“A pior forma de desprezo é a indiferença.”(Albert Camus)
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Às vésperas dos festejos de SÃO SEBASTIÃO, a realidade do SEGUNDO DISTRITO DE LAGOA CLARA, em Baianópolis, é alarmante — e revoltante.
O que se vê hoje na vila é abandono:
ruas tomadas por areia,
vazamento de água correndo a céu aberto,
sujeira acumulada,
e moradores convivendo com o descaso justamente em um dos momentos mais importantes do calendário religioso e cultural da comunidade.
📍 LAGOA CLARA PEDE SOCORRO.
❌ FESTA TEM DATA. RESPEITO TAMBÉM DEVERIA TER.
Não se trata de luxo. Não se trata de obra milionária. Trata-se de manutenção básica, organização e respeito com quem mora ali.
É inadmissível que, na véspera de uma celebração tradicional como a de São Sebastião, a comunidade esteja entregue à própria sorte, convivendo com problemas que poderiam — e deveriam — ter sido resolvidos com antecedência.
🧭 QUEM MORA EM LAGOA CLARA NÃO É CIDADÃO DE SEGUNDA CLASSE
Os moradores do segundo distrito pagam impostos, votam, trabalham e mantêm viva a tradição local. Eles não podem ser lembrados apenas em época de discurso ou campanha.
A pergunta é direta: 👉 ONDE ESTÁ O CUIDADO COM O POVO DE LAGOA CLARA?
🔙 QUANDO O RESPEITO ERA REGRA, NÃO FAVOR
É impossível não comparar.
Na gestão passada, a vila de Lagoa Clara sempre recebeu atenção, cuidado e respeito — especialmente em períodos festivos. Havia planejamento, limpeza, organização e presença do poder público.
Hoje, infelizmente, o que se vê é ausência.
📢 A COMUNIDADE FALA. A GESTÃO PRECISA OUVIR.
Essa não é uma crítica vazia. É um pedido público de socorro, feito por quem vive o problema no dia a dia.
Lagoa Clara não pede milagre. Pede limpeza, conserto, organização e respeito.
✋ RESPEITO SE PROVA COM AÇÃO, NÃO COM PROMESSA
Ainda há tempo de agir. Ainda há tempo de corrigir.
Mas o silêncio e a omissão também são respostas — e o povo sabe reconhecer.
📌 LAGOA CLARA MERECE DIGNIDADE. 📌 O SEGUNDO DISTRITO NÃO PODE SER ESQUECIDO.
A construção de unidades habitacionais em Baianópolis, dentro do MCMV – NOVO PAC, NÃO É CONQUISTA DA ATUAL GESTÃO. É resultado de trabalho técnico, articulação política e capacidade administrativa da gestão passada, liderada pela ex-prefeita JANDIRA SOARES SILVA XAVIER.
Isso não é opinião. 📄 É DOCUMENTO OFICIAL.
O TERMO DE COMPROMISSO Nº 970723/2024/MCIDADES/CAIXA foi celebrado entre a União, por intermédio do Ministério das Cidades, representado pela Caixa Econômica Federal, e o Município de Baianópolis AINDA NA GESTÃO ANTERIOR.
Registrado no Transferegov.br. Assinado. Publicado. Válido.
👉 FATO CONSUMADO.
🧱 OBRA DE VERDADE NÃO NASCE EM REDE SOCIAL
Convênio federal não se cria com: ❌ postagem, ❌ vídeo editado, ❌ discurso bonito.
Convênio federal exige: ✔ projeto técnico aprovado, ✔ regularidade fiscal, ✔ capacidade de gestão, ✔ credibilidade institucional.
Tudo isso foi entregue NA GESTÃO PASSADA.
A atual administração apenas herdou o processo pronto — e agora tenta posar de autora da obra.
🚨 A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: ONDE FOI PARAR O DINHEIRO DE 2025?
