Dubai Em Pauta - Baianópolis, Bahia é um blog dedicado a compartilhar informações, notícias e curiosidades sobre Baianópolis, uma cidade cheia de cultura, tradição e potencial no interior da Bahia. Nosso objetivo é destacar tudo o que acontece na região, desde eventos locais e iniciativas culturais até temas como turismo, economia, desenvolvimento e cotidiano da população. Com uma abordagem dinâmica e informativa, Dubai Em Pauta busca conectar os moradores e divulgar o que Baianópolis tem de melhor, valorizando sua história, seu povo e suas oportunidades.
“A política deve ser a arte de somar forças, multiplicar esperanças e dividir responsabilidades.” — Dom Hélder Câmara
📍 Encontro será no dia 19 de julho, às 8h, na Rua 07 de Abril
Baianópolis terá a honra de receber, no próximo sabádo, 19 de julho de 2025, o Deputado Federal e atual Secretário de Infraestrutura da Bahia, Sérgio Brito, para um encontro especial promovido pela ex-prefeita Jandira Xavier, liderança política reconhecida por seu compromisso com a população e sua trajetória de dedicação ao município.
O evento, marcado para as 8h da manhã na residência da ex-prefeita, localizada na Rua 07 de Abril, próximo ao Med Pless, será um momento de diálogo aberto com a comunidade, troca de ideias e fortalecimento das relações institucionais em prol do desenvolvimento local.
“Convido você e sua família para se juntarem a nós nessa recepção. A presença de todos é indispensável e muito valiosa!”, reforça Jandira Xavier.
Com uma atuação destacada em prol da infraestrutura baiana, Sérgio Brito é um dos parlamentares mais atuantes do estado, sendo responsável por articular importantes investimentos em obras de mobilidade, saneamento e desenvolvimento urbano em diversas regiões, inclusive no Oeste da Bahia.
A presença do deputado em Baianópolis representa uma oportunidade única para que os moradores possam dialogar diretamente com um representante de peso no cenário estadual, levando demandas, sugestões e estreitando laços com as esferas de decisão.
🏛️ Fortalecendo vínculos por uma Baianópolis mais forte
Jandira Xavier, que marcou sua gestão pela responsabilidade e atenção às comunidades rurais e urbanas, segue comprometida com o futuro da cidade, mesmo fora do cargo. A iniciativa de promover esse encontro com o deputado Sérgio Brito reforça seu papel de liderança e sua contínua busca por melhorias para Baianópolis.
📣 Não perca! Traga sua voz, sua presença e sua esperança.
🗓 Data: 19 de julho de 2025 🕗 Hora: 8h da manhã 📍 Local: Residência da ex-prefeita Jandira Xavier – Rua 07 de Abril, próximo ao Med Pless
Na madrugada de 17 de julho de 2025, a Câmara dos Deputados aprovou o PL 2.159/21 – apelidado por críticos de “PL da Devastação” – com alterações que reduzem as exigências de licenciamento ambiental, criando novas modalidades simplificadas. A proposta segue agora para sanção presidencial.
1. O que mudou no PL 2.159/21
Introdução de novas licenças:
Licença Ambiental Especial (LAE): permite concessão simplificada até para empreendimentos com risco significativo de degradação.
Licença por Adesão e Compromisso (LAC): dispensa análise individual em atividades de baixo ou médio impacto, mediante auto‑declaração.
Setores isentos de licenciamento:
Agronegócio, saneamento básico e outros empreendimentos estratégicos entram em lista prioritária.
Revogação parcial da Lei da Mata Atlântica:
Parte da legislação de proteção ambiental do bioma foi revogada, diminuindo controles federais.
Mineração sem tutela do Conama:
Para empreendimentos minerais de alto porte/risco, normas do Conama ficam suspensas até nova lei específica.
2. Votação e tramitação
Apontado por relator Zé Vitor (PL‑MG) como resultado de “amplo debate” envolvendo 31 emendas do Senado – 29 dele incorporadas ao texto.
