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Dubai Em Pauta - Baianópolis, Bahia é um blog dedicado a compartilhar informações, notícias e curiosidades sobre Baianópolis, uma cidade cheia de cultura, tradição e potencial no interior da Bahia. Nosso objetivo é destacar tudo o que acontece na região, desde eventos locais e iniciativas culturais até temas como turismo, economia, desenvolvimento e cotidiano da população. Com uma abordagem dinâmica e informativa, Dubai Em Pauta busca conectar os moradores e divulgar o que Baianópolis tem de melhor, valorizando sua história, seu povo e suas oportunidades.

Brasil Aprova Novo Marco do Licenciamento Ambiental: Avanço ou Retrocesso?

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Na madrugada de 17 de julho de 2025, a Câmara dos Deputados aprovou o PL 2.159/21 – apelidado por críticos de “PL da Devastação” – com alterações que reduzem as exigências de licenciamento ambiental, criando novas modalidades simplificadas. A proposta segue agora para sanção presidencial.


1. O que mudou no PL 2.159/21

  • Introdução de novas licenças:
    • Licença Ambiental Especial (LAE): permite concessão simplificada até para empreendimentos com risco significativo de degradação.
    • Licença por Adesão e Compromisso (LAC): dispensa análise individual em atividades de baixo ou médio impacto, mediante auto‑declaração.
  • Setores isentos de licenciamento:
    • Agronegócio, saneamento básico e outros empreendimentos estratégicos entram em lista prioritária.
  • Revogação parcial da Lei da Mata Atlântica:
    • Parte da legislação de proteção ambiental do bioma foi revogada, diminuindo controles federais.
  • Mineração sem tutela do Conama:
    • Para empreendimentos minerais de alto porte/risco, normas do Conama ficam suspensas até nova lei específica.

2. Votação e tramitação

  • Apontado por relator Zé Vitor (PL‑MG) como resultado de “amplo debate” envolvendo 31 emendas do Senado – 29 dele incorporadas ao texto.
  • Aprovado por 267 votos a 116 em plenário, o projeto agora aguarda sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

3. Reações

  • Ambientalistas e entidades:
    • Denominam o texto de “PL da Devastação”, apontando risco de retrocesso ambiental, insegurança jurídica e enfraquecimento da proteção legal.
    • O Observatório do Clima e ONGs demonstram preocupação com o impacto das mudanças na imagem diplomática do Brasil, especialmente antes da COP30.
  • Setor produtivo (agro, indústria, energia):
    • Recebem o marco legal unificado como avanço; ressaltam que mais de 5 mil obras estão paralisadas por falta de licenciamento.

4. Impactos potenciais

Área afetadaConsequência esperada
Agilidade vs. riscosAumento na liberação de obras, mas vazios jurídicos e menor fiscalização
Mineração & petróleoMaior flexibilidade com riscos elevados, especialmente em zonas sensíveis
Biomas protegidosFragilidade na aplicação da Lei da Mata Atlântica
Imagem internacionalContradição nas metas climáticas brasileiras

5. O que vem a seguir?

  • Sanção presidencial: o presidente tem a opção de sancionar integralmente, vetar partes ou enviar vetos parciais.
  • Possibilidade de judicialização: críticas indicam que o texto pode entrar em conflito com decisões do STF e tratados internacionais.
  • Atenção internacional: a COP30 acontece em breve e representará palco para o Brasil defender sua posição.

💡 Conclusão para o Dubai em Pauta

O PL 2.159/21 representa um divisor de águas que promete acelerar o desenvolvimento, em troca de um controle ambiental mais frouxo. Levanta debate intenso entre usos imediatos de recursos naturais e preservação dos ativos ambientais de longo prazo – especialmente relevante em um ano decisivo para negociações climáticas globais.


🔍 Link do vídeo

🎥 Assista ao resumo direto do Plenário
O vídeo da TV Câmara traz os bastidores e as justificativas apresentadas pelos deputados na aprovação do PL 2.159/21. Assista com atenção e reflita: o que está em jogo quando se afrouxa a proteção ambiental no Brasil?


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Leia e comente: você acha que o Brasil precisa ir mais longe para agilizar licenças ou é hora de fortalecer a proteção ambiental? Deixe seu comentário!

