🚨 RETROSPECTIVA 2025 — O ANO EM QUE BAIANÓPOLIS FOI PARADA PELO PODER, E NÃO PELA FALTA DE RECURSOS 🚨

“ENQUANTO ALGUNS ENRIQUECEM À SOMBRA DO PODER, UMA CIDADE INTEIRA PAGA O PREÇO DO ABANDONO.”

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Vídeo Retrospectiva 2025

2025 não foi apenas um ano de estagnação administrativa em Baianópolis.

Foi o ano em que a esperança da população foi traída por um governo que, tendo todas as condições financeiras e institucionais para dar continuidade ao desenvolvimento do município, escolheu o caminho do aparelhamento político, da acomodação de aliados e do silêncio administrativo.

Nada do que aconteceu foi fruto do acaso.

Não foi dificuldade de gestão.

Não foi crise financeira.

Foi projeto de poder.

E Baianópolis pagou o preço.


🎯 O INÍCIO DO ANO — PROMESSAS NO DISCURSO, PARALISAÇÃO NA PRÁTICA

Os primeiros meses foram marcados por:

  • contratos elevados e mal explicados,
  • ausência de transparência,
  • licitações com justificativas frágeis,
  • e a total falta de planejamento estratégico.

Enquanto isso, os cofres municipais recebiam milhões em repasses.

Mesmo assim:

  • nenhum programa estruturante foi apresentado,
  • nenhuma política pública consistente foi implantada,
  • nenhum plano de desenvolvimento foi colocado em prática.

Baianópolis caminhava sem direção.

E o governo seguia observando.


🧊 DE MUNICÍPIO EM CRESCIMENTO A CIDADE PARALISADA — UM RETROCESSO ESCOLHIDO

É importante dizer com clareza:

Baianópolis foi entregue à nova gestão em condições favoráveis.

Havia:

  • arrecadação sólida,
  • potencial econômico crescente,
  • continuidade de ações estruturantes já em andamento.

Tudo pronto para que o município prosseguisse avançando.

Mas o que ocorreu foi o oposto.

A estagnação não foi consequência da incapacidade técnica.

Foi resultado direto de uma escolha política:

priorizar cargos, acordos e conveniências internas — e abandonar o compromisso com o desenvolvimento do município.


🏢 A SECRETARIA CRIADA PARA SERVIR AO PODER — NÃO AO POVO

Logo no início do ano, uma nova secretaria foi criada.

Não para:

  • atender demandas sociais,
  • fortalecer áreas estratégicas,
  • ou melhorar serviços públicos.

Mas para:

  • acomodar aliados,
  • distribuir postos de influência,
  • garantir lealdades políticas,
  • e ampliar a máquina administrativa.

Custou caro.

Não produziu resultados.

Não entregou nada à população.

Mesmo assim, foi aprovada pela Câmara Municipal, em um rito legislativo que:

  • não contou com debate qualificado,
  • ignorou análise de impacto,
  • e, ao que tudo indica,
  • foi votado sem sequer ser discutido com a responsabilidade que o cargo exige.

Durante todo o ano…

A secretaria serviu ao poder — não ao município.


🗂️ AS DEMAIS SECRETARIAS — SILÊNCIO, AUSÊNCIA E INOPERÂNCIA

Enquanto isso, outras pastas seguiram o mesmo roteiro:

  • nenhuma agenda pública,
  • nenhum cronograma de ações,
  • nenhum programa de gestão implantado.

Um ano inteiro de:

  • portas fechadas,
  • relatórios inexistentes,
  • ausência institucional.

Salários e cargos estiveram ativos.

A administração pública, não.

A pergunta que fica é simples —
quem o governo serviu em 2025?

Certamente não foi a população.


🏚️ A FARSA DO DISCURSO DE DIFICULDADE — ENQUANTO OS CONTRATOS DE ALUGUEL CRESCIAM

Outro fenômeno virou marca da gestão:

  • imóveis alugados,
  • contratos elevados,
  • expansão do gasto operacional,
  • justificativas frágeis.

O mercado imobiliário virou palco de conveniência política.