Aprovado por 267 votos a 116 em plenário, o projeto agora aguarda sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
3. Reações
Ambientalistas e entidades:
Denominam o texto de “PL da Devastação”, apontando risco de retrocesso ambiental, insegurança jurídica e enfraquecimento da proteção legal.
O Observatório do Clima e ONGs demonstram preocupação com o impacto das mudanças na imagem diplomática do Brasil, especialmente antes da COP30.
Setor produtivo (agro, indústria, energia):
Recebem o marco legal unificado como avanço; ressaltam que mais de 5 mil obras estão paralisadas por falta de licenciamento.
4. Impactos potenciais
Área afetada
Consequência esperada
Agilidade vs. riscos
Aumento na liberação de obras, mas vazios jurídicos e menor fiscalização
Mineração & petróleo
Maior flexibilidade com riscos elevados, especialmente em zonas sensíveis
Biomas protegidos
Fragilidade na aplicação da Lei da Mata Atlântica
Imagem internacional
Contradição nas metas climáticas brasileiras
5. O que vem a seguir?
Sanção presidencial: o presidente tem a opção de sancionar integralmente, vetar partes ou enviar vetos parciais.
Possibilidade de judicialização: críticas indicam que o texto pode entrar em conflito com decisões do STF e tratados internacionais.
Atenção internacional: a COP30 acontece em breve e representará palco para o Brasil defender sua posição.
💡 Conclusão para o Dubai em Pauta
O PL 2.159/21 representa um divisor de águas que promete acelerar o desenvolvimento, em troca de um controle ambiental mais frouxo. Levanta debate intenso entre usos imediatos de recursos naturais e preservação dos ativos ambientais de longo prazo – especialmente relevante em um ano decisivo para negociações climáticas globais.
🔍 Link do vídeo
🎥 Assista ao resumo direto do Plenário O vídeo da TV Câmara traz os bastidores e as justificativas apresentadas pelos deputados na aprovação do PL 2.159/21. Assista com atenção e reflita: o que está em jogo quando se afrouxa a proteção ambiental no Brasil?
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Leia e comente: você acha que o Brasil precisa ir mais longe para agilizar licenças ou é hora de fortalecer a proteção ambiental? Deixe seu comentário!
“Na diplomacia, não há espaço para ideologia — só para interesses.” — Henry Kissinger
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O anúncio de uma tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras aos Estados Unidos, feito por Donald Trump nesta semana, expõe muito mais do que uma disputa comercial: revela a crescente perda de credibilidade do Brasil no cenário internacional, consequência direta das decisões equivocadas e da instabilidade ideológica do atual governo.
Embora o Planalto e sua base aliada tentem empurrar a narrativa de que a medida seria fruto de um suposto “pedido pessoal da família Bolsonaro”, como se esta tivesse tamanho poder sobre a maior economia do mundo, a realidade é outra — bem mais dura e difícil de manipular com hashtags e discursos militantes.
🎭 A falsa narrativa do “Trump bolsonarista”
Ao invés de reconhecer os erros diplomáticos acumulados nos últimos anos, o governo Lula preferiu seguir o manual do populismo: culpar o antecessor e tentar transformar um revés internacional em palanque político. A estratégia é clara — angariar engajamento nas redes sociais e desviar o foco da crescente insatisfação popular com a condução do país.
No entanto, os fatos não sustentam essa farsa:
A carta de Trump não cita Bolsonaro diretamente, mas sim acusações ao governo atual sobre barreiras comerciais, restrições digitais e aproximação com regimes antagônicos aos EUA.
O texto deixa explícita a disposição para diálogo e ajuste futuro: “Estas Tarifas podem ser modificadas, para cima ou para baixo, dependendo da nossa relação com o seu País. Você nunca ficará desapontado com os Estados Unidos da América.”
Ou seja, o que se apresenta não é um ataque fechado, mas um sinal de alerta — e de oportunidade. Porém, o governo prefere gritar “golpe internacional” do que sentar à mesa com seriedade.