🇧🇷📉 Tarifa de 50%: Trump impõe sanção histórica ao Brasil e escancara o resultado da diplomacia desastrosa

“Na diplomacia, não há espaço para ideologia — só para interesses.”
— Henry Kissinger

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O anúncio de uma tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras aos Estados Unidos, feito por Donald Trump nesta semana, expõe muito mais do que uma disputa comercial: revela a crescente perda de credibilidade do Brasil no cenário internacional, consequência direta das decisões equivocadas e da instabilidade ideológica do atual governo.

Embora o Planalto e sua base aliada tentem empurrar a narrativa de que a medida seria fruto de um suposto “pedido pessoal da família Bolsonaro”, como se esta tivesse tamanho poder sobre a maior economia do mundo, a realidade é outra — bem mais dura e difícil de manipular com hashtags e discursos militantes.

🎭 A falsa narrativa do “Trump bolsonarista”

Ao invés de reconhecer os erros diplomáticos acumulados nos últimos anos, o governo Lula preferiu seguir o manual do populismo: culpar o antecessor e tentar transformar um revés internacional em palanque político. A estratégia é clara — angariar engajamento nas redes sociais e desviar o foco da crescente insatisfação popular com a condução do país.

No entanto, os fatos não sustentam essa farsa:

  • A carta de Trump não cita Bolsonaro diretamente, mas sim acusações ao governo atual sobre barreiras comerciais, restrições digitais e aproximação com regimes antagônicos aos EUA.
  • O texto deixa explícita a disposição para diálogo e ajuste futuro: “Estas Tarifas podem ser modificadas, para cima ou para baixo, dependendo da nossa relação com o seu País. Você nunca ficará desapontado com os Estados Unidos da América.”
  • Ou seja, o que se apresenta não é um ataque fechado, mas um sinal de alerta — e de oportunidade. Porém, o governo prefere gritar “golpe internacional” do que sentar à mesa com seriedade.

💣 O preço de apostar contra o Ocidente

A diplomacia ideológica do governo brasileiro — marcada por discursos contra o dólar, apoio explícito à China e expansão de um BRICS cada vez mais antagônico ao Ocidente — provoca reações inevitáveis. A tarifa é o reflexo do Brasil estar se posicionando não mais como parceiro confiável, mas como um aliado circunstancial de regimes autoritários.

📉 Dados não mentem: reprovação e desgovernança

Enquanto o governo insiste na vitimização internacional, a realidade interna se deteriora. A reprovação sobe, os mercados reagem com desconfiança, e o Brasil caminha a passos largos para um isolamento diplomático inédito.
A tarifa de 50% é o reflexo direto da desorganização estratégica de um governo mais preocupado com pautas ideológicas do que com o bem-estar do país.

⚠️ Efeitos práticos: do campo à indústria

O setor produtivo brasileiro, especialmente no agro e na indústria de base, já sente o baque. Com a tarifa, os EUA deixam de ser um mercado competitivo para carne, aço, suco de laranja e café — produtos que sustentam regiões inteiras, como o MATOPIBA e o Centro-Oeste.
Se o governo insiste na retaliação — como aventado por Lula —, a situação tende a se agravar, afastando investidores e abrindo espaço para novos embargos.


✍️ Editorial Dubai em Pauta

O Brasil está em uma encruzilhada histórica: ou retoma uma política externa pragmática e aberta ao diálogo com as democracias liberais, ou continuará pagando caro pela ideologização de sua diplomacia.

A carta de Trump não é apenas um aviso. É uma chance de repensar. O governo brasileiro, no entanto, prefere o teatro político à diplomacia real — e quem perde com isso é o povo.

A porta está aberta. Mas o governo parece mais interessado em bancar o perseguido do que agir como estadista.

🐗 Abatido javali de mais de 300 kg no interior do Brasil: risco à segurança ou exagero nas redes?

“O avanço descontrolado dos javalis representa hoje uma das maiores ameaças à segurança rural e ao equilíbrio ambiental no Brasil.”

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Foto: Ronaldo Simões

Uma verdadeira fera silvestre. Assim foi descrito o javali de mais de 300 quilos e 2,2 metros de comprimento abatido por caçadores experientes no interior do Brasil. A cena, registrada em vídeo e rapidamente viralizada nas redes sociais, reacende um velho debate: até que ponto o javali deixou de ser praga para se tornar um risco direto à vida humana e animal?