Enquanto tentam surfar em conquistas alheias, a população segue esperando resposta para uma pergunta simples:
❓ ONDE FORAM APLICADOS OS MAIS DE R$ 90 MILHÕES QUE ENTRARAM NOS COFRES DO MUNICÍPIO EM 2025?
Até agora:
nenhuma explicação técnica consistente,
nenhum detalhamento claro,
nenhuma obra estrutural compatível com esse volume de recursos.
👉 Transparência não é favor. É obrigação.
📑 DOCUMENTO NÃO FAZ MARKETING. DOCUMENTO PROVA.
O Termo de Compromisso está aí, preto no branco:
objeto definido,
cláusulas claras,
obrigações pactuadas,
assinatura da ex-prefeita.
Quem tenta reescrever a história aposta que o povo não vai conferir. Mas documento público não mente — e não desaparece.
🔁 BAIANÓPOLIS SABE QUEM TRABALHOU. E SABE QUEM SÓ APARECE.
A comparação está posta:
de um lado, gestão que planejou e entregou;
do outro, gestão que se explica mal e entrega pouco.
Promessa passa. Discurso some. Mas obra contratada fica — e tem nome, data e gestão responsável.
📌 A memória do povo pode até ser desafiada. Mas o papel timbrado da União não.
“O CNPJ no campo não é apenas uma exigência burocrática — é uma nova era de formalização, transparência e integração do produtor rural ao sistema tributário nacional.”
A partir de 1º de janeiro de 2026, entra em vigor uma mudança histórica para o setor rural brasileiro: 👉 o CNPJ passa a ser exigido como identificador fiscal principal do produtor rural em operações tributárias e emissão de documentos fiscais.
A alteração integra o cronograma da Reforma Tributária e impacta desde grandes produtores até agricultores familiares que já operam no mercado formal.
💡 A medida faz parte do processo de padronização fiscal para implantação dos novos tributos:
🟢 CBS — Contribuição sobre Bens e Serviços (Federal)
🟣 IBS — Imposto sobre Bens e Serviços (Estados e Municípios)
Esses tributos entram em fase de transição em 2026.
🧾 O QUE MUDA NA PRÁTICA PARA O PRODUTOR RURAL
Até agora, muitos produtores emitiam documentos fiscais utilizando:
CPF
Inscrição Estadual
Cadastro Rural vinculado ao imóvel
Com a mudança:
👉 o CNPJ passa a ser o identificador fiscal principal do produtor
Isso significa:
✔ Unificação cadastral ✔ Padronização fiscal nacional ✔ Emissão de documentos eletrônicos no novo modelo tributário
Além disso, o novo CNPJ passa a ter estrutura alfanumérica, acompanhando a modernização dos sistemas fiscais.
📌 Durante o ano de 2026 será aplicada uma alíquota-teste de 1% nos novos tributos — apenas para fins de parametrização e ajustes de sistema, sem recolhimento efetivo.
🧑🌾 QUEM SERÁ OBRIGADO A TER CNPJ
Segundo orientações divulgadas por especialistas e órgãos fiscais:
➡ Produtores rurais com faturamento anual superior a R$ 3,6 milhões DEVEM se inscrever no CNPJ para cumprir a nova sistemática tributária.
➡ Produtores abaixo desse limite 👉 não terão obrigatoriedade automática mas poderão optar pelo cadastro — o que facilita:
emissão de notas eletrônicas
participação em cadeias formais de fornecimento
acesso a operações financeiras e crédito rural
⚠ Importante:
📎 A inscrição no CNPJ não transforma automaticamente o produtor em empresa Ela vale para fins fiscais e tributários vinculados à nova legislação.
🖥️ FIM DA NOTA FISCAL EM PAPEL — NOVO MODELO SERÁ DIGITAL
A partir de 5 de janeiro de 2026:
❌ notas fiscais em papel deixam de ser utilizadas ✔ todos os documentos passam a ser eletrônicos
O novo modelo inclui:
campos próprios para CBS e IBS
rastreabilidade digital
padronização nacional
Durante o período de transição:
🟡 o sistema funcionará em modo experimental 🟡 sem cobrança real dos novos tributos
“ENQUANTO ALGUNS ENRIQUECEM À SOMBRA DO PODER, UMA CIDADE INTEIRA PAGA O PREÇO DO ABANDONO.”