💣 O preço de apostar contra o Ocidente
A diplomacia ideológica do governo brasileiro — marcada por discursos contra o dólar, apoio explícito à China e expansão de um BRICS cada vez mais antagônico ao Ocidente — provoca reações inevitáveis. A tarifa é o reflexo do Brasil estar se posicionando não mais como parceiro confiável, mas como um aliado circunstancial de regimes autoritários.
📉 Dados não mentem: reprovação e desgovernança
Enquanto o governo insiste na vitimização internacional, a realidade interna se deteriora. A reprovação sobe, os mercados reagem com desconfiança, e o Brasil caminha a passos largos para um isolamento diplomático inédito. A tarifa de 50% é o reflexo direto da desorganização estratégica de um governo mais preocupado com pautas ideológicas do que com o bem-estar do país.
⚠️ Efeitos práticos: do campo à indústria
O setor produtivo brasileiro, especialmente no agro e na indústria de base, já sente o baque. Com a tarifa, os EUA deixam de ser um mercado competitivo para carne, aço, suco de laranja e café — produtos que sustentam regiões inteiras, como o MATOPIBA e o Centro-Oeste. Se o governo insiste na retaliação — como aventado por Lula —, a situação tende a se agravar, afastando investidores e abrindo espaço para novos embargos.
✍️ Editorial Dubai em Pauta
O Brasil está em uma encruzilhada histórica: ou retoma uma política externa pragmática e aberta ao diálogo com as democracias liberais, ou continuará pagando caro pela ideologização de sua diplomacia.
A carta de Trump não é apenas um aviso. É uma chance de repensar. O governo brasileiro, no entanto, prefere o teatro político à diplomacia real — e quem perde com isso é o povo.
A porta está aberta. Mas o governo parece mais interessado em bancar o perseguido do que agir como estadista.
“O avanço descontrolado dos javalis representa hoje uma das maiores ameaças à segurança rural e ao equilíbrio ambiental no Brasil.”
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Foto: Ronaldo Simões
Uma verdadeira fera silvestre. Assim foi descrito o javali de mais de 300 quilos e 2,2 metros de comprimento abatido por caçadores experientes no interior do Brasil. A cena, registrada em vídeo e rapidamente viralizada nas redes sociais, reacende um velho debate: até que ponto o javali deixou de ser praga para se tornar um risco direto à vida humana e animal?
O caso aconteceu em uma área rural cuja localização exata não foi divulgada por segurança, mas os autores do abate garantem que o animal vinha atacando plantações, destruindo cercas e até representando ameaça a animais de criação.
📉 Invasão descontrolada e prejuízos milionários
O javali (Sus scrofa) é uma espécie exótica e invasora no Brasil, introduzida inicialmente com fins comerciais, mas que fugiu ao controle nas últimas décadas. Estima-se que os prejuízos causados por essa espécie já superem R$ 300 milhões anuais no agronegócio brasileiro, segundo dados de institutos agropecuários.
De apetite voraz e força descomunal, esses animais devastam lavouras inteiras em poucas horas, além de competirem com espécies nativas, danificar nascentes e servir de vetor para doenças como a febre aftosa e a peste suína africana.
🎯 Caça liberada, mas regulamentada
Diante do avanço da espécie, o Ibama autorizou o controle populacional por meio da caça, desde que seja feita por pessoas habilitadas e com registros ativos no Exército e no órgão ambiental. A prática, no entanto, segue sendo tema de polêmica entre ambientalistas e produtores.
Há quem defenda métodos alternativos de controle, como armadilhas e cercamentos, enquanto caçadores especializados garantem que o abate é, hoje, o único caminho eficaz para conter os estragos provocados pelos javalis — que se reproduzem a uma taxa impressionante: uma fêmea pode gerar até 60 filhotes ao longo da vida.
👀 Sensacionalismo ou realidade rural?
A imagem do javali abatido, com proporções dignas de filme de terror, gerou espanto. Muitos chegaram a questionar a veracidade da cena, alegando montagem ou exagero. Especialistas, porém, confirmam: embora raro, javalis acima dos 300 kg existem — especialmente em regiões com fartura de alimento e pouco controle populacional.
“É o resultado direto do abandono das políticas de controle e da ausência de predadores naturais”, afirmou um biólogo que preferiu não se identificar.