O caso aconteceu em uma área rural cuja localização exata não foi divulgada por segurança, mas os autores do abate garantem que o animal vinha atacando plantações, destruindo cercas e até representando ameaça a animais de criação.


📉 Invasão descontrolada e prejuízos milionários

O javali (Sus scrofa) é uma espécie exótica e invasora no Brasil, introduzida inicialmente com fins comerciais, mas que fugiu ao controle nas últimas décadas. Estima-se que os prejuízos causados por essa espécie já superem R$ 300 milhões anuais no agronegócio brasileiro, segundo dados de institutos agropecuários.

De apetite voraz e força descomunal, esses animais devastam lavouras inteiras em poucas horas, além de competirem com espécies nativas, danificar nascentes e servir de vetor para doenças como a febre aftosa e a peste suína africana.


🎯 Caça liberada, mas regulamentada

Diante do avanço da espécie, o Ibama autorizou o controle populacional por meio da caça, desde que seja feita por pessoas habilitadas e com registros ativos no Exército e no órgão ambiental. A prática, no entanto, segue sendo tema de polêmica entre ambientalistas e produtores.

Há quem defenda métodos alternativos de controle, como armadilhas e cercamentos, enquanto caçadores especializados garantem que o abate é, hoje, o único caminho eficaz para conter os estragos provocados pelos javalis — que se reproduzem a uma taxa impressionante: uma fêmea pode gerar até 60 filhotes ao longo da vida.


👀 Sensacionalismo ou realidade rural?

A imagem do javali abatido, com proporções dignas de filme de terror, gerou espanto. Muitos chegaram a questionar a veracidade da cena, alegando montagem ou exagero. Especialistas, porém, confirmam: embora raro, javalis acima dos 300 kg existem — especialmente em regiões com fartura de alimento e pouco controle populacional.

“É o resultado direto do abandono das políticas de controle e da ausência de predadores naturais”, afirmou um biólogo que preferiu não se identificar.


✍️ Editorial Dubai Em Pauta

A aparição e o abate do “javali gigante” não são apenas um espetáculo visual de redes sociais. Eles são o retrato cru de um problema ambiental sério, negligenciado por décadas. O que antes era considerado exótico, hoje ameaça plantações, rebanhos e até pessoas.

Enquanto o Estado não enfrenta com firmeza a questão do javali, quem sofre são os pequenos produtores. E o campo, que já enfrenta tantas batalhas diárias, não pode ser obrigado a conviver com um inimigo de 300 quilos solto na mata.


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🇧🇷🤝🇺🇸 Brasil recusa proposta dos EUA de classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas

📍 Decisão reacende debate sobre soberania, segurança nacional e cooperação internacional

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O governo brasileiro rejeitou oficialmente uma proposta dos Estados Unidos para que as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) fossem reconhecidas como organizações terroristas. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (07) pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Segundo o veículo, a proposta partiu de órgãos de segurança dos EUA que alegam atuação dessas facções em pelo menos 12 estados americanos, com envolvimento em crimes transnacionais como tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro.


🧨 Classificação como terroristas traria sanções severas

Caso o Brasil aceitasse a sugestão americana, as facções seriam enquadradas sob a legislação antiterrorismo dos EUA, o que abriria margem para sanções financeiras, bloqueios de bens e ações de inteligência em escala internacional, inclusive contra integrantes e financiadores suspeitos no Brasil.

Essa designação é usada pelos EUA contra grupos como Al-Qaeda, Estado Islâmico, Hezbollah e cartéis mexicanos.


🇧🇷 Resposta brasileira: firmeza sem subordinação

Em resposta, o governo brasileiro refutou a necessidade de classificar as facções como terroristas, argumentando que o país já aplica medidas eficazes de combate ao crime organizado, como:

  • Isolamento dos principais líderes em presídios federais de segurança máxima;
  • Operações integradas entre Polícia Federal, Ministérios Públicos Estaduais e Forças de Segurança;
  • Cooperação internacional no âmbito da Interpol e outras redes multilaterais de combate ao narcotráfico.

Fontes do Itamaraty e do Ministério da Justiça afirmam que aceitar a proposta americana implicaria submeter a política penal brasileira a um enquadramento jurídico estrangeiro e poderia causar efeitos jurídicos e políticos irreversíveis no sistema interno.


🎯 O que está em jogo?