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Vídeo Retrospectiva 2025
2025 não foi apenas um ano de estagnação administrativa em Baianópolis.
Foi o ano em que a esperança da população foi traída por um governo que, tendo todas as condições financeiras e institucionais para dar continuidade ao desenvolvimento do município, escolheu o caminho do aparelhamento político, da acomodação de aliados e do silêncio administrativo.
Nada do que aconteceu foi fruto do acaso.
Não foi dificuldade de gestão.
Não foi crise financeira.
Foi projeto de poder.
E Baianópolis pagou o preço.
🎯 O INÍCIO DO ANO — PROMESSAS NO DISCURSO, PARALISAÇÃO NA PRÁTICA
Os primeiros meses foram marcados por:
contratos elevados e mal explicados,
ausência de transparência,
licitações com justificativas frágeis,
e a total falta de planejamento estratégico.
Enquanto isso, os cofres municipais recebiam milhões em repasses.
Mesmo assim:
nenhum programa estruturante foi apresentado,
nenhuma política pública consistente foi implantada,
nenhum plano de desenvolvimento foi colocado em prática.
Baianópolis caminhava sem direção.
E o governo seguia observando.
🧊 DE MUNICÍPIO EM CRESCIMENTO A CIDADE PARALISADA — UM RETROCESSO ESCOLHIDO
É importante dizer com clareza:
Baianópolis foi entregue à nova gestão em condições favoráveis.
Havia:
arrecadação sólida,
potencial econômico crescente,
continuidade de ações estruturantes já em andamento.
Tudo pronto para que o município prosseguisse avançando.
Mas o que ocorreu foi o oposto.
A estagnação não foi consequência da incapacidade técnica.
Foi resultado direto de uma escolha política:
priorizar cargos, acordos e conveniências internas — e abandonar o compromisso com o desenvolvimento do município.
🏢 A SECRETARIA CRIADA PARA SERVIR AO PODER — NÃO AO POVO
Logo no início do ano, uma nova secretaria foi criada.
Não para:
atender demandas sociais,
fortalecer áreas estratégicas,
ou melhorar serviços públicos.
Mas para:
acomodar aliados,
distribuir postos de influência,
garantir lealdades políticas,
e ampliar a máquina administrativa.
Custou caro.
Não produziu resultados.
Não entregou nada à população.
Mesmo assim, foi aprovada pela Câmara Municipal, em um rito legislativo que:
não contou com debate qualificado,
ignorou análise de impacto,
e, ao que tudo indica,
foi votado sem sequer ser discutido com a responsabilidade que o cargo exige.
Durante todo o ano…
A secretaria serviu ao poder — não ao município.
🗂️ AS DEMAIS SECRETARIAS — SILÊNCIO, AUSÊNCIA E INOPERÂNCIA
Enquanto isso, outras pastas seguiram o mesmo roteiro:
nenhuma agenda pública,
nenhum cronograma de ações,
nenhum programa de gestão implantado.
Um ano inteiro de:
portas fechadas,
relatórios inexistentes,
ausência institucional.
Salários e cargos estiveram ativos.
A administração pública, não.
A pergunta que fica é simples — quem o governo serviu em 2025?
Certamente não foi a população.
🏚️ A FARSA DO DISCURSO DE DIFICULDADE — ENQUANTO OS CONTRATOS DE ALUGUEL CRESCIAM
Outro fenômeno virou marca da gestão:
imóveis alugados,
contratos elevados,
expansão do gasto operacional,
justificativas frágeis.
O mercado imobiliário virou palco de conveniência política.
Enquanto serviços públicos sofriam com:
atraso,
ausência,
abandono…
Os contratos de locação seguiam firmes e silenciosos.
E o debate público?
Não existiu.