✍️ Editorial Dubai Em Pauta
A aparição e o abate do “javali gigante” não são apenas um espetáculo visual de redes sociais. Eles são o retrato cru de um problema ambiental sério, negligenciado por décadas. O que antes era considerado exótico, hoje ameaça plantações, rebanhos e até pessoas.
Enquanto o Estado não enfrenta com firmeza a questão do javali, quem sofre são os pequenos produtores. E o campo, que já enfrenta tantas batalhas diárias, não pode ser obrigado a conviver com um inimigo de 300 quilos solto na mata.
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📍 Decisão reacende debate sobre soberania, segurança nacional e cooperação internacional
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O governo brasileiro rejeitou oficialmente uma proposta dos Estados Unidos para que as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) fossem reconhecidas como organizações terroristas. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (07) pelo jornal O Estado de S. Paulo.
Segundo o veículo, a proposta partiu de órgãos de segurança dos EUA que alegam atuação dessas facções em pelo menos 12 estados americanos, com envolvimento em crimes transnacionais como tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro.
🧨 Classificação como terroristas traria sanções severas
Caso o Brasil aceitasse a sugestão americana, as facções seriam enquadradas sob a legislação antiterrorismo dos EUA, o que abriria margem para sanções financeiras, bloqueios de bens e ações de inteligência em escala internacional, inclusive contra integrantes e financiadores suspeitos no Brasil.
Essa designação é usada pelos EUA contra grupos como Al-Qaeda, Estado Islâmico, Hezbollah e cartéis mexicanos.
🇧🇷 Resposta brasileira: firmeza sem subordinação
Em resposta, o governo brasileiro refutou a necessidade de classificar as facções como terroristas, argumentando que o país já aplica medidas eficazes de combate ao crime organizado, como:
Isolamento dos principais líderes em presídios federais de segurança máxima;
Operações integradas entre Polícia Federal, Ministérios Públicos Estaduais e Forças de Segurança;
Cooperação internacional no âmbito da Interpol e outras redes multilaterais de combate ao narcotráfico.
Fontes do Itamaraty e do Ministério da Justiça afirmam que aceitar a proposta americana implicaria submeter a política penal brasileira a um enquadramento jurídico estrangeiro e poderia causar efeitos jurídicos e políticos irreversíveis no sistema interno.
🎯 O que está em jogo?
A recusa não significa leniência, mas sim uma defesa da soberania nacional sobre sua política de segurança. O Brasil segue tratando o crime organizado como uma grave ameaça à ordem pública, mas evita vincular o tema à tipificação internacional do terrorismo, que possui implicações geopolíticas sensíveis.
Além disso, especialistas alertam para o risco de internacionalização forçada do combate ao crime, que poderia militarizar ainda mais as relações entre países latino-americanos e os EUA.
✍️ Editorial Dubai Em Pauta
A tentativa dos EUA de rotular o PCC e o CV como terroristas esbarra na autonomia do Brasil em gerir seu sistema penal. O crime organizado precisa, sim, ser combatido com rigor, mas sem abrir mão da soberania jurídica nacional.
Aceitar essa classificação seria como permitir que a política criminal do Brasil seja terceirizada por pressões externas. O combate à violência não se faz com etiquetas, mas com estratégia, inteligência e ação conjunta eficaz — sem baixar a cabeça para interesses que não são os nossos.
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🛑 Decisão polêmica acende alerta sobre insegurança jurídica no campo
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📍 Brasília – O Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou uma medida inédita e controversa: a desapropriação de terras atingidas por incêndios criminosos e desmatamento ilegal. A decisão, classificada por especialistas como um “marco” na jurisprudência ambiental, está sendo vista por alguns como avanço na proteção dos biomas – e por outros como um grave risco à segurança jurídica no campo brasileiro.
Segundo o entendimento da Corte, propriedades devastadas por ações ilícitas poderão ser tomadas pelo Estado, sem indenização aos donos, caso fique comprovado o envolvimento direto com os crimes ambientais. A base legal citada é o artigo 243 da Constituição Federal, já utilizado em casos de trabalho escravo e cultivo de drogas.