A recusa não significa leniência, mas sim uma defesa da soberania nacional sobre sua política de segurança. O Brasil segue tratando o crime organizado como uma grave ameaça à ordem pública, mas evita vincular o tema à tipificação internacional do terrorismo, que possui implicações geopolíticas sensíveis.

Além disso, especialistas alertam para o risco de internacionalização forçada do combate ao crime, que poderia militarizar ainda mais as relações entre países latino-americanos e os EUA.


✍️ Editorial Dubai Em Pauta

A tentativa dos EUA de rotular o PCC e o CV como terroristas esbarra na autonomia do Brasil em gerir seu sistema penal. O crime organizado precisa, sim, ser combatido com rigor, mas sem abrir mão da soberania jurídica nacional.

Aceitar essa classificação seria como permitir que a política criminal do Brasil seja terceirizada por pressões externas. O combate à violência não se faz com etiquetas, mas com estratégia, inteligência e ação conjunta eficaz — sem baixar a cabeça para interesses que não são os nossos.


📲 Acompanhe o Dubai Em Pauta e fique por dentro das decisões que moldam o Brasil no cenário global!
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🔥 STF AUTORIZA DESAPROPRIAÇÃO DE TERRAS POR INCÊNDIO E DESMATAMENTO ILEGAL

🛑 Decisão polêmica acende alerta sobre insegurança jurídica no campo

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📍 Brasília – O Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou uma medida inédita e controversa: a desapropriação de terras atingidas por incêndios criminosos e desmatamento ilegal. A decisão, classificada por especialistas como um “marco” na jurisprudência ambiental, está sendo vista por alguns como avanço na proteção dos biomas – e por outros como um grave risco à segurança jurídica no campo brasileiro.

Segundo o entendimento da Corte, propriedades devastadas por ações ilícitas poderão ser tomadas pelo Estado, sem indenização aos donos, caso fique comprovado o envolvimento direto com os crimes ambientais. A base legal citada é o artigo 243 da Constituição Federal, já utilizado em casos de trabalho escravo e cultivo de drogas.


🌱 Ministério do Meio Ambiente defende medida rigorosa

A ministra Marina Silva, do Meio Ambiente, afirmou que a ação visa frear práticas recorrentes de grilagem e queimada premeditada. “Não podemos tolerar estratégias que destroem a floresta para depois forçar a regularização fundiária”, disse. O governo já contabiliza mais de 30 inquéritos abertos para apurar incêndios de origem criminosa no país.


🚨 Produtores rurais reagem com preocupação

Em nota oficial, a Sociedade Rural Brasileira (SRB) criticou a medida, alegando que ela pode “relativizar o direito de propriedade” e punir inocentes. A entidade pediu rigor na apuração dos fatos e destacou o receio de que a desapropriação recaia sobre proprietários que não participaram diretamente das ações criminosas.

“Sem garantias claras de defesa e comprovação, a medida abre brecha para injustiças”, afirma o texto da SRB.


⚖️ Avanço ambiental ou risco à legalidade?

Especialistas divergem sobre os impactos da medida. Ambientalistas veem a decisão como uma resposta firme diante da devastação dos biomas. Já juristas alertam que o excesso de poder estatal sem critérios técnicos robustos pode ferir direitos fundamentais, inclusive o princípio da ampla defesa e do contraditório.

“O combate ao crime ambiental deve ser firme, mas dentro do devido processo legal. Não podemos trocar o caos ambiental por um caos jurídico”, afirmou um professor de Direito Ambiental ouvido por nossa redação.


📌 O que muda na prática?

A decisão não atinge qualquer terra afetada por incêndios, mas sim aquelas onde houver comprovação da participação do proprietário nos crimes. O governo ainda avalia como será a implementação prática da norma, que deverá respeitar os trâmites legais e administrativos de apuração e julgamento.


✍️ Editorial Dubai Em Pauta

O STF sinaliza com essa decisão que a responsabilidade ambiental não pode mais ser terceirizada. A terra, enquanto bem econômico, também carrega uma função social e ecológica. No entanto, é essencial que o combate à ilegalidade não viole os fundamentos do Estado de Direito. Avançar na proteção ambiental não pode significar retroceder na garantia de direitos.

🐾 TRAGÉDIA NO PANTANAL: ONÇA-PINTADA MATA CASEIRO E É CAPTURADA APÓS CAÇADA IMPLACÁVEL! 🚨

“Quando a natureza é empurrada ao limite, ela responde — e às vezes, com garras e dentes.”