🚑 UMA POPULAÇÃO SEM ATENÇÃO — MESMO COM MILHÕES ENTRANDO
O contraste foi devastador:
milhões ingressando nos cofres municipais,
e o povo sem retorno prático.
Faltaram investimentos.
Faltaram políticas públicas.
Faltou gestão.
Dinheiro não foi o problema.
O problema foi a decisão de não governar para a população.
🏛️ CÂMARA MUNICIPAL — DO PAPEL DE FISCALIZADORA À CONDIÇÃO DE EXTENSÃO DO EXECUTIVO
Se o Executivo falhou por omissão…
A Câmara falhou por conveniência.
Ao longo do ano, o Legislativo:
firmou contratos considerados caros,
realizou despesas institucionais de baixo impacto público,
manteve processos com pouca transparência.
Entre os episódios mais simbólicos:
aquisição de veículo de luxo para uso institucional, enquanto comunidades carecem de serviços básicos.
Nos bastidores:
reuniões reservadas,
articulações silenciosas,
busca por reeleição e permanência no poder.
Fiscalização?
Quase nenhuma.
O papel constitucional da Câmara foi abandonado.
Em sua maioria, os vereadores:
optaram por proteger o sistema — não o povo.
Entre raras exceções, o vereador Cássio apresentou momentos de coerência ética e postura responsável, ainda que isolado em meio ao silêncio predominante.
💰 TABELA DE RECURSOS RECEBIDOS EM 2025 — O DINHEIRO ENTROU. O DESENVOLVIMENTO NÃO.
MÊS
VALOR CREDITADO
JANEIRO
R$ 7.212.297,70
FEVEREIRO
R$ 7.506.474,29
MARÇO
R$ 5.459.831,80
ABRIL
R$ 5.930.967,31
MAIO
R$ 6.721.024,95
JUNHO
R$ 6.622.059,68
JULHO
R$ 6.852.348,82
AGOSTO
R$ 6.034.384,56
SETEMBRO
R$ 6.806.060,18
OUTUBRO
R$ 6.153.076,63
NOVEMBRO
R$ 6.867.447,91
DEZEMBRO
R$ 9.974.735,35
✔ TOTAL COMPROVADO EM TRANSFERÊNCIAS
R$ 82.140.709,18
⚠ E ESSE NEM É O TOTAL REAL DE ARRECADAÇÃO
Ficam fora dessa soma:
ITBI (com valores elevados ao longo do ano),
receitas próprias,
taxas municipais,
entradas complementares.
Com esses acréscimos, a movimentação financeira de 2025 ultrapassa os R$ 90 milhões.
Dinheiro não faltou.
Faltou compromisso com o município.
📊 GRÁFICOS FINANCEIROS — A PROVA VISUAL DO CONTRASTE ENTRE ARRECADAÇÃO E ESTAGNAÇÃO
Os gráficos consolidados demonstram mês a mês o volume de recursos:
📈 Evolução mensal dos repasses
📊 Distribuição financeira comparativa
Eles evidenciam, em números, aquilo que a população sentiu na prática:
o dinheiro entrou — o desenvolvimento não veio.
❗ CONCLUSÃO — BAIANÓPOLIS NÃO PAROU POR ACASO. FOI PARADA POR ESCOLHAS POLÍTICAS.
Não foi incompetência técnica.
Não foi falta de condições.
Não foi crise financeira.
Foi:
aparelhamento político,
prioridades distorcidas,
abandono administrativo,
conivência institucional.
Baianópolis teve dinheiro.
Teve estrutura.
Teve oportunidade.
O que não teve foi governo — no sentido pleno da palavra.
E alguém precisa dizer isso.
Em voz alta.
Com responsabilidade.
Sem medo.
O Dubai Em Pauta seguirá cumprindo esse papel:
👉 fiscalizando 👉 denunciando 👉 registrando a história que o poder tenta esconder
Porque enquanto a cidade for usada como palco político…
Nós permaneceremos do lado do povo.
A verdade dos fatos no mais confiavel blog do Oeste Baiano