“Quem tem poder para resolver, não pode se esconder.”

Enquanto a BA-464 segue intrafegável, com buracos e riscos diários para quem depende da estrada, a Prefeitura de Baianópolis publicou uma nota tentando se isentar da responsabilidade, alegando que “não pode intervir por ser uma rodovia estadual”.
Mas o que a nota esconde diz muito mais do que aquilo que tenta explicar.
🧩 Incoerência nº 1: O prefeito é vice-presidente do CONSID
A gestão afirma que o recente tapa-buracos com cascalho não teve consentimento da Prefeitura.
Porém, o prefeito é vice-presidente do próprio CONSID — o consórcio intermunicipal que administra a rodovia.
Ou seja:
📍 Quem afirma não ter autorizado… tem poder para autorizar e fiscalizar.
Se não interveio, faltou ação. Se não sabia, faltou comando.
💸 Incoerência nº 2: O custo para fazer certo é perfeitamente viável
Em fevereiro de 2025, o Dubai Em Pauta apresentou uma proposta clara, técnica e com valores reais.
Mostramos que é possível sim substituir o improviso do cascalho pela massa asfáltica, com um investimento compatível com a realidade do município:
💰 Custos estimados para o tapa-buracos correto:
- Massa asfáltica (retirada): R$ 1.087,56 / tonelada
- Massa asfáltica (aplicada): R$ 1.319,33 / tonelada
- Imprimação (piche): R$ 5,50 / m²
🛠️ Uma solução técnica, definitiva e acessível — mas ignorada pela atual gestão.
🤝 A Prefeitura pode — e deve — liderar a solução
Dizer que “não pode intervir” é uma meia-verdade.
O município tem obrigação moral, se não legal, de buscar alternativas — e já poderia ter entrado com o fornecimento da massa asfáltica e exigido do CONSID a execução correta.
Outros prefeitos da região já fizeram isso com sucesso. Falta vontade, não caminho.
❌ Cascalho sobre asfalto é desrespeito com quem mora e produz em Baianópolis
Não é só sobre buracos — é sobre prioridades.
É hora de parar com as desculpas e começar a agir. Baianópolis não quer mais nota oficial: quer estrada transitável.


“UFA, NÃO FALTA MAIS 4 ANOS!!!”