Enquanto serviços públicos sofriam com:

  • atraso,
  • ausência,
  • abandono…

Os contratos de locação seguiam firmes e silenciosos.

E o debate público?

Não existiu.


🚑 UMA POPULAÇÃO SEM ATENÇÃO — MESMO COM MILHÕES ENTRANDO

O contraste foi devastador:

  • milhões ingressando nos cofres municipais,
  • e o povo sem retorno prático.

Faltaram investimentos.

Faltaram políticas públicas.

Faltou gestão.

Dinheiro não foi o problema.

O problema foi a decisão de não governar para a população.


🏛️ CÂMARA MUNICIPAL — DO PAPEL DE FISCALIZADORA À CONDIÇÃO DE EXTENSÃO DO EXECUTIVO

Se o Executivo falhou por omissão…

A Câmara falhou por conveniência.

Ao longo do ano, o Legislativo:

  • firmou contratos considerados caros,
  • realizou despesas institucionais de baixo impacto público,
  • manteve processos com pouca transparência.

Entre os episódios mais simbólicos:

  • aquisição de veículo de luxo para uso institucional,
    enquanto comunidades carecem de serviços básicos.

Nos bastidores:

  • reuniões reservadas,
  • articulações silenciosas,
  • busca por reeleição e permanência no poder.

Fiscalização?

Quase nenhuma.

O papel constitucional da Câmara foi abandonado.

Em sua maioria, os vereadores:

optaram por proteger o sistema — não o povo.

Entre raras exceções, o vereador Cássio apresentou momentos de coerência ética e postura responsável, ainda que isolado em meio ao silêncio predominante.


💰 TABELA DE RECURSOS RECEBIDOS EM 2025 — O DINHEIRO ENTROU. O DESENVOLVIMENTO NÃO.

MÊSVALOR CREDITADO
JANEIROR$ 7.212.297,70
FEVEREIROR$ 7.506.474,29
MARÇOR$ 5.459.831,80
ABRILR$ 5.930.967,31
MAIOR$ 6.721.024,95
JUNHOR$ 6.622.059,68
JULHOR$ 6.852.348,82
AGOSTOR$ 6.034.384,56
SETEMBROR$ 6.806.060,18
OUTUBROR$ 6.153.076,63
NOVEMBROR$ 6.867.447,91
DEZEMBROR$ 9.974.735,35

✔ TOTAL COMPROVADO EM TRANSFERÊNCIAS

R$ 82.140.709,18

⚠ E ESSE NEM É O TOTAL REAL DE ARRECADAÇÃO

Ficam fora dessa soma:

  • ITBI (com valores elevados ao longo do ano),
  • receitas próprias,
  • taxas municipais,
  • entradas complementares.

Com esses acréscimos, a movimentação financeira de 2025 ultrapassa os R$ 90 milhões.

Dinheiro não faltou.

Faltou compromisso com o município.


📊 GRÁFICOS FINANCEIROS — A PROVA VISUAL DO CONTRASTE ENTRE ARRECADAÇÃO E ESTAGNAÇÃO

Os gráficos consolidados demonstram mês a mês o volume de recursos:

  • 📈 Evolução mensal dos repasses
  • 📊 Distribuição financeira comparativa

Eles evidenciam, em números, aquilo que a população sentiu na prática:

o dinheiro entrou — o desenvolvimento não veio.


❗ CONCLUSÃO — BAIANÓPOLIS NÃO PAROU POR ACASO. FOI PARADA POR ESCOLHAS POLÍTICAS.

Não foi incompetência técnica.

Não foi falta de condições.

Não foi crise financeira.

Foi:

  • aparelhamento político,
  • prioridades distorcidas,
  • abandono administrativo,
  • conivência institucional.

Baianópolis teve dinheiro.

Teve estrutura.

Teve oportunidade.

O que não teve foi governo —
no sentido pleno da palavra.

E alguém precisa dizer isso.

Em voz alta.

Com responsabilidade.

Sem medo.

O Dubai Em Pauta seguirá cumprindo esse papel:

👉 fiscalizando
👉 denunciando
👉 registrando a história que o poder tenta esconder

Porque enquanto a cidade for usada como palco político…

Nós permaneceremos do lado do povo.