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UMA MADRUGADA DE TERROR NO CORAÇÃO DO PANTANAL 🌑🐆

A pacata rotina do pesqueiro Touro Morto, às margens do rio Miranda em Aquidauana (MS), foi interrompida por uma tragédia brutal. Jorge Ávalo, conhecido como “Jorginho”, de 60 anos, foi atacado e morto por uma onça-pintada, animal símbolo do Pantanal. Ele trabalhava no local há mais de 20 anos e era conhecido por fotografar e admirar os felinos da região — até se tornar vítima de um deles.

⚠️ O alerta foi dado por um pescador que foi ao local comprar mel e encontrou sinais de sangue, pegadas de felino e nenhum sinal de Jorge. A Polícia Militar Ambiental foi acionada e iniciou as buscas imediatamente.

OS RESTOS MORTAIS E A TRILHA DO PREDADOR 💀👣

Na terça-feira (22/04), o pior foi confirmado: partes do corpo de Jorge foram encontradas na mata, com marcas típicas de ataque de onça. A equipe de resgate identificou sinais claros do felino ao redor da área — um predador de quase 100 kg havia feito do caseiro sua presa.

CAÇADA SELVAGEM: A CAPTURA DO ANIMAL 🎯🐾

Depois de três dias de buscas intensas, com armadilhas, drones e especialistas, a onça foi finalmente capturada na madrugada de quinta-feira (24/04). O animal, um macho adulto e magro, foi sedado e levado para o CRAS (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres), em Campo Grande.

🧪 A onça agora passará por exames médicos, avaliações comportamentais e um monitoramento rigoroso para compreender os motivos do ataque e decidir seu futuro.

O QUE LEVOU A ONÇA A ATACAR UM HUMANO? 🤔❗

Especialistas levantam hipóteses preocupantes:

  • 🌾 Falta de alimento natural: escassez de presas pode ter levado o animal a se aproximar de humanos.
  • 🧬 Problemas de saúde ou debilidade física: o animal estava visivelmente magro.
  • 🚷 Perda do medo do homem: contato frequente pode ter desencadeado comportamento atípico.
  • ♀️ Período de reprodução: animais ficam mais agressivos e territoriais.

👨‍🔬 Gediendson Ribeiro, professor da UFMS, acompanhou a captura e alertou: “Ela está magra, muito magra. Agora, precisamos avaliar os próximos passos”.

UM ALERTA PARA TODO O BRASIL ⚠️🌍

O caso levanta discussões urgentes sobre o avanço humano sobre áreas silvestres. ONDE ESTÁ O LIMITE? A convivência com animais selvagens exige responsabilidade e planejamento. A tragédia do Jorge não pode ser tratada como exceção — ela é reflexo de um desequilíbrio que está só começando a mostrar suas garras.

🔒 Enquanto isso, o CRAS permanece fechado ao público, e a onça será observada até uma decisão sobre seu destino ser tomada.

🖤 NOTA DE PESAR – NELZA FRANCISCA SOARES

“Baianópolis se despede de uma matriarca cuja força e sabedoria moldaram gerações.”

É com imenso pesar que o blog Dubai Em Pauta comunica o falecimento de Nelza Francisca Soares, ocorrido nesta terça-feira, 22 de abril de 2025, aos 89 anos.

Nascida em 1936, Dona Nelza foi uma mulher íntegra, de valores sólidos e exemplo de dedicação à família e à comunidade. Sua partida deixa um vazio imensurável em todos que a conheceram e admiraram.

Dona Nelza era mãe de Jandira Soares da Silva Xavier, ex-prefeita de Baianópolis, e acompanhou de perto a vida pública da filha, sempre com discrição, firmeza e sabedoria. Sua influência, marcada pela humildade e pelo senso de justiça, é lembrada como fonte de inspiração para muitas famílias do município.

Neste momento de dor, nos unimos em solidariedade aos filhos, netos, bisnetos e demais familiares, na certeza de que o legado deixado por Dona Nelza — de amor, fé e princípios — permanecerá vivo por muitas gerações.

🕊️ Que Deus a receba em paz e que conforte o coração de todos os que hoje choram sua partida.

A todos que têm demonstrado carinho e apoio à família, nosso sincero agradecimento. Baianópolis perde hoje uma de suas grandes matriarcas.