🌱 Ministério do Meio Ambiente defende medida rigorosa
A ministra Marina Silva, do Meio Ambiente, afirmou que a ação visa frear práticas recorrentes de grilagem e queimada premeditada. “Não podemos tolerar estratégias que destroem a floresta para depois forçar a regularização fundiária”, disse. O governo já contabiliza mais de 30 inquéritos abertos para apurar incêndios de origem criminosa no país.
🚨 Produtores rurais reagem com preocupação
Em nota oficial, a Sociedade Rural Brasileira (SRB) criticou a medida, alegando que ela pode “relativizar o direito de propriedade” e punir inocentes. A entidade pediu rigor na apuração dos fatos e destacou o receio de que a desapropriação recaia sobre proprietários que não participaram diretamente das ações criminosas.
“Sem garantias claras de defesa e comprovação, a medida abre brecha para injustiças”, afirma o texto da SRB.
⚖️ Avanço ambiental ou risco à legalidade?
Especialistas divergem sobre os impactos da medida. Ambientalistas veem a decisão como uma resposta firme diante da devastação dos biomas. Já juristas alertam que o excesso de poder estatal sem critérios técnicos robustos pode ferir direitos fundamentais, inclusive o princípio da ampla defesa e do contraditório.
“O combate ao crime ambiental deve ser firme, mas dentro do devido processo legal. Não podemos trocar o caos ambiental por um caos jurídico”, afirmou um professor de Direito Ambiental ouvido por nossa redação.
📌 O que muda na prática?
A decisão não atinge qualquer terra afetada por incêndios, mas sim aquelas onde houver comprovação da participação do proprietário nos crimes. O governo ainda avalia como será a implementação prática da norma, que deverá respeitar os trâmites legais e administrativos de apuração e julgamento.
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O STF sinaliza com essa decisão que a responsabilidade ambiental não pode mais ser terceirizada. A terra, enquanto bem econômico, também carrega uma função social e ecológica. No entanto, é essencial que o combate à ilegalidade não viole os fundamentos do Estado de Direito. Avançar na proteção ambiental não pode significar retroceder na garantia de direitos.
“Quando a natureza é empurrada ao limite, ela responde — e às vezes, com garras e dentes.”
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UMA MADRUGADA DE TERROR NO CORAÇÃO DO PANTANAL 🌑🐆
A pacata rotina do pesqueiro Touro Morto, às margens do rio Miranda em Aquidauana (MS), foi interrompida por uma tragédia brutal. Jorge Ávalo, conhecido como “Jorginho”, de 60 anos, foi atacado e morto por uma onça-pintada, animal símbolo do Pantanal. Ele trabalhava no local há mais de 20 anos e era conhecido por fotografar e admirar os felinos da região — até se tornar vítima de um deles.
⚠️ O alerta foi dado por um pescador que foi ao local comprar mel e encontrou sinais de sangue, pegadas de felino e nenhum sinal de Jorge. A Polícia Militar Ambiental foi acionada e iniciou as buscas imediatamente.
OS RESTOS MORTAIS E A TRILHA DO PREDADOR 💀👣
Na terça-feira (22/04), o pior foi confirmado: partes do corpo de Jorge foram encontradas na mata, com marcas típicas de ataque de onça. A equipe de resgate identificou sinais claros do felino ao redor da área — um predador de quase 100 kg havia feito do caseiro sua presa.
CAÇADA SELVAGEM: A CAPTURA DO ANIMAL 🎯🐾
Depois de três dias de buscas intensas, com armadilhas, drones e especialistas, a onça foi finalmente capturada na madrugada de quinta-feira (24/04). O animal, um macho adulto e magro, foi sedado e levado para o CRAS (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres), em Campo Grande.
🧪 A onça agora passará por exames médicos, avaliações comportamentais e um monitoramento rigoroso para compreender os motivos do ataque e decidir seu futuro.
🌾 Falta de alimento natural: escassez de presas pode ter levado o animal a se aproximar de humanos.
