“Além de contribuir com o aumento da produção de alimentos saudáveis, garantindo a segurança e soberania alimentar e nutricional, essa iniciativa fortalece a geração de renda de cooperativas da agricultura familiar, ao ampliar o acesso aos bioinsumos, com menores custos e maior produtividade.”
🚀 IMPACTO PARA O CAMPO
A liberação dos recursos traz benefícios diretos como:
Mais autonomia produtiva para agricultores familiares;
Redução de custos com insumos químicos;
Fortalecimento da segurança alimentar com alimentos mais saudáveis;
Desenvolvimento regional nas áreas historicamente mais carentes de investimento.
📌 Agora, com a chamada pública prestes a ser lançada, cooperativas terão a oportunidade de investir em um futuro mais sustentável, garantindo produção limpa, renda no campo e fortalecimento da agricultura familiar brasileira.
A verdade dos fatos no mais confiavel blog do Oeste Baiano