🚨 AMEAÇA VELADA NA CÂMARA: SECRETÁRIO DE SAÚDE SE EXALTA

“A saúde é direito de todos e dever do Estado.”Art. 196 da Constituição Federal

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👏 ELOGIOS SELETIVOS? SÓ PARA OS DA “TURMA ”

Durante sua fala na Câmara Municipal de Baianópolis, o secretário de Saúde, Guilherme da Dora, surpreendeu ao começar com um discurso cheio de afagos aos vereadores da legislatura passada — justamente alguns dos que hoje fazem partem do situação.

Mas o que pareceu um gesto de reconhecimento, na verdade, soa como uma tentativa de silenciar críticas e criar uma blindagem política. Afinal, se a saúde pública estava, como ele mesmo afirmou, mergulhada no caos, por que esses vereadores não denunciaram nada ao Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) ou ao Ministério Público?

A resposta é simples: ou não havia o caos descrito, ou houve omissão dos que agora recebem elogios suspeitos.
📣 Falar ao vento até papagaio fala. E quem cala diante de problemas, consente.


🛠️ DESCULPAS EM SÉRIE, RESULTADOS EM FALTA

Ao invés de apresentar soluções, Dr. Guilherme optou por um desfile de justificativas frágeis: senhas de sistema perdidas, computadores alugados que desapareceram, sabotagem por parte de servidores concursados e até um “apagão de dados” que teria sido provocado pela empresa que prestava serviço na gestão anterior.

Tudo isso pode até parecer dramático — e é. Mas o que falta no discurso é responsabilidade com o presente e planejamento para o futuro.

📌 Em nenhum momento o secretário apresentou:

  • Prazos para reabertura das unidades satélites;
  • Estratégias de reabastecimento das farmácias;
  • Plano emergencial de atendimento para comunidades como Sumidouro e Palmeira;
  • Boletim de ocorrência dos fatos narrados;
  • Abertura de procedimento administrativo contra os funcionários concursados acusados de tal prática.

Enquanto ele tenta convencer com falas emocionadas, a população continua sem remédio, sem transporte, sem médicos e sem perspectiva. O caos da saúde é real — mas é agora que ele precisa ser resolvido.


🚫 “AOS INIMIGOS, A LEI”: NÃO FOI UM RECADO. FOI UM AVISO.

Ao encerrar sua participação, o secretário lançou uma frase que não passou despercebida:

“Aos amigos, os favores. Aos inimigos, a lei.”

Essa frase, dita publicamente no plenário da Câmara, não pode ser tratada como um deslize retórico ou figura de linguagem.
Foi um aviso claro, direto e perigoso: ou você se alinha ao grupo no poder, ou será tratado como inimigo.
Ou se cala e aceita o cabresto, ou enfrentará a frieza da máquina pública.

⚠️ Essa fala revela muito sobre a atual mentalidade da gestão municipal.
🤯 Saúde, que é direito constitucional, passou a ser tratada como moeda política, como um “favor” concedido a quem “está do lado certo”.

Sessão da Camâra em 07/04/2025

✊ A OPOSIÇÃO NÃO VAI SE CALAR

A fala do secretário é grave — e será lembrada. A oposição não compactua com ameaças disfarçadas de discurso institucional.

💬 Baianópolis precisa de gestão, não de desculpas.
🔍 Precisa de trabalho, não de retórica.
📢 E, acima de tudo, precisa de respeito ao povo, que sofre, que espera, que precisa ser atendido — e não humilhado.

A oposição seguirá firme tendo os Vereadore Cássio e Lito como Leões que toda segunda demonstram sua energia para lutar e exigir respostas, propondo soluções e denunciando toda tentativa de uso político da saúde pública.

Porque aqui, quem serve é o servidor. E quem manda é o povo.

“NÃO FALTA MAIS 4 ANOS!!”

🚨 ABANDONO ESCANCARADO: PSF DE SUMIDOURO FECHADO E POPULAÇÃO À PRÓPRIA SORTE 💔

“Quem sofre é o povo humilde, que acreditou nas promessas da gestão e agora não tem nem atendimento básico.”

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O Posto de Saúde da Família (PSF) da comunidade de Sumidouro, zona rural de Baianópolis, encontra-se em completo abandono. As imagens enviadas à redação do Dubai Em Pauta mostram mato alto, flores crescendo entre rachaduras no cimento e uma estrutura fechada, com janelas quebradas e sinais visíveis de negligência.