🧬 Problemas de saúde ou debilidade física: o animal estava visivelmente magro.
🚷 Perda do medo do homem: contato frequente pode ter desencadeado comportamento atípico.
♀️ Período de reprodução: animais ficam mais agressivos e territoriais.
👨🔬 Gediendson Ribeiro, professor da UFMS, acompanhou a captura e alertou: “Ela está magra, muito magra. Agora, precisamos avaliar os próximos passos”.
UM ALERTA PARA TODO O BRASIL ⚠️🌍
O caso levanta discussões urgentes sobre o avanço humano sobre áreas silvestres. ONDE ESTÁ O LIMITE? A convivência com animais selvagens exige responsabilidade e planejamento. A tragédia do Jorge não pode ser tratada como exceção — ela é reflexo de um desequilíbrio que está só começando a mostrar suas garras.
🔒 Enquanto isso, o CRAS permanece fechado ao público, e a onça será observada até uma decisão sobre seu destino ser tomada.
“Baianópolis se despede de uma matriarca cuja força e sabedoria moldaram gerações.”
É com imenso pesar que o blog Dubai Em Pauta comunica o falecimento de Nelza Francisca Soares, ocorrido nesta terça-feira, 22 de abril de 2025, aos 89 anos.
Nascida em 1936, Dona Nelza foi uma mulher íntegra, de valores sólidos e exemplo de dedicação à família e à comunidade. Sua partida deixa um vazio imensurável em todos que a conheceram e admiraram.
Dona Nelza era mãe de Jandira Soares da Silva Xavier, ex-prefeita de Baianópolis, e acompanhou de perto a vida pública da filha, sempre com discrição, firmeza e sabedoria. Sua influência, marcada pela humildade e pelo senso de justiça, é lembrada como fonte de inspiração para muitas famílias do município.
Neste momento de dor, nos unimos em solidariedade aos filhos, netos, bisnetos e demais familiares, na certeza de que o legado deixado por Dona Nelza — de amor, fé e princípios — permanecerá vivo por muitas gerações.
🕊️ Que Deus a receba em paz e que conforte o coração de todos os que hoje choram sua partida.
A todos que têm demonstrado carinho e apoio à família, nosso sincero agradecimento. Baianópolis perde hoje uma de suas grandes matriarcas.
“A saúde é direito de todos e dever do Estado.” — Art. 196 da Constituição Federal
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👏 ELOGIOS SELETIVOS? SÓ PARA OS DA “TURMA ”
Durante sua fala na Câmara Municipal de Baianópolis, o secretário de Saúde, Guilhermeda Dora, surpreendeu ao começar com um discurso cheio de afagos aos vereadores da legislatura passada — justamente alguns dos que hoje fazem partem do situação.
Mas o que pareceu um gesto de reconhecimento, na verdade, soa como uma tentativa de silenciar críticas e criar uma blindagem política. Afinal, se a saúde pública estava, como ele mesmo afirmou, mergulhada no caos, por que esses vereadores não denunciaram nada ao Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) ou ao Ministério Público?
A resposta é simples: ou não havia o caos descrito, ou houve omissão dos que agora recebem elogios suspeitos. 📣 Falar ao vento até papagaio fala. E quem cala diante de problemas, consente.
🛠️ DESCULPAS EM SÉRIE, RESULTADOS EM FALTA
Ao invés de apresentar soluções, Dr. Guilherme optou por um desfile de justificativas frágeis: senhas de sistema perdidas, computadores alugados que desapareceram, sabotagem por parte de servidores concursados e até um “apagão de dados” que teria sido provocado pela empresa que prestava serviço na gestão anterior.
Tudo isso pode até parecer dramático — e é. Mas o que falta no discurso é responsabilidade com o presente e planejamento para o futuro.
📌 Em nenhum momento o secretário apresentou:
Prazos para reabertura das unidades satélites;
Estratégias de reabastecimento das farmácias;
Plano emergencial de atendimento para comunidades como Sumidouro e Palmeira;
Boletim de ocorrência dos fatos narrados;
Abertura de procedimento administrativo contra os funcionários concursados acusados de tal prática.
Enquanto ele tenta convencer com falas emocionadas, a população continua sem remédio, sem transporte, sem médicos e sem perspectiva. O caos da saúde é real — mas é agora que ele precisa ser resolvido.
🚫 “AOS INIMIGOS, A LEI”: NÃO FOI UM RECADO. FOI UM AVISO.
Ao encerrar sua participação, o secretário lançou uma frase que não passou despercebida:
“Aos amigos, os favores. Aos inimigos, a lei.”
Essa frase, dita publicamente no plenário da Câmara, não pode ser tratada como um deslize retórico ou figura de linguagem. Foi um aviso claro, direto e perigoso: ou você se alinha ao grupo no poder, ou será tratado como inimigo. Ou se cala e aceita o cabresto, ou enfrentará a frieza da máquina pública.
⚠️ Essa fala revela muito sobre a atual mentalidade da gestão municipal. 🤯 Saúde, que é direito constitucional, passou a ser tratada como moeda política, como um “favor” concedido a quem “está do lado certo”.
A fala do secretário é grave — e será lembrada. A oposição não compactua com ameaças disfarçadas de discurso institucional.
💬 Baianópolis precisa de gestão, não de desculpas. 🔍 Precisa de trabalho, não de retórica. 📢 E, acima de tudo, precisa de respeito ao povo, que sofre, que espera, que precisa ser atendido — e não humilhado.
A oposição seguirá firme tendo os Vereadore Cássio e Lito como Leões que toda segunda demonstram sua energia para lutar e exigir respostas, propondo soluções e denunciando toda tentativa de uso político da saúde pública.
Porque aqui, quem serve é o servidor. E quem manda é o povo.
“Quem sofre é o povo humilde, que acreditou nas promessas da gestão e agora não tem nem atendimento básico.”
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O Posto de Saúde da Família (PSF) da comunidade de Sumidouro, zona rural de Baianópolis, encontra-se em completo abandono. As imagens enviadas à redação do Dubai Em Pauta mostram mato alto, flores crescendo entre rachaduras no cimento e uma estrutura fechada, com janelas quebradas e sinais visíveis de negligência.
❌ Não há qualquer sinal de funcionamento, tampouco de manutenção por parte da gestão municipal.
🗓️ Em fevereiro de 2025, já havíamos denunciado aqui no blog a precariedade da saúde pública em Baianópolis. Na ocasião, os vereadores Cássio Vinício e Joselito Lima fizeram visitas técnicas e constataram a mesma realidade: PSFs fechados, promessas descumpridas e um povo completamente desamparado.
O PSF de Sumidouro é um dos únicos recursos de saúde para centenas de famílias da zona rural. Deixar essas pessoas sem atendimento é mais do que uma falha administrativa — é um ato de crueldade e desrespeito com os mais humildes. 😡🩺
📍 E não é só em Sumidouro: comunidades como Sapé e Palmeira também enfrentam o abandono. Em Sapé, por exemplo, reabriram o Posto com discurso de Inauguração (de algo que já existia), depois das fotos o funcionamento precario e feito para tapiar eles mesmo, haja visto a população estar de olhos bem aberto, representando a total ausência do poder público. 🌾🚫
📝 No dia 24 de março, foi apresentado o Requerimento nº 05/2025, cobrando a reabertura das Unidades Satélites de Saúde que atendem Sumidouro e Palmeira. E a resposta da base governista?
Silêncio absoluto. 🤐
Enquanto a prefeitura posta vídeos bonitos e discursos vazios nas redes sociais, a realidade do povo é o mato, a porta fechada e o sofrimento calado. A população continua sem atendimento médico, à mercê da própria sorte.
Nosso Prefeito Blogueirinho e a Jojo Todinho do Sertão ainda acham que estão enganando o povo, enquanto o Povo está de olhos abertos e pronto para o “troco”.
A mentira e as falsas promessas só enganam os humildes uma unica vez.
“NÃO FALTA MAIS 4 ANOS!!”
A verdade dos fatos no mais confiavel blog do Oeste Baiano