❌ Não há qualquer sinal de funcionamento, tampouco de manutenção por parte da gestão municipal.

🗓️ Em fevereiro de 2025, já havíamos denunciado aqui no blog a precariedade da saúde pública em Baianópolis. Na ocasião, os vereadores Cássio Vinício e Joselito Lima fizeram visitas técnicas e constataram a mesma realidade: PSFs fechados, promessas descumpridas e um povo completamente desamparado.

O PSF de Sumidouro é um dos únicos recursos de saúde para centenas de famílias da zona rural. Deixar essas pessoas sem atendimento é mais do que uma falha administrativa — é um ato de crueldade e desrespeito com os mais humildes. 😡🩺

📍 E não é só em Sumidouro: comunidades como Sapé e Palmeira também enfrentam o abandono. Em Sapé, por exemplo, reabriram o Posto com discurso de Inauguração (de algo que já existia), depois das fotos o funcionamento precario e feito para tapiar eles mesmo, haja visto a população estar de olhos bem aberto, representando a total ausência do poder público. 🌾🚫

📝 No dia 24 de março, foi apresentado o Requerimento nº 05/2025, cobrando a reabertura das Unidades Satélites de Saúde que atendem Sumidouro e Palmeira. E a resposta da base governista?

Silêncio absoluto. 🤐

Enquanto a prefeitura posta vídeos bonitos e discursos vazios nas redes sociais, a realidade do povo é o mato, a porta fechada e o sofrimento calado. A população continua sem atendimento médico, à mercê da própria sorte.

Nosso Prefeito Blogueirinho e a Jojo Todinho do Sertão ainda acham que estão enganando o povo, enquanto o Povo está de olhos abertos e pronto para o “troco”.

A mentira e as falsas promessas só enganam os humildes uma unica vez.

“NÃO FALTA MAIS 4 ANOS!!”

🚧 BA-464: A estrada é estadual, mas a incoerência é municipal

“Quem tem poder para resolver, não pode se esconder.”

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Enquanto a BA-464 segue intrafegável, com buracos e riscos diários para quem depende da estrada, a Prefeitura de Baianópolis publicou uma nota tentando se isentar da responsabilidade, alegando que “não pode intervir por ser uma rodovia estadual”.

Mas o que a nota esconde diz muito mais do que aquilo que tenta explicar.

Imagens do Serviço

🧩 Incoerência nº 1: O prefeito é vice-presidente do CONSID

A gestão afirma que o recente tapa-buracos com cascalho não teve consentimento da Prefeitura.
Porém, o prefeito é vice-presidente do próprio CONSID — o consórcio intermunicipal que administra a rodovia.

Ou seja:
📍 Quem afirma não ter autorizado… tem poder para autorizar e fiscalizar.
Se não interveio, faltou ação. Se não sabia, faltou comando.


💸 Incoerência nº 2: O custo para fazer certo é perfeitamente viável

Em fevereiro de 2025, o Dubai Em Pauta apresentou uma proposta clara, técnica e com valores reais.
Mostramos que é possível sim substituir o improviso do cascalho pela massa asfáltica, com um investimento compatível com a realidade do município:

💰 Custos estimados para o tapa-buracos correto:

  • Massa asfáltica (retirada): R$ 1.087,56 / tonelada
  • Massa asfáltica (aplicada): R$ 1.319,33 / tonelada
  • Imprimação (piche): R$ 5,50 / m²

🛠️ Uma solução técnica, definitiva e acessível — mas ignorada pela atual gestão.


🤝 A Prefeitura pode — e deve — liderar a solução

Dizer que “não pode intervir” é uma meia-verdade.
O município tem obrigação moral, se não legal, de buscar alternativas — e já poderia ter entrado com o fornecimento da massa asfáltica e exigido do CONSID a execução correta.

Outros prefeitos da região já fizeram isso com sucesso. Falta vontade, não caminho.


Cascalho sobre asfalto é desrespeito com quem mora e produz em Baianópolis

Não é só sobre buracos — é sobre prioridades.
É hora de parar com as desculpas e começar a agir. Baianópolis não quer mais nota oficial: quer estrada transitável.

“UFA, NÃO FALTA MAIS 4 ANOS!!!”